GÊNESIS 40:23
O copeiro-chefe, todavia, não
se lembrou de José, porém dele se esqueceu
Ao reler este texto, torno-me refém da verdade nele
impressa. Sirvo a um Deus Soberano que tudo governa e me sustenta em Suas mãos,
como um pai que espera o filho retornar de uma "viagem para a morte",
a exemplo do filho pródigo.
Na vida, mesmo sob a tensão de pecados e erros,
vi-me solitário em inúmeras ocasiões, sem poder confessar a outrem o que
passava em minha alma.
José — o rejeitado, abandonado e torturado por seus
irmãos devido à inveja — foi esquecido na prisão, mesmo após ter sido um
abençoador.
Questionamos: o que José teria a ver com os dois
oficiais rebeldes que foram lançados na mesma prisão? A resposta reside na primeira
lição: o propósito.
Ali, José recebeu a tarefa de servir; o
"sonhador" (Gn 37) exercitava sua resiliência na obscuridade.
Ao desvendar um sonho, José pede apenas que não se
esqueçam do seu favor, mas o esquecimento humano prevalece.
Vem, então, a segunda lição: o tempo de ser
lembrado. No momento em que Faraó sonha, o nome de José ressurge: "Estava
ali conosco um jovem hebreu" (41:12).
Deus jamais esquece seus filhos ou faz algo sem uma
finalidade. O tempo do homem é o esquecimento; o tempo de Deus é a providência.
Apenas creia.
Nenhum comentário:
Postar um comentário