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terça-feira, 26 de outubro de 2021

Mateus 4:1-3

Mateus 4:1 "ENTÃO foi conduzido Jesus pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo. 2 E, tendo jejuado quarenta dias e quarenta noites, depois teve fome; 3 E, chegando-se a ele o tentador..."

JESUS nasce em Belém da Judéia e sua reputação de Rei dos judeus passa aos olhos de Herodes. 

Os "magos" orientais o buscam, dando-LHE as devidas honras, posto que o procuravam. 

Os sinais são vistos para que o achassem e após o encontro, JESUS, ainda no colo, por DIVINA REVELAÇÃO aos pais, seguem ao Egito. 

Após a morte do algoz e perseguidor assassino de meninos, em cumprimento de profecias (Jeremias 4), retorna para a Israel (Nazaré, na Galileia), também por DIVINA REVELAÇÃO, a partir de um anjo se comunicando em sonho com os pais. 

Passados os anos, olhando na perspectiva de Mateus, JESUS vem para seu batismo sob as mãos de João Batista, nas águas do Jordão, porta dos desertos da Judéia

Das águas, céus abertos, anunciação de quem era JESUS: "E eis que uma voz dos céus dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo" (Mt 3:17). 

Por DIVINA REVELAÇÃO, é levado ao deserto para um encontro não muito agradável com satanás, o mesmo que foi ao encontro de Adão e

Em ambos os casos para ser destrutivo e gerar a morte. 

JESUS, sendo resistente e sábio, com a autoridade do PAI e de quem veio para dominar um mundo perdido, a quem deveria pregar e salvar, diz a satanás: "Então disse-lhe Jesus: Vai-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás" (Mt 4:10). 

Citada esta trajetória, observamos que Moisés, em seus dias, após toda luta com Faraó, depois do povo de DEUS passar anos no Egito, agora é remetido ao deserto, ao tempo em que aprenderia a adorar somente a DEUS, e ali, passaria por um desligamento de toda cultura e hábitos egípcios, pagãos e perdidos. 

Houve choro, brados de dor e perseguição. 

Ao deserto, DEUS indica exatamente que agora haveria um novo tempo. 

Egito para trás, passado começa a ser desenhado apenas como memória a ser contada aos filhos

Nunca o SENHOR os abandonou assim como nos dias de CRISTO

Isto nos mostra que quando chamados para servir e adorar ao SENHOR, poderá haver na estrada da vida dor, choro, perdas, perseguição, tentação, presença inclusive do diabo para ofuscar-nos os olhos e assim desviarmos do plano original de DEUS

Compete a nós, pensando nos 40 dias de JESUS no deserto e nos dias de Moisés, aprendermos que além de autoridade sobre as situações em nome de DEUS, sobre principados e potestades, sempre vendo os designios diabólicos serem frustrados, devemos seguir adiante, pois tudo faz parte da construção do caráter divino em um povo, em um coração. 

São lições deixadas para cada cristão, filho de DEUS, para que veja que apesar das aflições, não devemos desanimar

Todos, passado de Israel e JESUS, tinham um objetivo: uma TERRA PROMETIDA

Este foco deve ser mantido, pois neste lugar a ADORAÇÃO desejada por DEUS será eterna, iniciando aqui, nesta existência. 

Moisés com a LEI caminha pela GRAÇA de algo futuro.

Nós, os gentios, mediante a GRAÇA que emana da obra de JESUS vemos a LEI cumprida NELE e POR ELE

E isto nos abre a oportunidade de sermos "VERDADEIROS ADORADORES EM ESPÍRITO E VERDADE". 

Não são meras coincidências - são ensinos profundos para que cheguemos onde DEUS quer, mesmo através de desertos

Eis que JESUS está às portas chamando para SI todos os seus. 

Qual nossa identidade diante de tudo que temos passado e quais as lições aprendidas?

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