Conjuro-vos, ó filhas de Jerusalém, pelas gazelas e cervas do campo, que não acordeis, nem
desperteis o amor, até que este o queira.
*Cânticos 2:8*
esposa
Ouço a voz do meu amado...
*Cânticos 2:10*
esposo
Levanta-te, querida minha, formosa minha, e vem.
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*Cânticos 8:5-7*
coro
⁵ Quem é esta que sobe
⁷ As muitas águas não poderiam apagar o amor, nem os rios, afogá-lo (arrastá-lo)...
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*Cânticos 2:8*
Ouço a voz do meu amado...
*Cânticos 6:3-5*
Eu sou do meu amado e o meu amado é meu.
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A verdade sobre o amor, que as muitas águas não apagam e nem as correntezas o afogam, passa pela submissão ao Senhor, que deixou o exemplo de como amar da forma certa. E qual seria?
*(a)* O sacrifício de si mesmo, o negar-se quando queremos crescer e diminuir o outro, quando desejamos nossa vontade viva e a vontade do outro em segundo plano; *(b)* O submeter-se ao NOIVO, cabeça da noiva, o CRISTO que se entrega pela igreja, para torná-la perfeita, sem mácula, para que, uma vez submissa a ELE, possa NELE produzir algo com VIDA, e uma vida que de fato nada pode apagar; *(c)* em meio a tantas vontades, a tantos desejos, a tantas ilusões estéticas que remontam cerimônias, o que vem depois, cotidiana convivência, seja mais forte que a morte da relação, renascendo todos os dias e inundando de comunicação e perdão, disposição de compromisso e consciência de ver Deus fazer o querer e o realizar.
Subir o monte estético é fácil, encher o álbum de fotos lindas é perfeito, mas descer para a vida comum e real é o que importa. Pois este hora passará e restará o resto, o resto de uma vida juntos.
Depois do mútuo sim, começa uma nova vida do "uma só carne", onde todos os passados devem morrer.
Se CRISTO não estiver junto, até as águas secarão.
O texto de Cantares trata do amor entre dois seres profundamente apaixonados, exalando a pureza e a doçura desse sentimento. Embora muitos o interpretem de forma alegórica - relacionando-o a Deus e Israel ou a Cristo e a Igreja -, o foco central deve ser o que ele de fato é: a celebração entre um homem e uma mulher. Em versos límpidos, o livro mostra que Deus criou os corpos humanos não apenas para serem funcionais, mas estéticos, moldados para o pleno e mútuo prazer.
Refletindo sobre a riqueza do verso “eu sou do meu amado e o meu amado é meu”, sobressai a beleza do pertencimento, que supera as maiores poesias românticas da história. Na sociedade atual, disputas por empoderamento têm, muitas vezes, empobrecido essa preciosa sensação de ser de alguém.
Trazendo essa dinâmica para o campo espiritual, é maravilhoso pertencer a Jesus e a Deus. Que não percamos a essência desse amor capaz de nos fazer viver dentro de alguém e para alguém. Ao olhar para os cravos no meu SENHOR, senti a beleza de meu CRISTO se esvair em sangue, por AMOR.
Afinal, a entrega mútua - seja no plano humano, seja no divino - não anula a vida do outro, mas a completa; pelo contrário, confere-lhe sentido pleno, transformando o ato de pertencer em uma das mais profundas e libertadoras experiências da existência.
Portanto,
também nós, visto que temos a rodear-nos tão grande nuvem de testemunhas,
desembaraçando-nos de todo peso e do pecado que tenazmente nos assedia,
corramos, com perseverança, a carreira que nos está proposta, olhando firmemente para o Autor e
Consumador da fé, Jesus, o qual, em troca da alegria que lhe estava proposta,
suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, está assentado à destra do
trono de Deus.
Não
podemos ignorar que, entre tantos servos do Senhor que pisaram na Terra
deixando esta “nuvem de testemunhas”, Jesus é quem deve ser olhado com cuidado.
Considerando que qualquer um que viesse a se pronunciar sobre algo tratando-se
de fé teria que fixar seus olhos diretamente neste Autor e Consumador — que
antes de tudo existia e que se fez carne —, Ele abre um núcleo celular para
onde apontam as maiores crenças que existiram ou existirão.
Fixar os olhares em um Deus que se põe entre pecadores, de quem emergirão as tantas testemunhas.
Muito mais que um simples homem, mas totalmente homem e Deus,
estava ali, sendo pregado na cruz, alguém que decidiu se revestir de
mortalidade para ser um igual com suas testemunhas, para que soubessem o
assunto central de sua obra de salvação.
Jesus de Nazaré, o Deus completo e total que, sabendo seu caminho
e sendo o Caminho, ressuscita para acabar com o mistério do pós-morte. E assim
nos tornou.
HEBREUS 12:1-2 (II)
Portanto, também nós, visto que temos a rodear-nos
tão grande nuvem de testemunhas, desembaraçando-nos de todo peso e do pecado
que tenazmente nos assedia, corramos, com perseverança, a carreira que nos está
proposta, olhando firmemente para o Autor e
Consumador da fé, Jesus, o qual, em troca da alegria que lhe estava proposta,
suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, está assentado à destra do
trono de Deus.
E
nesta tentativa de apresentar o que todos já sabem, ateus e crentes: nada do
que veio a existir assim teria sido se para Ele não fosse feito. João, em seu
Evangelho, dirá esta verdade, calando o senso comum que quer que se prove algo.
Diante de tantos olhares, ocorre um fato que impõe à história a realidade de um
Reino Eterno que está posto sobre todos os reinos; um Rei soberano que governa
tantos reis quantos tenham sido plantados. E, quem sabe, pela fé, acertando a
frase de que “entre deuses, jamais haverá um que seja Deus como Cristo o foi”,
para atestar sua unidade com o Pai, que o remeteu à Terra, “agradando-se em
moê-lo” com objetivos claros de transtornar o caminho dos homens e suas mentes
profanas e descrentes.
A carreira que está proposta no começo da era cristã em palavras
vem ecoar o que Paulo dirá que “completou”. E, nesta visão, perseverar, porque
desistir não é opção para quem foi chamado para seu eterno propósito: a
salvação da alma humana.
HEBREUS 12:1-2 (III)
Portanto, também nós, visto que temos a rodear-nos
tão grande nuvem de testemunhas, desembaraçando-nos de todo peso e do pecado
que tenazmente nos assedia, corramos, com perseverança, a carreira que nos está
proposta, olhando firmemente para o Autor e
Consumador da fé, Jesus, o qual, em troca da alegria que lhe estava proposta,
suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, está assentado à destra do
trono de Deus.
E
neste cruzamento entre a ignomínia e a pureza da fé estão tantos que morreram
destemidos pelo seu Nome. Olhar, portanto, para o Autor e Consumador da fé é
entender as definições do Senhor sobre si mesmo quando diz em Apocalipse ser “o
Alfa e o Ômega”, o “Princípio e o Fim”, e, pelo mesmo João, o “Verbo que se fez
carne”.
Paulo ousa falar sobre temas dos quais diz: “grande é este
mistério”. Consideremos isso não como uma rota de fuga explicativa, mas como
algo sobre o qual ele mesmo dirá: “quem pode ser conselheiro do Senhor, ou quem
pode conhecer a mente de Deus?”.
Eis os traços das tantas doxologias que emergem da Palavra e criam
em nós um alicerce cuja visão é do Senhor, que nos impele a crer e perseverar.
O que pensar, então, desta proposta de que tratamos? Uma vida
cheia de garantias e que não se perverte pela incredulidade de tantos ou até
mesmo pela dor de uma perseguição. Eis o Cristo.
HEBREUS 12:1-2 (IV)
Portanto, também nós, visto que temos a rodear-nos
tão grande nuvem de testemunhas, desembaraçando-nos de todo peso e do pecado
que tenazmente nos assedia, corramos, com perseverança, a carreira que nos está
proposta, olhando firmemente para o Autor e
Consumador da fé, Jesus, o qual, em troca da alegria que lhe estava proposta,
suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, está assentado à destra do
trono de Deus.
Desta
sequência de meditações transformadas em sermão, cuidando da verdade absoluta
que pode vir a transformar vidas pela força da cruz — onde sangue e carne moram
na memória de tantos que vieram à luz —, muitos, não vivendo em trevas e nem as
aceitando, tiveram suas vidas assentadas a uma mesa “em memória Dele”, a fim de
que, por todo o tempo, participemos da alegria que Ele deixou para nos dar o
gozo de uma vida que ninguém pode roubar.
“Tetelestai” conecta-se bem com a ideia de Consumador da fé, “o
fim ao qual todas as coisas se relacionam, o propósito”. “Quando, pois, Jesus
tomou o vinagre, disse: Está consumado! E, inclinando a cabeça, rendeu o
espírito” (João 19:30).
Se Ele suportou a cruz por nós, então “se alguém quiser
acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me” (Marcos 8:34), e
isto conclui a história aos hebreus. E, se queremos nos assentar nas regiões
celestiais, então vivamos nesta “nuvem de testemunhas”.
Tão somente sê forte e mui corajoso para teres o cuidado de fazer
segundo toda a lei que meu servo Moisés te ordenou; dela não te desvies, nem
para a direita nem para a esquerda, para que sejas bem-sucedido por onde quer
que andares.
Mudanças são mais comuns do que parece. Esta ideia da transição de
Moisés para Josué traz o grande ponto para todos os seres humanos, que estão
acostumados e tomar decisões, escolher caminhos e seguir em frente, sem
consultar ao SENHOR, ou quem sabe condicionando esta consulta à vontade do seu
coração. E nesta passagem aprendemos: (a) sobre a SOBERANIA e a PRESENÇA
de DEUS em cada momento, quando se é chamado para uma “missão”, sabendo que não
habitamos o planeta apenas para satisfação pessoal; (b) DEUS, em sua SABEDORIA,
deixa um referência tremendo, pois tudo que Josué precisava era seguir as
mesmas LEIS que DEUS havia comunicado a Moisés; (c) vemos, ainda, uma
figura de CRISTO, que em meio a suas agonias, buscou satisfazer à VONTADE
daquele que o chamara para sua caminhada nesta vida.
A conclusão: “sê forte e corajoso; não temas, nem te espantes, porque
o Senhor, teu Deus, é contigo por onde quer que andares” – esta força vem
do SENHOR, a direção vem do SENHOR, o medo pode aparecer, mas a coragem é
mergulhada na presença do SENHOR. Ao olharmos isto, sejamos sábios para viver
para GLÓRIA DE DEUS.
E, levantando-se, foi para seu pai. Vinha ele ainda longe, quando seu
pai o avistou, e, compadecido dele, correndo, o abraçou, e beijou.
Neste episódio, percebemos a tolice que é seguir a vontade própria, sem
dar o devido valor ao que já se tem nas mãos. Quando o ser humano cai em
tentação, buscando sua satisfação distante de casa, verá que “longe dele nada
podemos fazer, e a suposta paz que o mundo oferece jamais será a mesma que DEUS
dá”. A parábola mostra que o filho teve sua memória despertada e percebe o
erro que cometeu. Levantando-se, ele decide voltar, mas não de qualquer jeito -
havia ali um coração arrependido: “então, caindo em si, disse...levantar-me-ei,
e irei ter com meu pai, e dir-lhe-ei: pai, pequei contra o céu e
diante de ti; já não sou digno de ser chamado teu filho; trata-me como um dos
teus trabalhadores” (v. 17-18-19); “ao chegar, o filho
reconhece sua culpa: pai, pequei contra o céu e diante de ti; já não sou digno
de ser chamado teu filho” (v. 21). E o pai o surpreende e supera qualquer
expectativa: “o pai disse aos seus servos: depressa! Tragam a melhor
roupa e vistam-no, coloquem um anel em seu dedo e calçados em seus pés e
vamos fazer uma festa e comemorar, porque este meu filho estava morto
e reviveu, estava perdido e foi achado. E alegraram-se todos.”
(v. 22-24). PENSE BEM NISTO: ou reconhecemos o SENHOR em nós ou seremos
estes filhos rebeldes e néscios que iludem a si mesmos.
Ele era desprezado e rejeitado pelos homens, um homem de tristezas e familiarizado com a dor; e como alguém de quem os homens escondem suas faces, foi desprezado, e nós não o estimávamos
Ao mergulharmos no profetismo setecentos anos antes de CRISTO, percebemos um anúncio doloroso que, se fosse hoje, muitos considerariam impossível. Contudo, a realidade atual aponta para o mesmo desprezo, agora manifestado da seguinte forma : (a) quando perseguem aqueles que creem em JESUS e blasfemam contra o CRISTO a quem servem; (b) na forma aberrante de rejeitar a PALAVRA DE DEUS, que deveria ser a direção clara para a humanidade em meio às vertentes sectárias globais; (c) na violência com que atacam os valores celestiais, preferindo teorias imorais e antiéticas que demonizam os ensinamentos divinos, tutoriais do inferno que emergem de pessoas que sequer amam a si mesmas.
Observar Isaías pronunciando-se sobre o tratamento dado ao MESSIAS revela um sistema que tentou abortar a verdade desde o início, seja na perseguição de Herodes a José e Maria, seja no levante dos fariseus que usaram o governo romano para crucificar o SALVADOR.
JESUS continua sendo desprezado. Disso, relembramos as palavras de João: “amaram mais as trevas do que a luz”. Eis a crua realidade de um tempo que servirá de testemunho contra a impiedade humana. Vivamos firmes na luz, pois dela dependemos totalmente.
Exortamo-vos, também, irmãos, a que admoesteis os insubmissos, consoleis os desanimados, ampareis os fracos e sejais longânimos para com todos.
Ainda numa sequência do pensamento de Paulo, quando observamos a igreja dos nossos dias, notamos que as ideias seculares, mundanas, desertam saciedade em muitos dos “filhos de Deus”, pois envolvidos em seus empregos, escolas, círculos de amizade, o falar dos atributos de DEUS e de seu REINO, torna-se motivo de isolamento e solidão nas suas rodas de conversas (quando não motivo de zombaria e perseguição).
Sabemos que os dias não são fáceis em relação às demandas do Céu. Pense em falar do AMOR e SALVAÇÃO, da morte de JESUS, de sua RESSURREIÇÃO... sem espaço.
Quando vejo jovens sendo punidos socialmente por professar sua fé, sinto a dor deles. A grande questão é que acabam cedendo espaço e se afastando da COMUNHÃO, o que muitas vezes se torna nocivo à sua vida espiritual.
Sabendo disso, devemos nos tornar apoio a tantos que são assediados por estas vãs filosofias, e termos a coragem de confronto em AMOR, a fim de usarmos a PALAVRA para sua maior finalidade: ensino, correção e disciplina.
Logo e falando nestes aspectos, entenderemos o Apóstolo chamando os crentes a CUIDAREM uns dos outros, tendo a infinita PACIÊNCIA que JESUS teve, e dar seu melhor para que nenhum ser perca. Eis a VOCAÇÃO.
Exortamo-vos, também, irmãos, a que admoesteis os insubmissos, consoleis os desanimados, ampareis os fracos e sejais longânimos para com todos.
Nesta realidade paulina, veremos uma preocupado em socorrer aos irmãos de Tessalônica, a fim de não apenas prepara-los para o FIM DO MUNDO, mas para as falsas proclamações de paz, visando enganar os crentes.
Sabe aquela frase “se te dá paz, tudo bem, faça”? Pois bem, é nesta linha de raciocínio por uma paz que o mundo quer dar ou produzir, mas que somente nosso SENHOR pode gerar.
Corações cansados, sobrecarregados, não enxergam em que direção trilhar. O “vinde a mim” de CRISTO muitas vezes encontrará nossos corações como a fonte exata para esta acolhida, para o exercício da compaixão.
Por isso lemos: “sejamos sóbrios, vestindo a couraça da fé e do amor e o capacete da esperança da salvação, porque Deus não nos destinou para a ira, mas para recebermos a salvação por meio de nosso Senhor Jesus Cristo” (5:8,9). E Paulo reforça: “tenham cuidado para que ninguém retribua o mal com o mal, mas sejam sempre bondosos uns para com os outros e para com todos, orem continuamente, não apaguem o Espírito, que o próprio Deus da paz os santifique inteiramente” (5:15,17,19,23).
Este e o recado final: “responsabilizo-os diante do Senhor para que esta carta seja lida a todos os irmãos” (5:27). Então ACOLHA, ABRACE, AJUDE E VIVA PARA DEUS.
Exortamo-vos, também, irmãos, a que admoesteis os insubmissos, consoleis
os desanimados, ampareis os fracos e sejais longânimos para com todos.
O apóstolo Paulo, sobre a igreja em Tessalônica, não era apenas
“elogios”, mas um composto de exortações, a fim de alerta a todos sobre “o
dia do Senhor virá como ladrão à noite” (5:2). Quando tendemos a riscos ou
perigos, nossa tendência é logo avisar quem amamos ou queremos bem, para que
providências sejam tomadas.
O verso 14 trata praticamente de todos os enunciados emitidos no Antigo
Testamento, quando fala de pessoas que não se submetem ao SENHOR e à sua
PALAVRA, pessoas que no meio da caminhada, seja por provas ou problemas,
resolvem desanimar e desejar para no meio de seus desertos, outros que
fraquejam não apenas na sua fé, mas em suas emoções, deixando-se abater e
entrando no caos da ansiedade e muitas vezes da depressão. E Paulo apenas dirá:
“seja longânimo”. “Deriva do latim longanimis, junção de longus
("longo" ou "distante") e animus ("alma",
"ânimo" ou "coração"), quem sabe, uma "alma
grande" ou "fôlego longo" capaz de suportar provações e
sofrimentos por um longo tempo”. POR ISSO, suporte, aguente e ajude.
Ele dirá: “Vocês todos são filhos da luz” (5:5), num olhar para JESUS
que nos chama a ser luz.
Quando você encontrar alguém fraco, ao invés de empurrar para o abismo,
ACOLHA-O, em AMOR.
Eu sei, ó Senhor, que não cabe ao homem determinar o seu caminho, nem ao
que caminha o dirigir os seus passos.
É interessante como somos alertados pelos servos do passado sobre a situação
do ser humano, quanto ser pensante. Carregamos a imagem e semelhança de DEUS,
nosso CRIADOR, mas pela presença do pecado, resultado do contato com satanás,
toda a destreza fora contaminada. A mente está prisioneira do ego e do mal.
Desta forma, prestando atenção em um verso INSPIRADO por DEUS, no Salmo
119:15, “lâmpada para os meus pés é a tua palavra e, luz para os meus
caminhos”, ficará bem claro aos lúcidos e dispostos a obedecer que somente
DEUS sabe o melhor para seu povo, colando com toda a autoridade a este Salmo os
dizeres de CRISTO, “aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o
que me ama; e aquele que me ama será amado de meu Pai, e eu o amarei e me
manifestarei a ele” (João 14:21) – Jeremias disse: “eu sei”.
Leiamos alguns textos à luz da verdade do nosso verso-chave: “há
caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele são os caminhos da morte”
(PV 14:12), “os passos de um homem bom são confirmados pelo SENHOR, e ele
deleita-se no seu caminho” (SL 37:23), “confie no Senhor de todo o seu
coração e não se apoie em seu próprio entendimento” (PV 3:5). É o
suficiente, portanto que isto tome conta de tua vida sempre. Diga “eu sei”.