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segunda-feira, 18 de maio de 2026

ISAÍAS 55:6

ISAÍAS 55:6

Buscai ao SENHOR enquanto se pode achar... deixe o ímpio o seu caminho, e o homem maligno, os seus pensamentos e se converta ao SENHOR

A permissividade atual, travestida de liberdade, tornou-se instrumento de exclusão que silencia as vozes contrárias ao sistema. Assim como perseguiram os profetas, os apóstolos e a CRISTO, o mundo tenta calar a VERDADE, esquecendo-se de que as portas do inferno não prevalecerão.

Os dias correm com avisos claros. Quando a trombeta soar e o NOIVO estiver à porta, não haverá tempo para arrependimento. A aparente vitória da humanidade caída será desfeita pelo Leão de JUDÁ, que julgará a todos.

Ao rejeitar o Sola Scriptura, o clero abriu as portas para o relativismo e o abandono de DEUS e de sua PALAVRA INSPIRADA, transformando altares em reféns de ideologias humanas. Contudo, “de DEUS não se zomba”. A LEI DIVINA não é opcional; o barro deve se submeter ao CRIADOR. Tais afirmações só fazem sentido para quem NASCEU DE NOVO.

Diante do embate visível entre o céu e o inferno, o apelo à conversão permanece urgente. "Façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima" (Hebreus 10:25).


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"Buscai ao SENHOR enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto. Deixe o ímpio o seu caminho, e o homem maligno, os seus pensamentos e se converta ao SENHOR, que se compadecerá dele; torne para o nosso Deus, porque grandioso é em perdoar"(Isaías 55:6-7).

A permissividade, que podemos chamar de "liberdade" acaba sendo instrumento de exclusão, pois quando aparece uma voz contrária, acaba sendo "a voz insana" por não aceitar o comum. Assim as bestas usarão os sistemas, sem muito esforço, considerando que o ser humano se tornou refém de suas maldades naturais. Quando Profetas, apóstolos e nosso Senhor Jesus vieram com sua voz contrária ao sistema, logo trataram de silenciá-los, esquecendo-se de que as portas do inferno não podem calar a VOZ que emerge do CÉU.

Os dias estão sendo escritos com avisos claros do DIA DO SENHOR e não teremos tempo de arrependimento quando o "NOIVO" estiver à porta.

Ao soar da "TROMBETA", por mais que o inferno e a humanidade caída pensem ter vencido, eis que o "LEÃO de JUDÁ" julgará a todos.

Assim como foi a morte de CRISTO uma ilusão, pois ressuscitou, a ilusão se repetirá quando, mesmo ardendo em ódio contra a VERDADE, verão que a VERDADE venceu.

Os locais de culto ao Senhor se tornaram secundários e tem sido alvo de perseguições e incêndios. E quando avançamos no testemunho de nosso Cristo (2 TM 1:8-18), a perseguição vem.

O Estado errou ao tirar os símbolos da fé cristã e pôs sob os ombros da Nação, e isto em muitos países, a maldição do abandono de DEUS.

Sim, querem DEUS abençoando e aprovando toda ação depravada e com cara de liberdade, mas de DEUS não se zomba (GL 6:7), como se Ele fosse apenas estes objetos de culto que tateamos.

Quando o clero negou o SOLA SCRIPTURA, nada mais fez que abrir uma caixa de trevas e relativismo sobre a Casa de Deus, tornando-a refém de interpretações espúrias.

A LEI DE DEUS não é opcional ao planeta e aos seres vivos: foi ELE quem criou todas as coisas para sua glória, logo este barro criado deve se submeter em tudo a Ele.

Tais afirmações postas neste texto só terão sentido e pleno entendimento para quem NASCEU DE NOVO. Do contrário, será mais um sintoma de medição de forças.

Então, seguindo esta lógica, inferno e CÉU dão suas caras e o apelo à CONVERSÃO está feito.

"Não deixando a nossa congregação, como é costume de alguns; antes, admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais quanto vedes que se vai aproximando aquele Dia." (Hebreus 10:25)





sábado, 16 de maio de 2026

LUCAS 24:16

LUCAS 24:16

Os olhos deles estavam como que fechados, para que o não conhecessem

A estrada de Emaús continua sendo uma rota enigmática para a compreensão humana. É fascinante notar que o próprio JESUS caminha e dialoga com aqueles discípulos, enquanto eles tentam explicar ao MESTRE quem Ele era e o que havia lhe acontecido.

Tempo e propósito: isto é o que Deus oferece aos homens, criaturas inconstantes que mudam de opinião a cada nova emoção. A narrativa de Lucas nos conduz por um itinerário intrigante de cegueira e revelação: (a) O aviso: “Lembrai-vos como vos falou, estando ainda na Galileia” (v. 6); (b) A busca: “No primeiro dia da semana, de madrugada, foram ao sepulcro” (v. 1); (c) A incredulidade: “Suas palavras pareciam desvario; não creram” (v. 11); (d) A repreensão: “Ó néscios, e tardos de coração para crer...” (v. 25); (e) O despertar: “Abriram-se-lhes os olhos, e o conheceram” (v. 31); (f) O sinal interno: “Porventura não ardia em nós o nosso coração?” (v. 32); (g) A consumação:Convinha que se cumprisse tudo o que de mim estava escrito...” (v. 44); (h) A iluminação: “Então, abriu-lhes o entendimento para compreenderem as Escrituras” (v. 45).


LUCAS 24:45

Então abriu-lhes o entendimento para compreenderem as Escrituras

O capítulo 24 de Lucas narra a transição do luto para a glória. No primeiro dia da semana, as mulheres encontram o sepulcro vazio e recebem de anjos a notícia de que Cristo vive. O anúncio inicial soa como delírio aos apóstolos, evidenciando a incredulidade humana diante do milagre.

Esse desespero se reflete no caminho de Emaús, onde dois discípulos caminham entristecidos, incapazes de reconhecer o próprio Jesus que se aproxima. O Salvador expõe as Escrituras, inflamando seus corações, e se revela no partir do pão.

Ao retornarem a Jerusalém, o Cristo ressuscitado manifesta-se ao grupo. Para dissipar dúvidas, Ele mostra suas feridas e come, provando sua ressurreição corpórea. Jesus abre o entendimento dos discípulos para as profecias e os comissiona a pregar o arrependimento a todas as nações.

Antes de ascender aos céus, Ele promete o poder do Espírito Santo. O texto culmina com a transformação radical dos seguidores que, antes trancados pelo medo, agora retornam cheios de júbilo, louvando constantemente a Deus no templo.

O que mais precisamos saber ou receber de sinal?


sexta-feira, 15 de maio de 2026

2 PEDRO 1:11

2 PEDRO 1:11

Pois desta maneira é que vos será amplamente suprida a entrada no reino eterno...

A expressão "por elas vos torneis coparticipantes da natureza divina", extraída da Segunda Epístola de Pedro, carrega uma das promessas mais profundas da teologia cristã. Ela não sugere que o ser humano se transforma em DEUS em sua essência, mas aponta para o conceito clássico da theosis (ou divinização): a restauração da imagem e semelhança divinas na humanidade por meio da graça.

Essas "promessas" a que o texto se refere são os dons de vida e piedade concedidos por CRISTO. Ao acolhê-las, o crente é capacitado a romper com a corrupção moral que domina o mundo, purificando seus desejos e ações. Participar da natureza divina significa, portanto, refletir o caráter de DEUS na Terra.

Essa transformação exige resposta ativa. Não se trata de um estado estático, mas de uma caminhada contínua de fé. À medida que nos esvaziamos de nós, permitimos que o ESPÍRITO SANTO guie nossa mente e coração, moldando nossa identidade à imagem do FILHO.

Assim, a promessa bíblica nos convoca a uma dignidade elevada e a uma responsabilidade mútua. Fomos criados para a ETERNIDADE; ao participarmos da vida de DEUS, encontramos nossa verdadeira essência, vivendo no tempo com os olhos fixos no futuro destinado aos filhos de DEUS.


JÓ 12:10

 JÓ 12:10

Na sua mão está a alma de todo ser vivente e o espírito de todo o gênero humano.

O controle do universo, em seus mínimos detalhes, pertence exclusivamente ao CRIADOR. Este domínio absoluto é exercido pela constante manifestação da SANTÍSSIMA TRINDADE.

A obra mais significativa realizada certamente repousa na REDENÇÃO. Mas o labutar da mesma exigiu do FILHO a exposição mais dolorosa que poderia um “ser humano” passar - a vergonha e zombaria por AMAR.

Quando vemos Jó afirmando sobre o homem, sua alma e sua destinação, neste mesmo capítulo, leremos “Eu sou como aquele que é zombado por seu vizinho, que invoca a Deus, e ele lhe responde; o homem justo e reto é motivo de riso e escárnio” (v. 4), e nesse cenário prefigura o CRISTO de DEUS no Calvário. Veja as passagens: “Salvou os outros; que salve a si mesmo, se é o Cristo, o escolhido de Deus!”, “Você não é o Messias? Então salve a você mesmo e a nós também!” ou “Salva-te a ti mesmo, se és Filho de Deus, e desce da cruz! Salvou os outros, a si mesmo não pode salvar-se. Desça da cruz, e creremos nele. Confiou em Deus; pois venha livrá-lo agora” (MC 15:16-20, MT 27:27-31 e LC 23:39) - em meio ao caos e à humilhação, a resposta do SALVADOR foi a entrega absoluta: "PAI, em tuas mãos entrego o meu espírito" - “Ninguém zomba de Deus”. Resta-nos a pergunta essencial: nas mãos de quem está a sua alma?

2 CORÍNTIOS 1:4

 

2 CORÍNTIOS 1:4

É ele que nos conforta em toda a nossa tribulação, para podermos consolar os que estiverem em qualquer angústia, com a consolação com que nós mesmos somos contemplados por Deus

Inegavelmente, enfrentaremos dias em que nossa fé será testada até o limite. Nesses momentos, lembramos que felizes são os que perseveram, pois receberão a "coroa da vida" (Tiago 1:12). As ESCRITURAS nos desafiam a encarar as provações com alegria (Tiago 1:2-4) e a não estranhar a "ardente prova", mas nos alegrarmos por sermos participantes dos sofrimentos de CRISTO (1 Pedro 4:12-13).

Para o apóstolo Paulo, a vida cristã não era superficial. Ele enfrentou dores profundas, muitas vezes sem um abraço humano ou uma "destra de amizade". No entanto, é nessa vulnerabilidade que a finalidade da tribulação se revela: somos moldados para ajudar quem atravessa reveses e angústias, retribuindo o cuidado que já recebemos de DEUS.

Ver o próximo sofrer - seja por perseguição à PALAVRA ou pelas lutas da vida - deve despertar em nós compaixão e motivação a consolá-lo. O detalhe mais extraordinário é que JESUS nos enviou o CONSOLADOR. Portanto, ao estendermos a mão a quem chora, tornamo-nos instrumentos do próprio ESPÍRITO SANTO - fazemo-nos um com Ele. Fomos confortados para confortar; que sejamos, na prática, a expressão do amor de DEUS.

terça-feira, 12 de maio de 2026

SALMO 102:18

 

SALMO 102:18

Isto se escreverá para a geração futura; e o povo que se criar louvará ao Senhor

Este Salmo traduz a angústia de um poeta que vivenciou as trevas do exílio. A dor de ver Sião abandonada e os lugares santos esquecidos era o reflexo de um povo que colhia as consequências de suas escolhas.

Contudo, em meio às ruínas, o autor semeia fé e esperança através de três pilares: (a) Consciência da Eternidade: Ele reconhece que, embora a existência terrena seja passageira e degradável, o que é Eterno permanece para os fiéis; (b) Legado Espiritual: Há um anseio profundo para que a próxima geração não apenas ouça sobre Deus, mas viva plenamente para Ele; (c) Certeza da Restauração: A confiança de que Deus levanta servos para restaurar tanto as estruturas físicas quanto as espirituais.

O texto nos ensina que o SENHOR jamais vira as costas aos filhos da ALIANÇA. Mesmo quando muitos sucumbem à dor, Ele se revela como o DEUS da Providência.

Existem tempos de afastar e de aproximar; todavia, independentemente da densidade das trevas, Ele permanece fiel de geração em geração. No tempo perfeito e seguro de DEUS, o livramento e a paz são alcançados. Nunca se esqueça: Ele lembra de Sua ALIANÇA. “Aos chamados, amados em Deus Pai e guardados em Jesus Cristo...” (Judas 1:1,2).

2 CORÍNTIOS 1:4

                                                                 2 CORÍNTIOS 1:4

É ele que nos conforta em toda a nossa tribulação, para podermos consolar os que estiverem em qualquer angústia, com a consolação com que nós mesmos somos contemplados por Deus

Inegavelmente, enfrentaremos dias em que nossa fé será testada até o limite. Nesses momentos, lembramos que felizes são os que perseveram, pois receberão a "coroa da vida" (Tiago 1:12). As ESCRITURAS nos desafiam a encarar as provações com alegria (Tiago 1:2-4) e a não estranhar a "ardente prova", mas nos alegrarmos por sermos participantes dos sofrimentos de CRISTO (1 Pedro 4:12-13).

Para o apóstolo Paulo, a vida cristã não era superficial. Ele enfrentou dores profundas, muitas vezes sem um abraço humano ou uma "destra de amizade". No entanto, é nessa vulnerabilidade que a finalidade da tribulação se revela: somos moldados para ajudar quem atravessa reveses e angústias, retribuindo o cuidado que já recebemos de DEUS.

Ver o próximo sofrer - seja por perseguição à PALAVRA ou pelas lutas da vida - deve despertar em nós compaixão e motivação a consolá-lo. O detalhe mais extraordinário é que JESUS nos enviou o CONSOLADOR. Portanto, ao estendermos a mão a quem chora, tornamo-nos instrumentos do próprio ESPÍRITO SANTO - fazemo-nos um com Ele. Fomos confortados para confortar; que sejamos, na prática, a expressão do amor de DEUS

sábado, 9 de maio de 2026

"Consummatum est"

[156]


Um dia de misturas

O Céu que cumpre sua vontade

E o Filho de Deus em agonia,

Sem poder atestar que sua alegria

Era maior que aquela dor exposta.


Alvorada de dor,

Simples ato de profundo amor,

Lugar de vistas trevas,

Local de esferas celestes

Em cantos de "está consumado".


Eis a sombra da cruz,

Vereda citada por Cristo

Para que, no meio de tudo isto,

Moisés e a Lei se efetivem

Em total profundidade.


Homem de dores e que sabia do sofrer,

Homem desnudo que experimentou o moer,

Homem do Céu que soube bem

Como amar a todo alguém,

Ainda que desprezado tenha sido.


Línguas pelas quais brigam os homens

Agora não mais em Babel;

Um Pentecostes de paixão

Para almas perdidas mudarem o coração.


De um trino excelso e belo,

Soberano em vontade,

Estava ali o Filho de Deus,

Entregue a uma corrente sem o elo,

Mas que ligaria povos ao Eterno.


Não houve erro de cálculo,

Tampouco plano segundo,

Pois a Salvação deste mundo

Era certa, ainda que um absurdo

Pela máscara de ódio em cada pessoa.


Não há como retribuir a Graça,

Mas impera que se faça

A imitação deste perfeito Mestre,

Que tão docemente se entregou

Porque a tantos Ele amou.


Desta agonia, agonizante face,

Tiram-se lições de vida,

Seja o poeta quem a trace

Por bela poesia,

Um momento que abrace.


Eis o mundo,

Servo do pecado tão profundo,

Mas alvo de um presente

Que pode mudar

A mente de toda essa gente.


A marca do cravo

Para um povo que é escravo

Mas que liberto está

Pelo aroma da lápide solta

Numa pedra que rolou,

O corpo que já ressuscitou.


"Consummatum est".

sexta-feira, 8 de maio de 2026

2 TIMÓTEO 4:7

 

2 TIMÓTEO 4:7

Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé... Já agora a coroa da justiça me está guardada

Perseverar nos dias de Paulo exigia mais do que fundamentar a fé sobre a Rocha; demandava manter a confissão inabalável diante das astúcias satânicas que, desde o primeiro século, intensificam-se. Ao mencionar as "bocas de leões", Paulo aludia tanto às feras das arenas quanto ao seu algoz, Nero, que o mantinha encarcerado em Roma.

Sem vitimismo, o apóstolo relata o abandono de cooperadores - realidade compreensível à luz da “Parábola do Semeador”. Alguns não apenas desertaram, mas causaram-lhe males reais. Ao instruir Timóteo a afastar-se de tais indivíduos, expondo nomes, Paulo agiu para proteger o discípulo e a Igreja.

Mesmo em meio à privação, vemos sua humanidade: ele solicita sua capa, livros e a assistência de Marcos, demonstrando o zelo pelo estudo e o autocuidado. A "agonia" paulina toca nossas emoções quando ele declara ter completado a carreira e guardado a fé. Seu brado ressoa o "tetelestai" de Cristo: o cumprimento da missão.

Em Roma, sua última morada terrena, a solidão apostólica revela uma mente renovada e dependente do Senhor. Ser Paulo nunca foi uma missão leve. Que não sejamos apenas observadores de sua trajetória, mas operosos em obras que glorifiquem a Deus. “A Ele, pois, a glória pelos séculos dos séculos. Amém!”, disse Paulo.

segunda-feira, 4 de maio de 2026

JOÃO 3:36

JOÃO 3:36
Por isso, quem crê no Filho tem a vida eterna; o que, todavia, se mantém rebelde contra o Filho não verá a vida, mas sobre ele permanece a ira de Deus

João 3:36 encerra o capítulo com um dos paradoxos mais profundos das Escrituras: a coexistência entre o amor redentor e a justiça divina. 

Embora o texto declare que _"Deus amou o mundo"_, ele estabelece a obediência como evidência vital da salvação.

A linha divisória é clara: a fé absoluta no Filho traz absolvição, enquanto a incredulidade retém sobre o homem a ira divina. 

No diálogo com Nicodemos, Jesus introduz o _"novo nascimento"_ como pré-requisito para a herança eterna. 

CRISTO, elevado ao CÉU e à cruz, é mais que o mediador: é a única via de acesso ao Reino.

Essa dinâmica desdobra-se em três pilares fundamentais:

*Identidade:* Crer no Filho é receber a própria Vida personificada em obediência.

*Herança:* O regenerado torna-se herdeiro do galardão prometido.

*Frutificação:* A confissão de fé gera submissão levando a amar a Deus e ao próximo, como reflexo natural de ter sido amado primeiro.

A _"ira de Deus"_ não é um conceito arcaico, mas uma realidade presente para quem persiste na rebeldia. 
A escolha é definitiva: a vida em Cristo ou o peso do juízo. 

A obediência não compra a eternidade, mas atesta a sua posse. 
Deus ama profundamente, mas sua santidade exige uma resposta prática. 

*Reflita:* sua fé tem produzido obediência ou sua vida ainda flerta com a rebeldia?