SALMO 32:4
Porque a
tua mão pesava dia e noite sobre mim, e o meu vigor se tornou em sequidão de
estio.
O
ser humano tem flertado com o pecado a tal ponto de desprezar as suas
consequências.
Desde
o início, logo na criação, recebemos ordens de não andarmos próximos ou na prática
do pecado, pois ele é destrutivo, e literalmente, traz a morte.
Nestas
inserções em meio aos pecados, acabamos colhendo frutos que não imaginávamos,
com perdas irreparáveis, danos em relacionamentos, enfermidades físicas e emocionais
e os riscos no mundo espiritual.
Queremos
acostumar com as justificativas confundindo-as com a JUSTIFICAÇÃO realizada por
JESUS.
No
entanto, vemos Davi sofrendo tanto, colhendo frutos de suas ações dolosas, tal
qual citado acima.
E é
triste, pois além de macular toda nossa alma, com tons escuros inapagáveis, mancha
a nossa relação com nosso DEUS.
Tais
flertes e práticas acabam nos dando esta sensação do Salmista, do peso da mão
do SENHOR, numa falta de acalento, de um consolo em meio às dores, e mais do
que isto, esta “sequidão de estio”, “a alma desolada”, sem conseguir
consolar-se a si mesma, “angústia, cansaço e perda de vigor”, como aquelas “angústias
do inferno”.
E o
que fazer para ter a “restauração da alma”?
“Confessarei
ao Senhor as minhas transgressões e tu perdoaste a iniquidade do meu pecado”
(32:5).
Portanto,
CONFESSE imediatamente, e deixe o mal.