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terça-feira, 17 de agosto de 2021

João 10:26,27

João 10:26,27 "Mas vós não credes, porque não sois das minhas ovelhas. As minhas ovelhas ouvem a minha voz; eu as conheço, e elas me seguem"

 

Temos falado muito sobre relacionamento com o próximo e com nosso SENHOR. Não podemos negar que a nossa relação deve trazer nossa segurança, pois ELE nos protege dos ataques vis do diabo, que é citado como ladrão. A citação de ovelhas é de animais que ouvem o chamado de seu dono e o seguem. É uma forma de mostrar que ao lado do nosso PASTOR SUPREMO não temos que ter preocupações. ELE alimenta, conhece as necessidades, sabe dos horários de descanso e alimentação. ELE não dorme e conta com seus “PROTETORES”, para que vigiem na noite possíveis investidas de ladrões ou animais ferozes. Logo, nosso PASTOR é corajoso, destemido e não hesita em destruir aqueles agentes mal-intencionados. Como pessoas, podemos entender a dimensão de direção que ELE nos concede à SALVAÇÃO, PERDÃO e ao PAI. Este AMOR pressupõe sua FIDELIDADE e BÊNÇÃO sobre os que o conhecem. É importante estar no aprisco, junto às demais ovelhas. É importante que tenhamos semelhantes ao nosso lado, para identidade de grupo, para sintomas de relacionamento, para suporte um ao outro. Muitas vezes o berro de uma ovelha distante do grupo leva o pastor a ela, mas também faz com que os que a ouvem, comecem seus berros, numa identificação de perigo e cuidado. Estar perto do PASTOR é essencial. Estar no aprisco, também. Lembre-se: se ouvir a voz do PASTOR, é porque você o conhece e ELE também. Valorize este detalhe.

Carlospuck@hotmail.com

segunda-feira, 16 de agosto de 2021

Sobre juízos e prejuízos

Sobre juízos e prejuízos.


Provérbios 11:1-14 ARC

Balança enganosa é abominação para o SENHOR, mas o peso justo é o seu prazer.

MATEUS 7:2
Pois com o critério com que julgardes, sereis julgados; e com a medida que usardes para medir a outros, igualmente medirão a vós.

Porque com o juízo com que julgais, sereis julgados; e com a medida com que medis vos medirão a vós.  

Erro: acostumar à acusação do outro, como  o que o outro faz fosse pior do que o que o acusador faz. 

Na outra via, a justificativa dos erros pessoais, minimizados quando nossos ou de nossos mais próximos. 

Tanto um quanto o outro acabam em balança enganosa, em juízo indevido, e assim vamos compreender o trabalho de palavras de JESUS quando homens novos e velhos se apresentam com pedras para matar a mulher que já estava pronta a morrer. 

Somos assim, convenientes, generosos com alguns e pesados com outros, quando na verdade deveríamos usar o mesmo peso e a mesma medida, pois a PALAVRA afirma que com a medida com que medirnos, seremos medidos. 

Bom rever nossos conceitos de justiça, antes que venha o JUÍZO. 

De DEUS não se esconde e nem se zomba.


Dois pesos e duas medidas; pesos adulterados e medidas falsificadas são desonestidades abomináveis ao SENHOR.

Provérbios 20:10


Não carregueis convosco dois pesos, um pesado e o outro leve, nem tenhais à mão duas medidas, uma longa e uma curta. Usai apenas um peso, um peso honesto e franco, e uma medida, uma medida honesta e franca, para que vivais longamente na terra que Deus vosso Senhor vos deu. Pesos desonestos e medidas desonestas são uma abominação para Deus vosso Senhor.

Deuteronômio 25:13-16



Mateus 23:12-17

 JESUS E A MENSAGEM PARA OS FARISEUS - EIS A DUREZA DO MESTRE


Mateus 23:12-17 "Insensatos e cegos! Porque fechais o reino dos céus diante dos homens; pois vós não entrais, nem deixais entrar os que estão entrando! Por isso, sofrereis juízo muito mais severo! Porque rodeais o mar e a terra para fazer um prosélito; e, uma vez feito, o tornais filho do inferno duas vezes mais do que vós!"


Observando as questões da época, vamos notar que JESUS, ao avaliar quem deveria ser liderança saudável, se depara com uma classe, que além de importuná-lo, torna-se pedra de tropeço para a "religião" daqueles dias. Nada suave para um CRISTO chamar e tratar de hipócritas. Os mais sensíveis e seguidores de um JESUS utópico, vão se escandalizar com o teor desta matéria. Mas se avaliarmos os discursos divinos no Antigo Testamento via boca Profética, de Juízes, de pessoas que ELE chamava a pregar, não veremos uma doçura na forma de tratar as questões de fé e de Estado. Afinal, se falava de DEUS o SENHOR de Israel, AQUELE que havia fundado uma Nação para si, e um povo somente seu. Por isso os discursos, apesar de muitas vezes virem com chamadas de paz e alegria, ao momento de deslizes para lados opostos ao da PALAVRA, eram alvo de uma EXORTAÇÃO que além de verbal, tinha conteúdos de castigos. Esta é a forma que JESUS trata os fariseus, chamando-os de elementos do inferno. Hoje, em nossos dias, precisamos nos posicionar contra diretrizes que fogem dos VALORES CRISTÃOS, BÍBLICOS. Fora disso, temos que denunciar e chamar de agentes do inferno. Pois se omitirmos a VERDADE, seremos cúmplices do erro. E para isto haverá castigo também:

Romanos 1:32  «Ora, conhecendo eles a sentença de Deus, de que são passíveis de morte os que tais coisas praticam, não somente as fazem, mas também aprovam os que assim procedem»

carlospuck@hotmail.com

Jó 6:14

JESUS, O AMIGO MODELO

Jó 6:14 "Ao aflito deve o amigo mostrar compaixão"

"A palavra compaixão vem do latim compassio, que significa o ato de partilhar o sofrimento de outra pessoa". 

É interesante como as pessoas têm desistido fácil das relações. 

Buscam as motivações mais insignificantes para tal. 

Amizade envolve interesse, cuidado, compromisso, intimidade, comparilhar e responsabilidade. 

Quando JESUS quer dar um tom mais pessoal às relações entre eles e seus discípulos ELE afirma "que já não são mais servos, mas amigos porque lhes dei a conhecer mais do que PAI tem me transmitido" (João 15:15). 

A sabedoria de Provérbios nos fala que "Não abandone o seu amigo quando for atingido pela adversidade" (27:10).  

A adversidade traz a infelicidade por quem por ela passa, pois o abandono sempre se destaca. É mais fácil ser amigo de quem está bem, com dinheiro, sem problemas (Prov. 19:4). 

Os olhos tristes de alguém que precisa jamais precisariam trazer a voz de pedido de socorro. 

Bastaria uma leitura de fidelidade à expressão e brilho lacrimejante do outro. 

Não entro nem nos méritos da palavra AMOR, pois isto traria mais alongado texto. 

Os critérios de todos devem ser reavaliados, pois em tempos como os que vivemos, de isolamentos e carestia financeira e emocional o amigo se faz importante. Por isso extraindo de Eclesiastes 4, tudo ganha forma: "Se cair, o amigo pode ajudá-lo a levantar-se". 

Ah, como estamos precisando de AMIGOS FIEIS E PARCEIROS. 

Como estamos carentes de pessoas que "se tornem responsáveis por aquilo que cativam" (A.S.E.). 

O medo! 

Esta é uma pedra a ser removida de nossos túmulos e de fora, ouvimos a voz de JESUS a nos chamar para a ressureição de relações verdadeiras e fieis. 

Daí a necessidade de "lançar fora o medo". 

E encerro com Paulo: "Dediquem-se uns aos outros com amor fraternal. Prefiram dar honra aos outros mais do que a vocês" (Romanos 12:10).

sábado, 14 de agosto de 2021

João 1:15

 CRISTO, O ETERNO

João 1:15 "João testemunha a respeito dele e exclama: Este é o de quem eu disse: o que vem depois de mim tem, contudo, a primazia, porquanto já existia antes de mim"

Questões a serem pensadas sobre nós e sobre CRISTO. Primeiro sobre a dignidade e a gloria que ELE tem em SI mesmo, independente de qualquer outro ser criado. Vemos João atribuindo ao SENHOR a sua eternidade para demonstrar que ELE tinha a "primazia", que, em outras palavras, lhe era por atributo - daí a eternidade, daí o ministério, daí a onisciência, daí a chave da própria razão para João existir e ainda ter um chamado. "Vem depois" porque João era o que lhe abria os caminhos da anunciação ao povo: "foi DELE que falei". Mas da eternidade para a existência física de CRISTO, vamos poder perceber que o pregador não se coloca sobre o OBJETO da mensagem,  mas como apenas um agente. E ainda diz" "no meio de vós, está quem vós não conheceis, o qual vem após mim, do qual não sou digno de desatar-lhe as correias das sandálias" (João 1:26,27). Humildade além do ato, pois para quem era proclamador e também já batizava, poderia carregar honras e soberba, como muitos o fazem hoje, por possuir status de liderança e ainda arrogar para si honras. Diferentes foram no passado, mesmo aqueles que viveram os dias de JESUS, o viram, o batizaram... imagina só, batizar o FILHO DE DEUS. Em tempos de selfies muitos pregariam na parede o atestado de "fui eu". Mas João não. Se JESUS lavou os pés, numa aritude de reconhecimento João fala que nem as "sandálias DELE seria digno de desatar". Ah, que diferença. Entramos com mais ateibutos apostólicos para esta fuga da glória do ego para a GLÓRIA DE CRISTO: "Porque eu sou o menor dos apóstolos, que mesmo não sou digno de ser chamado apóstolo" (1 Coríntios 15:9). Isto mesmo, o que mais escreveu, o que mais visitou, o que mais... e se achava indigno de títulos, pois sabia "que a soberba precedia a ruína" ou "que a graça lhe bastava. Este era Paulo. E com Jó,  lemos: Então, Jó respondeu ao Senhor e disse: Sou indigno; que te responderia eu? Ponho a mão na minha boca. (Jó 40:3,4). Nas suas lutas, ainda assim, um servo. Aprendemos que a ETERNIDADE do SENHOR nos deixa depender DELE, mas acima de tudo, reconhecer que somente ELE é merecedor de honras. ELE veio antes de todos, estava com DEUS, e lá, no Conselho da Trindade, tomou a decisão de despir-se desta gloria divina, encarnar e se humilhar, para que em toda sua humilhação "ELE crescesse e nós diminuíssemos". O segredo é: esta na igreja, foi salvo, tem dons incríveis, pode estudar a PALAVRA, é uma pessoa de ORAÇÃO? Saiba que "e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie" (Efésios 2:8,9).

sexta-feira, 13 de agosto de 2021

Mateus 28:17-20

 

RESSURREIÇÃO E VIDA: propostas de CRISTO para a eternidade

 

Mateus 28:17 “E, quando o viram, o adoraram; mas alguns duvidaram”

 

Ninguém de fato é obrigado a acreditar em tudo que se fala por aí. As notícias correm em velocidade que impressiona. Nos dias de CRISTO era assim mesmo. Uns acreditaram de cara ser JESUS. Outros precisaram de sinalizações. E outros sequer deram ouvidos. Influenciados pela “mídia” farisaica, ali estava a classe dos que não creram. O apóstolo Paulo afirma aos Coríntios (capítulo 15) que se não há ressurreição somos os mais infelizes e se CRISTO não passou por isto, que esperança há para os que já morreram. Em CRISTO se crê ou não. Não há meio termo. Fé é certeza de fatos que se esperam, e a espera pela volta à vida foi cumprida, sendo nosso SENHOR o primogênito dos que dormem, AQUELE que abre a geração do povo do REINO. De pessoas como Tomé, como sacerdotes, como autoridades – todos estavam presentes e sabiam das palavras de JESUS. Mas as propinas e as mentiras já eram uma conexão com nossos dias e, quem sabe, com os dias dos mentirosos do Antigo Testamento. Vejamos: “Reunindo-se eles em conselho com os anciãos, deram grande soma de dinheiro aos soldados, recomendando-lhes que dissessem: Vieram de noite os discípulos dele e o roubaram enquanto dormíamos. Caso isto chegue ao conhecimento do governador, nós o persuadiremos e vos poremos em segurança” (Mateus 28:12-14). As mentiras não mudaram absolutamente nada. Pois a VERDADE prosperou. E precisamos ver tudo isso com os olhos atualizados, com a mente aberta e com a fé de que se JESUS e sua PALAVRA falam, resta-nos CRER. “Sem fé não se pode agradar a DEUS”. Finalmente: podemos nos sentir felizes, bem-aventurados, pois vamos ressuscitar, porque ELE ressuscitou – e bradar – “ onde está, morte a tua vitória? ”.

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carlospuck@hotmail.com

 

João 17:3-5

 A GLÓRIA DE DEUS: O FUNDAMENTO DAS MISSÕES

 

João 17:3-5 "E a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste. Eu glorifiquei-te na terra, tendo consumado a obra que me deste a fazer. E agora glorifica-me tu, ó Pai, junto de ti mesmo, com aquela glória que tinha contigo antes que o mundo existisse."

 

A obra de DEUS consiste em transformar todas as coisas deste mundo a partir do conhecimento DELE e de seu FILHO JESUS.

A cultura, os costumes, as tradições humanas esbarram no limite da QUEDA, e a isto devemos chamar de DEPRAVAÇÃO TOTAL.

Ou seja, quando o pecado entrou no mundo, até então sem mácula ou ruídos, estava tudo perfeito, e em se falando do ser humano, havia a instalação da imagem e semelhança de DEUS.

A FORÇA da QUEDA foi tamanha, que para resolver isto, DEUS remeteu à morte, como SACRIFÍCIO PERFEITO E SUFICIENTE seu unigênito JESUS.

 

Tudo girava em torno de conhecer de fato a DEUS e a ELE direcionar toda a GLÓRIA, como único que pode mudar a sorte humana, posto que houve desprezo total da VERDADE.

 

Anunciar a SALVAÇÃO pela obra de CRISTO é gerar de novo em VIDA o que estava perdido, condenado e morto.

A ETERNIDADE de CRISTO traz a ELE o mérito destinado também ao PAI, que cumpre todo o processo para mudar a história de quem é chamado pela potencialidade do ESPÍRITO SANTO, na audição da VOZ DE DEUS, que o ser humano deu as costas no JARDIM DA VIDA.

Falar de Missões, então, não é apenas a didática de um povo, mas a ORDEM DIVINA e imitação de CRISTO.

Ninguém mais tem este poder senão os que foram salvos pela GRAÇA.

Onde a BÍBLIA entra, onde a SALVAÇÃO entra com o PODER DO ESPÍRITO SANTO, haverá mudança de costumes, tradições e culturas.

Para isto ELE veio, e por isso somos regenerados.

A ELES (PAI, FILHO E ESPÍRITO SANTO) seja a GLÓRIA eternamente.

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carlospuck@hotmail.com

 

quinta-feira, 12 de agosto de 2021

Mateus 24:36-39


Mateus 24:36-39 "Pois nos dias anteriores ao Dilúvio, o povo vivia comendo e bebendo, casando-se e dando-se em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca; e eles nada perceberam, até que veio o Dilúvio e os levou a todos. Assim acontecerá na vinda do Filho do homem."


Dos tempos inesperados, para as almas que estarão desesperadas. Haverá profunda lamentação no DIA DO SENHOR.  Já é do conhecimento de tantos - uns creem, outros desprezam. Mas a vida naqueles dias citados sobre o DILÚVIO discorria naturalmente. Ao "maluco" Noé a idéia fixa de um povo à sua volta que o desacreditava e levava sua vida numa boa. Até que... e assim será no DIA DE CRISTO, quando os "malucos" que não deram ouvidos sobre sua VINDA e perceberão o erro de não aceitar a MENSAGEM tão falada em todos os cantos. "Vocês mesmos sabem perfeitamente que o DIA do SENHOR virá como ladrão à noite. Quando disserem: "Paz e segurança", a destruição virá sobre eles de repente" (1 Tessalonicenses 5:1-3). "Então verão o FILHO do homem vindo nas nuvens com grande poder e glória" (Marcos 13:24-27). "E colocará as ovelhas à sua direita e os bodes à sua esquerda" (Mateus 25:31-33). "A minha recompensa está comigo, e eu retribuirei a cada um de acordo com o que fez" (Apocalipse 22:12). Por isso devemos estar atentos ao CHAMADO, aos tantos avisos e deixar um pouco esta demanda absurda dos dias corridos e ocupados, para BRADAR com toda força, a todos os povos e ao SENHOR: "Vem, Senhor Jesus! (Apocalipse 22:20). O escritor inspirado diz ainda: "quando irei e me verei perante a face de DEUS?" (Salmos 42:2).

Como anda sua vontade e preparo para ver o SENHOR?

Salmos 116:2

 Salmos 116:2 "invocá-lo-ei enquanto eu viver"


Princípios e ensinos: "invoquei e invocá-lo-ei" - passado e futuro, persistência e perseverança, renovação e esperança.

"Porque ouve", em se tratando do SENHOR, a fé,  na certeza de que a oração não é brado vão, gritos ao nada ou a ninguém. Alguém presente e ouvinte. Logo, pressupõe a resposta.

"Laços de morte e angústias do inferno", da luta que não somente aqui, mas em campos que Paulo define como ambiente celestial, principados e potestades.

"Compassivo e justo", do caráter de DEUS que está atento aos seus.

"Volta, minha alma, ao réu sossego" um trabalho pessoal em torno das emoções, desperto pelo conhecimento de DEUS e de uma relação de confiabilidade.

"Cumprir votos a DEUS diante do povo" é a razão pela qual temos contato com as pessoas - testemunhar de nosso DEUS,  de seu socorro, de sua mão amiga. Mesmo diante de "perturbações que façam pensar no homem como mentiroso", pois é a este que DEUS constrange com sua fidelidade e amor.

Conclui-se que "andar com o SENHOR aqui" é reflexo da direção que sabemos estar definida em relação a DEUS.

Aos homens somos chamados para mostrar o CRIADOR, JUSTO e RETO JUIZ, SENHOR de todas as coisas, SOBERANO conhecedor de todas as almas e dias, do passado à eternidade.

Esta é a missão.

Jó 6:24

Jó 6:24 "Ensinai-me, e eu me calarei; dai-me a entender em que tenho errado"

Um servo de DEUS em meio a tantos reveses, cai em si e detecta em seu coração a incapacidade de entender tudo aquilo que vem sobre ele, e leva em consideração, mesmo tendo mantido uma vida aos pés de DEUS. Ele questiona sua existência, suas obras, seus sentimentos e o próprio DEUS. Mas seu questionamento ao SENHOR passa muito mais pela avaliação de si mesmo do que aquilo que vê ocorrer e entende ter a mão de DEUS. Não é das coisas mais fáceis lidar com o desconhecido, ainda mais quando somos extremamente limitados. Muitas vezes, para absorver o ensino, é preciso se esvaziar de si mesmo, de suas razões, de toda sua construção e olhar de fora, para ver onde e de onde procedem todas as coisas. O salmista diz para "DEUS sondar seu coração e ver/mostrar se há algum caminho/rotina maus. E pede para que seus passos sejam em direção ao ETERNO" (salmo 139). Cair em si foi o exercício mais profundo de um filho que sai da casa do pai e resolve reconhecer suas equívocos. Por isso é compreensivo em Jó esta permeabilidade, esta osmose, esta questão de mergulhar em universos ainda desconhecidos, mas possíveis de sondagem. Eis a questão que mata toda soberba: "DEUS me ensina onde tenho errado, me faz entender isto, e assim ficarei quieto". Quando queremos de fato nos aquietar e saber que ELE é DEUS, perceberemos que a VOZ DIGNA de ser ouvida e de nos dar entendimento/discernimento de tudo é a de DEUS.