ROMANOS 12:7-8
Se o seu dom é servir, sirva;
se é ensinar, ensine; se é dar ânimo, que assim faça; se é contribuir, que
contribua generosamente; se é exercer liderança, que a exerça com zelo; se é
mostrar misericórdia, que o faça com alegria.
Há
muito se debate sobre o que é mais relevante dentro de uma comunidade. Uma das
perguntas mais frequentes que ouvimos é: “Qual é o meu dom?”
Nesta questão, embora muitos saibam o que fazer, é fundamental que
estejam subordinados a uma liderança que oriente os passos no exercício dos
dons e serviços. Sem essa ordem, o ambiente corre o risco de se tornar um palco
de disputas, divisões e favoritismos baseados em habilidades pessoais.
Nos versículos citados, vemos imperativos claros: “sirva, ensine, faça, contribua,
exerça e aja com alegria”.
A chave para compreendermos essa coletânea de exortações é
perceber que tudo culmina na alegria
- o fazer por prazer e consciência. Afinal, "tudo deve ser feito com
decência e ordem", pois servimos na Casa de Deus. É Ele quem
concede as capacidades: “o mesmo
Espírito realiza todas estas coisas, distribuindo-as a cada um,
individualmente, como lhe apraz” (1 Co 12).
O dom é individual em sua concessão, mas coletivo em sua
finalidade: “servi uns aos outros,
cada um conforme o dom que recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça
de Deus” (1 Pe 4:10-11). Como Paulo nos orienta, devemos nos “esforçar
diligentemente para preservar a unidade do Espírito pelo vínculo da paz”.
