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sexta-feira, 22 de maio de 2026

COLOSSENSES 3:16

COLOSSENSES 3:16

Habite, ricamente, em vós a palavra de Cristo; instruí-vos e aconselhai-vos mutuamente em toda a sabedoria, louvando a Deus, com salmos, e hinos, e cânticos espirituais, com gratidão, em vosso coração.

Não podemos ignorar as ricas funções da PALAVRA DE DEUS sobre a vida dos cristãos. A proposta de SALVAR pela PALAVRA, instruindo a buscar no SENHOR JESUS a única fonte e mediação para a ETERNIDADE.

DEUS zela pelo seu povo e não o contrário. E este verso nos revela ensinos preciosos, como: (a) instrução e conselhos com base no AMOR revelado em CRISTO, fonte e centro de toda a ESCRITURA SAGRADA; (b) fazendo da melodia poética dos escritores a louvação que serve ao próximo como consolo e paz, a razão da plena adoração do CRIADOR pelo que Ele faz e por quem Ele é; (c) expressar gratidão em meio ao aconselhamento e ensino, a fim de produzir cultos de ações de graças ao SENHOR.

Fonte de conselho, de ensino, de sabedoria, de disciplina e de adoração - esta é PALAVRA inspirada por DEUS (2 TM 3:16). “Ele é o teu louvor e o teu Deus, que te fez estas grandes coisas” (DT 10:21).


quarta-feira, 20 de maio de 2026

APOCALIPSE 21:4

APOCALIPSE 21:4

“E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, [...] nem haverá pranto, [...] porque as primeiras coisas passaram.”

Eis que é chegado o encontro das moradas preparadas por JESUS.

A que preço podemos dizer que ali estamos para o DESCANSO eterno? Quantas lágrimas não derramamos nesta vida para chegarmos ao DIA em que toda dor causadora cessará?

É nesta labuta, onde MISSÕES ardem nas almas que foram chamadas para TESTEMUNHAR do CRISTO SALVADOR, que vamos nos prostrar muitas vezes em clamor e choro, a fim de conseguirmos “completar a carreira e guardar a fé” (2 Tm 4:7). O salmista ensaia palavras em poesia dizendo que as “suas lágrimas têm sido o seu alimento dia e noite” (Sl 42:3); outro, num brado de virtudes e esperança, diz que “aqueles que semeiam com lágrimas, com cantos de alegria colherão” (Sl 126:5). Quem sabe tenhamos dito o mesmo que lemos agora: Deus, “registra, tu mesmo, o meu lamento; recolhe as minhas lágrimas em teu odre; acaso não estão anotadas em teu livro?” (Sl 56:8).

Não importa o Salmo que leiamos ou o texto que projetemos na mente para nos consolar na dor. O que sabemos é que a estrada da fé trará sempre algum preço de dor, seja qual for, e este será regado por longas noites de lágrimas. É por isso que João recebe de JESUS a instrução de alimentar sua igreja com uma palavra profética e de segurança: “as primeiras coisas passaram!”. Sejam quais forem as motivações ou dores pelas quais passemos, ouvimos de Jó algo que serve de consolo diante de tudo: “o meu intercessor é meu amigo, quando diante de Deus correm lágrimas dos meus olhos; ele defende a causa do homem perante Deus, como quem defende a causa de um amigo” (Jó 16:20-21).

Talvez uma das poucas lágrimas derramadas hoje seja por este motivo: “Rios de lágrimas correm dos meus olhos, porque a tua lei não é obedecida” (Sl 119:136).

Qual é o motivo de tua dor ou choro? ELE está com você aqui e estará na ETERNIDADE. AGUENTE FIRME!

JOÃO 13:38

 

João 13:38

“Darás a vida por mim? Em verdade, em verdade te digo que jamais cantará o galo antes que me negues três vezes.”

Quantas lições podemos tirar diariamente se nos debruçarmos sobre a Palavra de Deus! Pedro, os discípulos e as pessoas em geral sempre afirmam coisas que não conseguem sustentar depois. A exemplo disso, Jesus leva Pedro a entender sua própria índole.

As questões do coração começam quando Pedro conversa com Jesus nestes termos: “Disse-lhe Pedro: Nunca me lavarás os pés. Respondeu-lhe Jesus: Se eu não te lavar, não tens parte comigo” (Jo 13:8). A tentativa de se projetar faz de Pedro um insensato, sem entendimento da missão do Filho: “O que eu faço não o sabes agora; compreendê-lo-ás depois” (13:7).

O que diríamos no lugar de Pedro? E qual seria a resposta de Jesus para cada um de nós?

À mesa daquela Páscoa celebrada por Jesus, estavam pessoas que achavam que entendiam de tudo, que pensavam ter razão em suas atitudes e palavras, e acabavam ouvindo do Senhor respostas muitas vezes duras. E assim veremos:

(a)Não terás parte comigo” (13:8) é estar fora do que Jesus estava anunciando sobre as moradas do Pai, lugar para onde Ele mesmo estava indo;

(b) Muitas de nossas convicções podem estar erradas quando não percebemos que trilhamos caminhos distintos dos de Jesus, deixando-O de lado em muitos de nossos sonhos, projetos, palavras e comportamentos;

(c)Compreendeis o que vos fiz?” (13:12) - talvez este seja o centro da mudança de pensamento daqueles homens, pois, naquela hora, qualquer coisa dita gerava ainda mais dúvidas. Eis ali a razão da água aos pés: “Se eu, sendo o Senhor e o Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns dos outros; eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também” (13:14-15).

Se queremos estar com Ele, imitemo-lo. “Para onde vou, não me podes seguir agora; mais tarde, porém, me seguirás” (13:36). Mais adiante, o próprio Jesus afirmará, em sua conversa com Filipe, que “Ele é o Caminho e que ninguém pode chegar ao Pai sem passar por Ele” (14:6). Corações cheios de preocupações tendem a não perceber o óbvio, a não entender as tantas coisas que ouviram e viram, e acabam propensos à impaciência, ansiedade ou angústia.

Credes em Deus, crede também em mim” (14:1) - EIS o DESCANSO!

Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração, prova-me e conhece os meus pensamentos; vê se há em mim algum caminho mau e guia-me pelo caminho eterno.” (Salmo 139:23-24)

Pastor Carlos Puck

segunda-feira, 18 de maio de 2026

ISAÍAS 55:6

ISAÍAS 55:6

Buscai ao SENHOR enquanto se pode achar... deixe o ímpio o seu caminho, e o homem maligno, os seus pensamentos e se converta ao SENHOR

A permissividade atual, travestida de liberdade, tornou-se instrumento de exclusão que silencia as vozes contrárias ao sistema. Assim como perseguiram os profetas, os apóstolos e a CRISTO, o mundo tenta calar a VERDADE, esquecendo-se de que as portas do inferno não prevalecerão.

Os dias correm com avisos claros. Quando a trombeta soar e o NOIVO estiver à porta, não haverá tempo para arrependimento. A aparente vitória da humanidade caída será desfeita pelo Leão de JUDÁ, que julgará a todos.

Ao rejeitar o Sola Scriptura, o clero abriu as portas para o relativismo e o abandono de DEUS e de sua PALAVRA INSPIRADA, transformando altares em reféns de ideologias humanas. Contudo, “de DEUS não se zomba”. A LEI DIVINA não é opcional; o barro deve se submeter ao CRIADOR. Tais afirmações só fazem sentido para quem NASCEU DE NOVO.

Diante do embate visível entre o céu e o inferno, o apelo à conversão permanece urgente. "Façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima" (Hebreus 10:25).


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"Buscai ao SENHOR enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto. Deixe o ímpio o seu caminho, e o homem maligno, os seus pensamentos e se converta ao SENHOR, que se compadecerá dele; torne para o nosso Deus, porque grandioso é em perdoar"(Isaías 55:6-7).

A permissividade, que podemos chamar de "liberdade" acaba sendo instrumento de exclusão, pois quando aparece uma voz contrária, acaba sendo "a voz insana" por não aceitar o comum. Assim as bestas usarão os sistemas, sem muito esforço, considerando que o ser humano se tornou refém de suas maldades naturais. Quando Profetas, apóstolos e nosso Senhor Jesus vieram com sua voz contrária ao sistema, logo trataram de silenciá-los, esquecendo-se de que as portas do inferno não podem calar a VOZ que emerge do CÉU.

Os dias estão sendo escritos com avisos claros do DIA DO SENHOR e não teremos tempo de arrependimento quando o "NOIVO" estiver à porta.

Ao soar da "TROMBETA", por mais que o inferno e a humanidade caída pensem ter vencido, eis que o "LEÃO de JUDÁ" julgará a todos.

Assim como foi a morte de CRISTO uma ilusão, pois ressuscitou, a ilusão se repetirá quando, mesmo ardendo em ódio contra a VERDADE, verão que a VERDADE venceu.

Os locais de culto ao Senhor se tornaram secundários e tem sido alvo de perseguições e incêndios. E quando avançamos no testemunho de nosso Cristo (2 TM 1:8-18), a perseguição vem.

O Estado errou ao tirar os símbolos da fé cristã e pôs sob os ombros da Nação, e isto em muitos países, a maldição do abandono de DEUS.

Sim, querem DEUS abençoando e aprovando toda ação depravada e com cara de liberdade, mas de DEUS não se zomba (GL 6:7), como se Ele fosse apenas estes objetos de culto que tateamos.

Quando o clero negou o SOLA SCRIPTURA, nada mais fez que abrir uma caixa de trevas e relativismo sobre a Casa de Deus, tornando-a refém de interpretações espúrias.

A LEI DE DEUS não é opcional ao planeta e aos seres vivos: foi ELE quem criou todas as coisas para sua glória, logo este barro criado deve se submeter em tudo a Ele.

Tais afirmações postas neste texto só terão sentido e pleno entendimento para quem NASCEU DE NOVO. Do contrário, será mais um sintoma de medição de forças.

Então, seguindo esta lógica, inferno e CÉU dão suas caras e o apelo à CONVERSÃO está feito.

"Não deixando a nossa congregação, como é costume de alguns; antes, admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais quanto vedes que se vai aproximando aquele Dia." (Hebreus 10:25)





sábado, 16 de maio de 2026

LUCAS 24:16

LUCAS 24:16

Os olhos deles estavam como que fechados, para que o não conhecessem

A estrada de Emaús continua sendo uma rota enigmática para a compreensão humana. É fascinante notar que o próprio JESUS caminha e dialoga com aqueles discípulos, enquanto eles tentam explicar ao MESTRE quem Ele era e o que havia lhe acontecido.

Tempo e propósito: isto é o que Deus oferece aos homens, criaturas inconstantes que mudam de opinião a cada nova emoção. A narrativa de Lucas nos conduz por um itinerário intrigante de cegueira e revelação: (a) O aviso: “Lembrai-vos como vos falou, estando ainda na Galileia” (v. 6); (b) A busca: “No primeiro dia da semana, de madrugada, foram ao sepulcro” (v. 1); (c) A incredulidade: “Suas palavras pareciam desvario; não creram” (v. 11); (d) A repreensão: “Ó néscios, e tardos de coração para crer...” (v. 25); (e) O despertar: “Abriram-se-lhes os olhos, e o conheceram” (v. 31); (f) O sinal interno: “Porventura não ardia em nós o nosso coração?” (v. 32); (g) A consumação:Convinha que se cumprisse tudo o que de mim estava escrito...” (v. 44); (h) A iluminação: “Então, abriu-lhes o entendimento para compreenderem as Escrituras” (v. 45).


LUCAS 24:45

Então abriu-lhes o entendimento para compreenderem as Escrituras

O capítulo 24 de Lucas narra a transição do luto para a glória. No primeiro dia da semana, as mulheres encontram o sepulcro vazio e recebem de anjos a notícia de que Cristo vive. O anúncio inicial soa como delírio aos apóstolos, evidenciando a incredulidade humana diante do milagre.

Esse desespero se reflete no caminho de Emaús, onde dois discípulos caminham entristecidos, incapazes de reconhecer o próprio Jesus que se aproxima. O Salvador expõe as Escrituras, inflamando seus corações, e se revela no partir do pão.

Ao retornarem a Jerusalém, o Cristo ressuscitado manifesta-se ao grupo. Para dissipar dúvidas, Ele mostra suas feridas e come, provando sua ressurreição corpórea. Jesus abre o entendimento dos discípulos para as profecias e os comissiona a pregar o arrependimento a todas as nações.

Antes de ascender aos céus, Ele promete o poder do Espírito Santo. O texto culmina com a transformação radical dos seguidores que, antes trancados pelo medo, agora retornam cheios de júbilo, louvando constantemente a Deus no templo.

O que mais precisamos saber ou receber de sinal?


sexta-feira, 15 de maio de 2026

2 PEDRO 1:11

2 PEDRO 1:11

Pois desta maneira é que vos será amplamente suprida a entrada no reino eterno...

A expressão "por elas vos torneis coparticipantes da natureza divina", extraída da Segunda Epístola de Pedro, carrega uma das promessas mais profundas da teologia cristã. Ela não sugere que o ser humano se transforma em DEUS em sua essência, mas aponta para o conceito clássico da theosis (ou divinização): a restauração da imagem e semelhança divinas na humanidade por meio da graça.

Essas "promessas" a que o texto se refere são os dons de vida e piedade concedidos por CRISTO. Ao acolhê-las, o crente é capacitado a romper com a corrupção moral que domina o mundo, purificando seus desejos e ações. Participar da natureza divina significa, portanto, refletir o caráter de DEUS na Terra.

Essa transformação exige resposta ativa. Não se trata de um estado estático, mas de uma caminhada contínua de fé. À medida que nos esvaziamos de nós, permitimos que o ESPÍRITO SANTO guie nossa mente e coração, moldando nossa identidade à imagem do FILHO.

Assim, a promessa bíblica nos convoca a uma dignidade elevada e a uma responsabilidade mútua. Fomos criados para a ETERNIDADE; ao participarmos da vida de DEUS, encontramos nossa verdadeira essência, vivendo no tempo com os olhos fixos no futuro destinado aos filhos de DEUS.


JÓ 12:10

 JÓ 12:10

Na sua mão está a alma de todo ser vivente e o espírito de todo o gênero humano.

O controle do universo, em seus mínimos detalhes, pertence exclusivamente ao CRIADOR. Este domínio absoluto é exercido pela constante manifestação da SANTÍSSIMA TRINDADE.

A obra mais significativa realizada certamente repousa na REDENÇÃO. Mas o labutar da mesma exigiu do FILHO a exposição mais dolorosa que poderia um “ser humano” passar - a vergonha e zombaria por AMAR.

Quando vemos Jó afirmando sobre o homem, sua alma e sua destinação, neste mesmo capítulo, leremos “Eu sou como aquele que é zombado por seu vizinho, que invoca a Deus, e ele lhe responde; o homem justo e reto é motivo de riso e escárnio” (v. 4), e nesse cenário prefigura o CRISTO de DEUS no Calvário. Veja as passagens: “Salvou os outros; que salve a si mesmo, se é o Cristo, o escolhido de Deus!”, “Você não é o Messias? Então salve a você mesmo e a nós também!” ou “Salva-te a ti mesmo, se és Filho de Deus, e desce da cruz! Salvou os outros, a si mesmo não pode salvar-se. Desça da cruz, e creremos nele. Confiou em Deus; pois venha livrá-lo agora” (MC 15:16-20, MT 27:27-31 e LC 23:39) - em meio ao caos e à humilhação, a resposta do SALVADOR foi a entrega absoluta: "PAI, em tuas mãos entrego o meu espírito" - “Ninguém zomba de Deus”. Resta-nos a pergunta essencial: nas mãos de quem está a sua alma?

2 CORÍNTIOS 1:4

 

2 CORÍNTIOS 1:4

É ele que nos conforta em toda a nossa tribulação, para podermos consolar os que estiverem em qualquer angústia, com a consolação com que nós mesmos somos contemplados por Deus

Inegavelmente, enfrentaremos dias em que nossa fé será testada até o limite. Nesses momentos, lembramos que felizes são os que perseveram, pois receberão a "coroa da vida" (Tiago 1:12). As ESCRITURAS nos desafiam a encarar as provações com alegria (Tiago 1:2-4) e a não estranhar a "ardente prova", mas nos alegrarmos por sermos participantes dos sofrimentos de CRISTO (1 Pedro 4:12-13).

Para o apóstolo Paulo, a vida cristã não era superficial. Ele enfrentou dores profundas, muitas vezes sem um abraço humano ou uma "destra de amizade". No entanto, é nessa vulnerabilidade que a finalidade da tribulação se revela: somos moldados para ajudar quem atravessa reveses e angústias, retribuindo o cuidado que já recebemos de DEUS.

Ver o próximo sofrer - seja por perseguição à PALAVRA ou pelas lutas da vida - deve despertar em nós compaixão e motivação a consolá-lo. O detalhe mais extraordinário é que JESUS nos enviou o CONSOLADOR. Portanto, ao estendermos a mão a quem chora, tornamo-nos instrumentos do próprio ESPÍRITO SANTO - fazemo-nos um com Ele. Fomos confortados para confortar; que sejamos, na prática, a expressão do amor de DEUS.

terça-feira, 12 de maio de 2026

SALMO 102:18

 

SALMO 102:18

Isto se escreverá para a geração futura; e o povo que se criar louvará ao Senhor

Este Salmo traduz a angústia de um poeta que vivenciou as trevas do exílio. A dor de ver Sião abandonada e os lugares santos esquecidos era o reflexo de um povo que colhia as consequências de suas escolhas.

Contudo, em meio às ruínas, o autor semeia fé e esperança através de três pilares: (a) Consciência da Eternidade: Ele reconhece que, embora a existência terrena seja passageira e degradável, o que é Eterno permanece para os fiéis; (b) Legado Espiritual: Há um anseio profundo para que a próxima geração não apenas ouça sobre Deus, mas viva plenamente para Ele; (c) Certeza da Restauração: A confiança de que Deus levanta servos para restaurar tanto as estruturas físicas quanto as espirituais.

O texto nos ensina que o SENHOR jamais vira as costas aos filhos da ALIANÇA. Mesmo quando muitos sucumbem à dor, Ele se revela como o DEUS da Providência.

Existem tempos de afastar e de aproximar; todavia, independentemente da densidade das trevas, Ele permanece fiel de geração em geração. No tempo perfeito e seguro de DEUS, o livramento e a paz são alcançados. Nunca se esqueça: Ele lembra de Sua ALIANÇA. “Aos chamados, amados em Deus Pai e guardados em Jesus Cristo...” (Judas 1:1,2).

2 CORÍNTIOS 1:4

                                                                 2 CORÍNTIOS 1:4

É ele que nos conforta em toda a nossa tribulação, para podermos consolar os que estiverem em qualquer angústia, com a consolação com que nós mesmos somos contemplados por Deus

Inegavelmente, enfrentaremos dias em que nossa fé será testada até o limite. Nesses momentos, lembramos que felizes são os que perseveram, pois receberão a "coroa da vida" (Tiago 1:12). As ESCRITURAS nos desafiam a encarar as provações com alegria (Tiago 1:2-4) e a não estranhar a "ardente prova", mas nos alegrarmos por sermos participantes dos sofrimentos de CRISTO (1 Pedro 4:12-13).

Para o apóstolo Paulo, a vida cristã não era superficial. Ele enfrentou dores profundas, muitas vezes sem um abraço humano ou uma "destra de amizade". No entanto, é nessa vulnerabilidade que a finalidade da tribulação se revela: somos moldados para ajudar quem atravessa reveses e angústias, retribuindo o cuidado que já recebemos de DEUS.

Ver o próximo sofrer - seja por perseguição à PALAVRA ou pelas lutas da vida - deve despertar em nós compaixão e motivação a consolá-lo. O detalhe mais extraordinário é que JESUS nos enviou o CONSOLADOR. Portanto, ao estendermos a mão a quem chora, tornamo-nos instrumentos do próprio ESPÍRITO SANTO - fazemo-nos um com Ele. Fomos confortados para confortar; que sejamos, na prática, a expressão do amor de DEUS