Pesquisar este blog

sexta-feira, 19 de junho de 2026

Antoine de Saint-Exupéry

"Tu te tornas eternamente responsável pelo que cativas", uma frase famosa para tantos que leram a obra de Antoine de Saint-Exupéry, o Pequeno Príncipe.


Não por acaso, sofremos num mundo obstinado ao não compromisso, a vertente de não responsabilidade, lançando tantos à masmorra da solidão e da busca de outrem.


Abrir mão do tornar-se cativo pelo amor é a rota de fuga para a infelicidade.


Eternamente é forte e somente CRISTO pode cumprir esta realidade.


Mas o mesmo CRISTO do amor deixou-nos a missão de sermos reconhecidos pelo amor, que se origina Nele mesmo.


O autor desta obra conseguiu deixar uma mensagem valorosa, de um diferencial de quem somos para o outro e de quem este outro deve ser para nós, num zilhão de "gentes" ao nosso redor.


A prisão ou cativeiro do amor é algo maravilhoso, de interdependência, de comunhão e profundo cuidado, que nos remete muito aos primeiros cristãos convertidos.

Não há espaço para o abandono, para causar a dor - e abre espaço para um dos fundamentos da eternidade, o perdão.


O cativeiro do amor exige responsabilidade. Então que tenhamos cuidado de quem cativamos e por quem fomos cativados.

Isto sugere um laço de aliança, ato que Deus derramou sobre seus filhos, para que em Cristo tivessem a segurança que seu amor é eterno e com qualidades inefáveis.


Tornar-se responsável, colocar a "flor" numa redoma e mesmo quando partirmos, saberemos da missão cumprida.


O adeus existe e machuca, mas as marcas do "cativar", no universo da memória gerarão a satisfação do amar e ser amado.

Portanto perca o medo e se permita cativar e ser cativado.


[07:13, 19/06/2026] Carlos Puck - Novo Número: O Cativeiro do Amor

​"Tu te tornas eternamente responsável pelo que cativas." Essa frase marcante de O Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry, ecoa como um lembrete urgente. Hoje, sofremos em um mundo obstinado pelo descompromisso e pela irresponsabilidade, o que lança muitos na masmorra da solidão. Abrir mão de cativar pelo amor tornou-se uma rota de fuga para a infelicidade.

​A palavra "eternamente" é forte, e plenamente só Cristo pode cumprir essa realidade. Contudo, Ele nos deixou a missão de sermos reconhecidos pelo amor que Dele se origina. O autor da obra capturou um valor precioso: o diferencial de quem somos para o outro numa multidão ao redor.

​Esse "cativeiro" do amor é maravilhoso. Trata-se de interdependência, comunhão e profundo cuidado, remetendo-nos aos primeiros cristãos. Nele, não há espaço para o abandono ou para causar dor; abre-se, sim, espaço para o perdão, fundamento da eternidade.

​O laço do amor exige responsabilidade. Devemos zelar por quem cativamos e por quem nos cativou. Isso evoca uma aliança, reflexo do amor inefável que Deus derramou sobre Seus filhos em Cristo. Tornar-se responsável é proteger nossa "flor" em uma redoma para que, na hora da partida, reste a certeza da missão cumprida. O adeus machuca, mas as marcas do afeto gerarão a satisfação de amar e ser amado. Perca o medo: se permita cativar e ser cativado.

2 PEDRO 3:4

 2 Pedro 3:4 

... Onde está a promessa da sua vinda? Porque, desde que os pais dormiram, todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação...

Eis que muitos se levantarão para "zombar" da demora do SENHOR para resgatar seu povo.

Mas seus olhos, cegos e delinquentes, verão, aceitando ou não Jesus vindo em poder e glória, e tomando para si, o que o apóstolo Pedro disse em sua primeira carta sobre "propriedade exclusiva de Deus e nação Santa, sacerdotes reais", reforçando o que Jesus deixou prometido quando afirmou que foi preparar os lugares às Bodas do Cordeiro posta na Nova Jerusalém.

Que dor sentirão quando ouvirem o som da última trombeta e lançados no fogo, nada mais lhes restará que o abandono eterno.

DEUS ouve o som da lágrima mais silenciosa que cai dos olhos daqueles que foram perseguidos e machucados pela fé apenas em CRISTO.

Ai dos escarnecedores!

Mal sabem tais pessoas que a "SALVAÇÃO vem do SENHOR" e sob esta Verdade "todo joelho se dobrará e toda língua confessará que JESUS CRISTO é o Senhor para a glória do PAI".

VEREMOS até mesmo o inferno ser lançado no "lago de fogo". Isto é promessa e profecia.

"Busque o SENHOR enquanto se pode achar".

Não tarda a promessa.

O engano

A salvação é estritamente pela graça, mediante a fé, mas uma fé verdadeira obrigatoriamente produz frutos de santidade e exclusividade na adoração.

Uma das grandes tristezas que a humanidade enfrentará em seu encontro com Jesus é ouvir Dele que Ele não a conhece. E essa tristeza virá de algo que espantará qualquer pretensão de autossuficiência espiritual:

Pessoas religiosas que nada produziram de frutos, mesmo estando sempre presentes nos templos.

Pessoas que enganaram a si mesmas, vivendo uma vida dissoluta, entregue a vícios, caprichos e desejos, além de práticas totalmente contrárias às propostas bíblicas de santidade.

Pessoas que usavam a Bíblia como adorno sobre as mesas, ou que apenas ouviam a boca dos pastores que a pregavam, mas em cujos corações habitavam obras enganosas e malignas.

Pessoas que misturavam misticismo, bruxaria e feitiçaria em suas leituras, tratando a Bíblia como apenas "mais uma" fonte, e não como a Fonte da Vida e a única regra de fé e prática.

Pessoas que buscavam a bênção de Deus via palavras pastorais, usando esses métodos como uma espécie de "mandinga" ou amuleto de proteção espiritual, mas que mantinham uma vida longe do Altar.

Tudo isso parece sugerir uma salvação por obras, mas não... 

São, na verdade, evidências de uma religiosidade descomprometida, sem responsabilidade com o Céu e com o Senhor; uma espiritualidade mergulhada no sincretismo que, no passado, acendeu a ira de Deus sobre o seu próprio povo.

A idolatria, quando materializada, é representada por símbolos que servem a um coração enganoso: imagens de escultura, busca por "suplementos" para a fé e altares que desviam o olhar da exclusividade devida Àquele que tudo criou. 

Todos nós corremos o risco de sermos vítimas de nós mesmos, pois tendemos a adorar o que queremos e da forma que achamos legal, quando deveria ser a Bíblia a ditar as formas da nossa adoração.

Triste será ver padres, pastores e lideranças espirituais que mentiram aos povos. Deus lhes pedirá contas pelas almas enganadas. Seja o clero que ensina que a adoração ou veneração a imagens e santos provém de Deus, ou pastores que fazem de seus púlpitos um altar de culto à prosperidade e ao ego. Ou os líderes motivacionais que usam o altar para inflar o homem, fazendo-o crer que o ser humano é o fim em si mesmo.

O Dia do Senhor virá. Certamente muitos ouvirão: "Não vos conheço", como a palavra final de um Deus que nunca brincou ao sacrificar seu Filho em uma cruz para, depois, ver o ser humano colocar ídolos, misticismos e crendices no lugar que é exclusivo Dele.

Ainda dá tempo de se arrepender. O Dia, porém, não será cancelado.

Vejamos versículos que auxiliam neste entendimento:

1. O Falso Sentimento de Salvação e a Ausência de Frutos

O cerne é a fé que salva é a fé que santifica (Tiago 2:17). Estar no templo sem regeneração não salva ninguém.

Mateus 7:21-23 - "Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? (...) E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade."

2. O Perigo do Sincretismo e a Bíblia como Única Regra (Sola Scriptura)

Misturar a fé bíblica com misticismo, superstições ou usá-la como amuleto atrai o juízo de Deus. A Escritura não divide espaço com nenhuma outra prática.

Apocalipse 22:18-19: Aponta o perigo de acrescentar ou tirar algo da Palavra.

Deuteronômio 18:10-12: "Não se achará entre ti quem faça passar pelo fogo o seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro; (...) pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao Senhor."

3. A Exclusividade da Adoração (Soli Deo Gloria)

A Bíblia deve "ditar as formas de adoração", conectada ao Princípio Regulador do Culto - só podemos adorar a Deus da forma que Ele expressamente ordenou na Bíblia. Invenções humanas (como o culto aos santos, imagens ou teologia da prosperidade) são idolatrias.

Êxodo 20:4-5 (2º Mandamento): "Não farás para ti imagem de escultura, nem semelhança alguma do que há em cima nos céus... Não as adorarás, nem lhes darás culto; porque eu, o Senhor, teu Deus, sou Deus zeloso..."

 1 Timóteo 2:5: Derruba a necessidade de mediação de santos ou de Maria: "Porque há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo, homem."

4. A Prestação de Contas dos Líderes

O julgamento severo sobre os falsos profetas, padres e pastores que mercantilizam a fé ou desviam o povo da verdade.

Tiago 3:1: "Meus irmãos, não sejais muitos de vós mestres, sabendo que receberemos mais duro juízo."

Jeremias 23:1: "Ai dos pastores que destroem e dispersam as ovelhas do meu pasto, diz o Senhor."

Pensando em todas estas idéias, concluímos que a Graça Comum x Graça Salvadora, mostrará que muitos usufruem da religiosidade externa (graça comum/aparência), mas não possuem o selo do Espírito Santo. 

O chamado ao arrependimento final é o mesmo ecoado por João Batista e pelo próprio Cristo: "Arrependei-vos, porque é chegado o Reino dos Céus" (Mateus 3:2).

>

Romanos 1

Prefácio e saudação

1 Paulo, servo de Jesus Cristo, chamado para ser apóstolo, separado para o evangelho de Deus,2 o qual foi por Deus, outrora, prometido por intermédio dos seus profetas nas Sagradas Escrituras,3 com respeito a seu Filho, o qual, segundo a carne, veio da descendência de Davi4 e foi designado Filho de Deus com poder, segundo o espírito de santidade pela ressurreição dos mortos, a saber, Jesus Cristo, nosso Senhor,5 por intermédio de quem viemos a receber graça e apostolado por amor do seu nome, para a obediência por fé, entre todos os gentios,6 de cujo número sois também vós, chamados para serdes de Jesus Cristo.7 A todos os amados de Deus, que estais em Roma, chamados para serdes santos, graça a vós outros e paz, da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo.

O amor de Paulo pelos cristãos de Roma. Seu desejo de vê-los

8 Primeiramente, dou graças a meu Deus, mediante Jesus Cristo, no tocante a todos vós, porque, em todo o mundo, é proclamada a vossa fé.9 Porque Deus, a quem sirvo em meu espírito, no evangelho de seu Filho, é minha testemunha de como incessantemente faço menção de vós10 em todas as minhas orações, suplicando que, nalgum tempo, pela vontade de Deus, se me ofereça boa ocasião de visitar-vos.11 Porque muito desejo ver-vos, a fim de repartir convosco algum dom espiritual, para que sejais confirmados,12 isto é, para que, em vossa companhia, reciprocamente nos confortemos por intermédio da fé mútua, vossa e minha.13 Porque não quero, irmãos, que ignoreis que, muitas vezes, me propus ir ter convosco (no que tenho sido, até agora, impedido), para conseguir igualmente entre vós algum fruto, como também entre os outros gentios.14 Pois sou devedor tanto a gregos como a bárbaros, tanto a sábios como a ignorantes;15 por isso, quanto está em mim, estou pronto a anunciar o evangelho também a vós outros, em Roma.

O assunto da epístola: a justiça pela fé em Jesus Cristo

16 Pois não me envergonho do evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu e também do grego;17 visto que a justiça de Deus se revela no evangelho, de fé em fé, como está escrito:

O justo viverá por fé.

A idolatria e depravação dos homens

18 A ira de Deus se revela do céu contra toda impiedade e perversão dos homens que detêm a verdade pela injustiça;19 porquanto o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou.20 Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas. Tais homens são, por isso, indesculpáveis;21 porquanto, tendo conhecimento de Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças; antes, se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se-lhes o coração insensato.22 Inculcando-se por sábios, tornaram-se loucos23 e mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, bem como de aves, quadrúpedes e répteis.

24 Por isso, Deus entregou tais homens à imundícia, pelas concupiscências de seu próprio coração, para desonrarem o seu corpo entre si;25 pois eles mudaram a verdade de Deus em mentira, adorando e servindo a criatura em lugar do Criador, o qual é bendito eternamente. Amém!

26 Por causa disso, os entregou Deus a paixões infames; porque até as mulheres mudaram o modo natural de suas relações íntimas por outro, contrário à natureza;27 semelhantemente, os homens também, deixando o contato natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo, em si mesmos, a merecida punição do seu erro.

Entregues os gentios a reprováveis sentimentos

28 E, por haverem desprezado o conhecimento de Deus, o próprio Deus os entregou a uma disposição mental reprovável, para praticarem coisas inconvenientes,29 cheios de toda injustiça, malícia, avareza e maldade; possuídos de inveja, homicídio, contenda, dolo e malignidade; sendo difamadores,30 caluniadores, aborrecidos de Deus, insolentes, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes aos pais,31 insensatos, pérfidos, sem afeição natural e sem misericórdia.32 Ora, conhecendo eles a sentença de Deus, de que são passíveis de morte os que tais coisas praticam, não somente as fazem, mas também aprovam os que assim procedem.



Bíblia Online
Estamos quase lá 🙂

Entre com a sua conta para usar todos os recursos da Bíblia Online.

BÍBLIA ONLINE • VERSÃO: 2026-06-18_14-04-22-