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quarta-feira, 30 de setembro de 2026

1 TIMÓTEO 1:15

 1 TIMÓTEO 1:15

...Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal…

Sentido e Propósito. Esta é a nossa grande busca.

O autor desta carta a Timóteo descobriu este segredo que faz a vida de qualquer pessoa ser cheia de paz e misericórdia.

Sentido - Paulo era um religioso convicto, certo do que cria e praticante de tudo o que havia aprendido e como ele mesmo trata - “blasfemo, e perseguidor, e insolente”. E no meio de sua caminhada, que parecia ter sentido, buscava a justiça pela perseguição de Cristo. Sua vida ganha sentido quando “a graça de nosso Senhor com a fé e o amor que há em Cristo Jesus transborda” sobre seu coração. Muitos rejeitam mudar de religião ou igreja ou no que creem por considerarem a tradição eficaz e o fim em si mesma. Paulo teve a mente completamente renovada, transformada, a ponto de ser “grato para com aquele que o fortaleceu, Cristo Jesus”.

O Propósito está no chamado - “nosso Senhor, que me considerou fiel, designando-me para o ministério”. Percebamos que com a antigo sentido, ele criaria apenas fariseus, que se consideravam a nata da religião. Mas não eram. Cristo chega à vida de Paulo para dar sentido e trazer o propósito para o qual Deus o instalara na Terra - “evidenciar Jesus, servir de modelo aos cristãos”. Isto é mudança. O sentido e o propósito para nós ainda é o mesmo. Precisamos despertar para esta realidade.


SALMO 90:12

 Salmo 90:12

"Ensina-nos a contar os nossos dias, para que alcancemos coração sábio."

Em meio às louvações, nos detemos, neste dia, à gratidão. Saber que o Senhor tem sido nosso refúgio, e que antes que tudo surgisse já nos conhecia - tendo nos dado todos os dias preparados pela sua eterna e poderosa sabedoria -, como não agradecer?

"De eternidade a eternidade, tu és Deus", e assim nos assegura um bom viver, ainda que sob as tensões desta existência. Foi sob as mãos dos nossos pais que construíste nossa fé, dando-nos entendimento de tantos livramentos e desta tua misericórdia que se renova a cada manhã.

E não sendo consumidos, dependendo da exclusiva mão do Senhor, eis a expressão de louvor de um coração feliz - ainda que muito tenha lutado contra a vida -, um coração que aprendeu a contar os dias, as horas, a fim de, no apagar das luzes, não só "cumprir a missão e guardar a fé", mas "alcançar um coração sábio".

Os dias ora se resumem em segundos, ora se ampliam a milênios. Não importa. Importa-nos conhecer-te mais, amar-te mais, servir-te mais. Assim como brota a "relva, viçosa pela madrugada, repentinamente seca-se, após exalar seu perfume e beleza", nossos anos se achegam a números que às vezes assustam e se tornam "canseira e enfado". E mesmo assim, após tê-los contado, precisamos do "coração sábio", das virtudes que Tu comunicas aos teus filhos.

"Volta-te, Senhor", e, pela tua compaixão, dá-me ver a tua face, quando em ti puder reconhecer meu Cristo. "Que aos teus servos apareçam as tuas obras, e a seus filhos, a tua glória", pois esta é a única razão de viver ainda.

"Sacia-nos de manhã com a tua benignidade, para que cantemos de júbilo e nos alegremos todos os nossos dias. Alegra-nos por tantos dias quantos nos tens afligido, por tantos anos quantos suportamos a adversidade."

Esta oração do teu servo, hoje ouso repetir, em prosa e verso, em forma de gratidão, neste ano que me deste e no ano que se inicia. E fazer isto hoje é um milagre, pois tantos anos vivi pensando nos motivos para viver... E em Ti, Senhor, somente em Ti, encontro esta razão. Permita-me servir-te ainda enquanto vivo estiver.

Ao Senhor seja a glória pelos dias vividos, ainda que...

 

SEM MEDO DE ERRAR

BORA PENSAR NESTE MÊS...

OUTUBRO.

Mês de decisões.

Abrimos o mês decidindo quem será o próximo presidente e outros representantes. Não se trata de qualquer coisa usar as urnas. Temos um sistema todo vocacionado ao inferno, ao comunismo, e todos assumidos. Quem não entende a loucura que foram estes sistemas no passado, certamente usará a urna como vaso sanitário, fazendo do voto uma massa fecal.

No entanto, o mês fechará com outra decisão entre céu e inferno: Reforma Protestante ou Halloween. A Reforma não é mero atrativo religioso, mas um status quo, ou seja, algo que marcou a vida religiosa desde então. A outra apelação é o clamor pelas imagens de seres ligados às trevas, como bruxas e feiticeiras. Sim, é um tempo de escolhas.

E Deus, espero que sim, mostrará a que veio o mês de outubro no Brasil.

Que as eleições mostrem duas coisas: o caráter do brasileiro em votar numa quadrilha e mantê-la roubando, e o caráter sobre agir com premissas diabólicas contrárias à Palavra de Deus.

Deus condenou a feitiçaria e suas ações.

Deus condenou atos comunistas e suas ações.

E Paulo dirá que tanto os que praticam quanto os que apoiam serão passíveis de Sua IRA (Romanos 1). Repense a que você destinará outubro.


OUTUBRO


 

terça-feira, 29 de setembro de 2026

PUCK DEFINIDO

 [PUCK DEFINIDO I]

 Talvez me confundam

Seja com o fraco,

Ou com o forte.

 

Talvez me chamem

Seja de dramático,

Triste ou alegre.

 

Talvez seja eu

Este misto de sensações.

 

Mas sou eu

E gosto de ser assim:

Mistura de sentimentos,

De razão e emoção,

De acalento

E acalentado.

  

[PUCK DEFINIDO II]

 Não me debruço

No lamento

Pelo lamento,

Mas pelo exemplo.

 

Quem sabe dos salmos

Ou de um Cristo,

Que na dor chora

E no vale clama.

 

Sou assim,

Feliz por ser e estar,

Certo de que o tempo,

Em sua fase,

Pode parar

E o vento

Onde quer

Soprar.

 

[PUCK DEFINIDO III]

 Me defino para que,

Mesmo aos incautos,

Sejam leitores,

Escutadores

Ou apenas eus.

 

Sou eu, meio Puck,

Meio servo, pastor,

Mas poeta e doador.

Sendo assim,

Seja como for.

 

Tenho uma marca

E a deixo nesta vida:

O meu abraço.

 

Esta marca que levo

E solto como semente

Nesta existência

Rápida e assim,

Meio Puck, meio eu.

Dia 4 de outubro

DIA 4 DE OUTUBRO

Não pensemos ser um dia fora do controle de Deus. Ao contrário, somemos ao ato positivo da confiança na soberania e sabedoria divina a certeza de que Deus também nos prova por meio dos acontecimentos da história. Como? A começar em nossas escolhas diárias e cívicas.

As urnas apontarão alguns detalhes vitais para todos nós:

1.                  Quem de fato somos, quando uma nação depende do caráter moral e espiritual de cada eleitor. O voto manifesta a nossa cosmovisão e revela em quem cremos, fundamentado em nossas escolhas.

2.                  O espelho do rei Ezequias, cuja história bíblica relata uma oração fervorosa feita e soberanamente respondida. Contudo, na resposta, ele pecou ao pensar que “ele” era o fim em si mesmo e que Deus se movera por causa de sua própria glória pessoal. Jamais! Como lembra João Calvino, em suas Institutas da Religião Cristã (Livro III, Capítulo 20), “a verdadeira oração exige que o homem esvazie-se de toda pretensão de mérito e reconheça que a glória pertence exclusivamente a Deus”.

3.                  A oportunidade de exercer discernimento, compreendendo a separação entre o que é santo e o que se opõe aos decretos divinos. A oração nos aproxima do Senhor em profunda comunhão, permitindo-nos perceber as astúcias das ideologias contrárias à Palavra de Deus.

E se a Bíblia - a inerrante e infalível Palavra de Deus - não for um livro de fábulas, veremos que:

a. A oração de um justo pode muito em sua eficácia (Tiago 5:16).

b. Determinadas fortalezas espirituais e malignas só são quebradas com jejum e oração (Mateus 17:21).

c. Se buscarmos, acharemos; se invocarmos o Senhor com sinceridade de coração, Ele nos ouvirá (Jeremias 29:12-13).

d. O peso da verdadeira comunhão com o Senhor não está em vermos nossas vontades satisfeitas, mas no sublime prazer de vermos a Vontade de Deus realizada, o que nos concede paz consoladora, mesmo que, porventura, um "Nabucodonosor" seja levantado como instrumento de juízo divino sobre a nossa nação.

Voltando ao episódio de Ezequias, veremos que, após ter sua morte decretada, a misericórdia de Deus derramada e seus anos de vida acrescentados, o rei colheu as amargas consequências de sua própria insensatez e soberba (Isaías 39). Como observa Matthew Henry em seu Commentary on the Whole Bible:

"O orgulho do coração humano é sutil, e mesmo após grandes livramentos divinos, tendemos a roubar a glória que pertence somente ao Altíssimo, atraindo sobre nós e sobre as devidas e severas correções divinas."

Viver este processo é compreender que Deus disciplina aqueles a quem ama. Portanto, ao andarmos rumo às urnas, lembremo-nos de que o ato de votar atua como um espelho de nosso caráter e de nossa fidelidade ao Senhor, independentemente de quem seja o eleito, pois o trono dos céus permanece inviolável e soberano sobre os reinos da terra.

Para fundamentar teologicamente sobre a soberania de Deus nas eleições, o juízo histórico e a atitude do cristão, destacamos as seguintes falas:

João Calvino - Institutas da Religião Cristã (Livro IV, Capítulo 20: "Do Governo Civil"): argumenta que “os magistrados e governantes são ordenados por Deus, e que a escolha de líderes, mesmo em contextos de juízo ou misericórdia, está sob o decreto absoluto da Providência Divina. O voto e a participação civil devem ser exercidos com temor a Deus, sabendo que a desordem política muitas vezes reflete o juízo de Deus sobre uma sociedade rebelde”.

Matthew Henry - Comentário Bíblico de Matthew Henry (Comentário sobre Isaías 39 e 2 Crônicas 32): Ao analisar a queda de Ezequias no orgulho após a cura, Henry enfatiza que “os corações humanos são propensos à autossuficiência. Na política e na vida pública, o crente reformado jamais deve depositar sua confiança absoluta em príncipes ou sistemas terrenos, mas reconhecer que Deus usa governantes tanto para abençoar quanto para disciplinar as nações”.

Abraham Kuyper - Calvinismo (Conferências de Stone, 1898 - Conferência sobre Política): "Não há um centímetro quadrado em todo o domínio da nossa existência humana sobre o qual Cristo, que é soberano sobre tudo, não clame: 'É meu!'." Aplicado ao texto, isso significa que a política, as eleições e o voto não são neutros; eles pertencem ao senhorio de Cristo, exigindo do cristão discernimento contra cosmovisões seculares e destruidoras da dignidade humana.

Concluindo: Que esta meditação nos lembre que a nossa esperança final não repousa em urnas ou governos humanos, mas na soberania daquele que remove reis e estabelece reis, sustentando a sua Igreja em qualquer cenário histórico.

 


segunda-feira, 28 de setembro de 2026

APOCALIPSE 5:5-6

 *​APOCALIPSE 5:5-6*

_Eis que o Leão da tribo de Judá, a Raiz de Davi, venceu para abrir o livro..._


​A cruz marca o fim do velho homem, de sua natureza condenada e de todas as suas ligações com Adão. Ela revela que, mesmo na morte, Jesus levou sobre si nossas culpas para nos conceder uma nova natureza e o novo nascimento.


​É revelador como Cristo tratou do renascimento espiritual com um homem antes de sua morte. Ele demonstrou que a obra a ser concluída na cruz já inauguraria uma nova estação, livrando-nos de todo o mal.


​Ao olharmos para o Calvário, para o "Está consumado" e para a sua expiração, percebemos que o último inimigo - a morte - foi esmagada. 

Tudo apontava para a sequência dos três dias, quando Jesus ressurgiria, daria seu brado de vitória e cumpriria o dito de Paulo: "Onde está, ó morte, a tua vitória?"


​Tudo se faz novo quando contemplamos a cruz. 

Compreendemos a eficácia de sua entrega e tomamos para nós os benefícios inestimáveis da ressurreição. 


A cruz representou a dor e a vergonha pública, mas a ressurreição coroou a doce e gloriosa exaltação do nosso Senhor.


​Bendito seja o Cordeiro que venceu a morte por nós, para que Nele tenhamos a Vida eterna!

domingo, 27 de setembro de 2026

SALMO 40:15

 SALMO 40:15

Bem feito! Bem feito!

As ruínas humanas. Esta é a dura realidade de quem peca. A realidade de quem, uma vez olhando para si mesmo, abre mão de fixar os olhos na cruz.

O Salmo proposto tem princípios interessantes. Começa num rito de confiança plena em Deus, e discorre sobre esta ótica até mergulhar em versos como estes: “Então, eu disse: eis aqui estou, no rolo do livro está escrito a meu respeito”, das certezas de servos que, sob a revelação, se prostram diante do Senhor a reconhecer-lhe a grandeza; “agrada-me fazer a tua vontade, ó Deus meu”, mais um rito de confissão, para que seu coração se desnude por completo em quem de fato o autor espera; “dentro do meu coração, está a tua lei”, quando neste desnudar, o coração aparece, local onde habita o que lhe dá prazer de meditação e prática; “Proclamei as boas-novas de justiça na grande congregação”, o testemunho que menciona em outros salmos, a fim de mostrar ao Senhor o que Ele mesmo já sabe e conhece, alguém disposto a contar as boas obras do Senhor.

“Sofram perturbação por causa da sua ignomínia os que dizem: Bem feito! Bem feito!” - não derrame sua zombaria a quem caiu, seja quem for. Ore pela pessoa.

Ao notarmos o caído jamais gritemos “bem-feito”, pois podemos estar ali, caídos um dia, precisando da misericórdia. Não é perdoar ou passar por cima - é exercer compaixão. A Justiça virá de Deus. Olha para Davi.

SALMO 51:1

 SALMO 51:1

Compadece-te de mim, ó Deus, segundo a tua benignidade; pelas tuas misericórdias, apaga as minhas transgressões

Este Salmo clama pela compaixão e benignidade de Deus diante da fragilidade humana, ecoando na obra "Misericórdia no Deserto". O texto analisa a queda de servos de Deus, muitas vezes alimentada por uma ilusão midiática e pela vaidade que conduz inevitavelmente à ruína espiritual. Em vez de imitar a rigidez dos fariseus usando pedras de julgamento, o cristão é chamado a exercer a verdadeira misericórdia.

Diante de falhas e escândalos, convido a olhar para Jesus, subindo simbolicamente ao monte para vivificar a renúncia, a negação do ego e o ato diário de carregar a cruz. Há um alerta severo contra a vigilância negligenciada e as aparências do mal, exortando os chamados justiceiros virtuais a abandonarem o desejo punitivo pelo sangue alheio. O perdão é norma essencial de conduta.

Convido cada um a olhar para dentro de si, reconhecendo que os pecados ocultos no coração possuem o mesmo peso e gravidade moral diante do Criador do que transgressões evidentes e públicas, como a quebra do mandamento de não matar. A humildade e o arrependimento sincero tornam-se, portanto, os únicos caminhos viáveis para a restauração espiritual e a verdadeira comunhão com a graça divina, distanciando o ser humano de qualquer soberba e falsa piedade.

terça-feira, 22 de setembro de 2026

1 CRÔNICAS 29:9

 1 CRÔNICAS 29:9

O povo se alegrou com tudo o que se fez voluntariamente; porque de coração íntegro deram eles liberalmente ao Senhor; também o rei Davi se alegrou com grande júbilo

1 CRÔNICAS 29:9

"O povo se alegrou com tudo o que se fez voluntariamente; porque de coração íntegro deram eles liberalmente ao Senhor; também o rei Davi se alegrou com grande júbilo".

 

Vamos lembrar de alguns versos de apoio para destacar a beleza do que é “VOLUNTARIAMENTE”: "não me repulses da tua presença, nem me retires o teu Santo Espírito. Restitui-me a alegria da tua salvação e sustenta-me com um espírito voluntário. Então, ensinarei aos transgressores os teus caminhos..." (Salmo 51:11-13)

Vamos correlacionar os itens:

(a) A alegria da comunidade que cercava Davi cria uma conexão com o Salmo 51, quando ele pede para que Deus o sustente com um espírito voluntário. Tal sentimento liga-se à presença de Deus sobre a vida do rei, à salvação que Deus lhe comunicara - apesar da loucura do pecado - e à transmissão dessa graça ao seu povo, o que gera a segunda força do verso.

(b) Esta gira em torno da contemplação e da execução comunitária, deixando de lado as mazelas davídicas (quando em vez de ficarem atirando pedras no rei pelo seu pecado, se espelham nele para doações e ofertas) e enxergam no rei a lição do que é ser voluntário, dando do que é seu e não do que pertence ao alheio. O rei torna-se um exemplo a ser imitado e, mais do que isso, um líder pronto a ensinar a todos o que é ser doador.

Aprendemos com Jesus, o Filho de Deus - também conhecido como Filho de Davi -, que Ele voluntariamente se deu à morte pelos seus escolhidos, um reflexo que repercutiu na comunidade cristã do primeiro século na pessoa de Barnabé e nos irmãos que se agregavam à igreja do Senhor.

Portanto, a grande lição nunca será o quanto se dá, mas o que nos motiva a dar, sem esperar receber. O ato de dar deve nos gerar alegria, como diz Paulo: "Deus ama quem dá com alegria" (2 Coríntios 9:7).

Que olhemos para as ESCRITURAS todos os dias, não apenas buscando recursos para nossas vidas individuais, mas para uma conexão de CORPO VIVO DE CRISTO, em que a entrega, a doação, o cuidado são consequências da caminhada do Senhor na Terra, que mais que exemplo, deixou desafios de AMOR, para que sejamos BEM-AVENTURADOS e como ELE mesmo diz, “mais bem-aventurado é...” PERDOAR também é ofertar do que temos de melhor.

Pastor Carlos Puck