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domingo, 15 de fevereiro de 2026

EFÉSIOS 4:32

 

EFÉSIOS 4:32

Antes, sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus, em Cristo, vos perdoou.

A Oração de JESUS, um ensino em meio a tantos homens e mulheres, onde sob a tensão de ensinar o drama que posteriormente iria viver, morrer para gerar PERDÃO a pecadores que o matariam.

Que dor é vinda do ato de perdoar quem nos tem ofendido.

Paulo ensinará princípios preciosos, numa mimese de nosso SENHOR, a fim de alertar os crentes e leitores, de qual a referência relacional que vem permeada pelo PERDÃO.

Este Paulo, que olha para o jovem Estevão sob pedras e clamor aos céus, agora passa a compreender a extensão do que é amar e ser amado.

É fácil declarar amor e até mesmo pregar sobre o amor, mas quando ouvimos de JESUS um "Pedro, tu me amas?", qual será a nossa resposta, comparando ao que JESUS diz a ele para "apascentar as ovelhas", que nada mais é que gerar PAZ a quem está em conflito por muitas vezes não compreender ou receber o PERDÃO.

Lembremos do lençol que desce sob conselhos a Pedro, a Paulo que precisa de João Marcos, ou de cada um de nós, que desobedientes, teimamos em justificar nossas mágoas ou feridas.

Qual será nossa ação a partir do conhecimento do VERDADE que pode libertar a quem devemos PERDOAR?

GÊNESIS 50:17

 

GÊNESIS 50:17

Assim direis a José: Perdoa, pois, a transgressão de teus irmãos e o seu pecado, porque te fizeram mal; agora, pois, te rogamos que perdoes a transgressão dos servos do Deus de teu pai. José chorou enquanto lhe falavam.

O REINO DE DEUS é estabelecido de forma que todos devam passar pelo crivo do perdão.

A história de um homem traído pelos seus familiares e que alcança o favor do SENHOR, sendo alvo de sua GRAÇA em tempos complicados para as nações, onde vem a fome, e agora o SENHOR, soberano sobre todas as vidas e histórias, leva os irmãos de José a um encontro com ele: ah! Como a vida nos surpreende, não é mesmo?

Os irmãos que pensaram ter se livrado de José agora estão postos sob sua tutela e precisam ser perdoados.

E neste encontro os medos, as mágoas, os sentimentos afloram e traçam pensamentos quase que suicidas – o verso escolhido surge de uma mentira, como que apelando por misericórdia – considerando o pai falecido, e um mundo de possibilidades nas reações de quem carrega culpa por ter feito mal a alguém.

Lembro-me de JESUS e seu infinito AMOR, que sendo crucificado ainda se dá em conta de pedir PERDÃO.

José prefigura tal ação e em meio ao humilhar-se de seus irmãos, diz que “não estava no lugar de DEUS” (v.19) e afirma algo que Paulo dirá assim “todas as coisas cooperam”, e desta forma diz: “DEUS tornou o mal em BEM, para preservar a vida” – PERDOAR, ACOLHER E VIVER, esta é a grande missão de todos nós.

SALMO 145:4

 

SALMO 145:4

Uma geração louvará a outra geração as tuas obras e anunciará os teus poderosos

Um reflexo do Provérbio 22:6 sobre “ensinar a criança no caminho em que deve andar” explica bem a realidade de uma “geração louvar/contar à geração vindoura as grandes coisas que o Senhor fez”, pois isto alimenta a esperança de que ELE fará novamente o bem que a geração anterior recebeu.

Não é motivacional ainda que o pudesse ser, mas é trabalhar testemunho sobre ações divinas na Terra, como que dizendo: - filho, olha o que meu DEUS fez, busque-o.

Davi entendia e tinha desenvolvido uma relação pessoal com DEUS e agora queria refletir assim: exaltarei; bendirei; louvarei; meditarei; contarei.

O interesse de Davi era que sua descendência recebesse a informação para que em suas vidas houvesse a formação do caráter divino em seus corações, pois somente assim se pode adorar ao SENHOR.

Isto começa bem antes de Davi: “Quando os seus filhos perguntarem: O que esta cerimônia significa para vocês? Respondamlhes: É o sacrifício da Páscoa ao SENHOR” (EX 12:26-27).

Negligenciar a MISSÃO de contar às vindouras gerações é impregná-las de descaso para com DEUS e amargar os dias dos filhos na escuridão do desconhecimento e da fé que um dia os pais tiveram.

Para que aos filhos dos homens se façam notórios as tuas obras” – para isto JESUS veio... fale aos teus filhos!

JOÃO 15:5

JOÃO 15:5

Eu sou a videira, vós, os ramos. Quem permanece em mim, e eu, nele, esse dá muito fruto; PORQUE SEM MIM NADA PODEIS FAZER.

Base do sermão deste domingo, da minha meditação pessoal, vendo este verso, percebo como é de suma importância estar em CRISTO.

A palavra-chave e repetida muitas vezes é PERMANECER.

A lida de uma vida inteira, de uma luta por constância, numa figura da VIDEIRA, que é por temporada, que tem sua hibernação de inverno, se torna ainda matéria prima do vinho, tão aclamado nas festas e mais, no momento de um MILAGRE de JESUS, que sem passar pelo parreiral, produz algo da água transformada.

Ninguém conhecerá o PAI se não for CRISTO.

Isto é básico, porém muitos tendem a se formar em planta, mas jamais dando frutos e sendo arrancado, seco e lançado no fogo, como diz o capítulo escolhido, num reforço do Salmo 1, sobre palha no fogo e PALAVRA.

Nada mais precisamos do que ficar COLADOS no PÉ, na VIDEIRA (JESUS), pois assim como no DIA DO JUÍZO, DEUS (o PAI) passará e reconhecerá quem NELE e no FILHO permaneceram, e reforçando sempre que toda árvore deve produzir frutos (Lucas 6:44).

Jamais produziremos para o REINO longe do SENHOR e por isso, permanecer, pois LOGO ELE VIRÁ.

SEM ELE NADA FAREMOS”: entendamos a FORÇA do PERMANECER... e de estar na PALAVRA, o adubo.