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sexta-feira, 6 de março de 2026

LUCAS 18:22

 

LUCAS 18:22

Uma coisa ainda te falta: vende tudo o que tens, dá-o aos pobres e terás um tesouro nos céus; depois, vem e segue-me.

O diálogo de Jesus em Lucas 18:22 vai além do dinheiro; trata-se de uma sondagem do coração.

Em meio a multidões que O buscavam por interesses variados — de curiosos a necessitados —, o Mestre sempre devolvia a pergunta: onde está o seu tesouro?

É fácil desejar as bênçãos, mas é no ato de abrir mão que revelamos nossa identidade.

Os imperativos bíblicos de "deixar tudo" e "tomar a cruz" não são punições, mas testes de prioridade.

Eles expõem o que realmente governa nossa vida.

Frequentemente, a falta de paz no coração é o sintoma de uma alma presa a coisas que não poderá levar adiante.

A verdadeira liberdade surge quando estamos dispostos a trocar o status e os bens materiais pela obediência imediata.

No fim, a única posse que realmente preenche a alma é a presença do próprio Cristo.

Há uma urgência em sabermos quanto tempo queremos levar para tomar a DECISÃO pela VIDA ETERNA e o quanto isto custará para nós.

O tempo se esgota e é necessário que saibamos responder ao CHAMADO DIVINO, pois quando menos esperarmos, como ELE disse, “virá como ladrão da noite”.

O que apresentaremos?

ISAÍAS 49:13

 

ISAÍAS 49:13

Cantai, ó céus, alegra-te, ó terra, e vós, montes, rompei em cânticos, porque o Senhor consolou o seu povo e dos seus aflitos se compadece

Os capítulos 48 e 49 de Isaías formam um tratado denso sobre a Soberania Divina, a Teologia da Aliança e a Esperança Messiânica.

O imperativo "Cantai, ó céus" ressoa tanto na lírica dos Salmos quanto na adoração apocalíptica, unindo a criação na exaltação a Deus e ao Seu Filho.

Da convergência das nações à restauração dos eleitos, ecoa um chamado eterno sob o controle daquele que mensura as águas na concha da mão (40:12) e que declara: “a minha mão fundou a terra e a minha destra estendeu os céus; quando eu os chamo, eles se apresentam juntos” (48:13).

Ao proclamar “por amor de mim, por amor de mim, é que faço isto; porque como seria profanado o meu nome? A minha glória, não a dou a outrem” (IS 48:11), veremos um profeta solitário abrindo a boca a chamar a todos ao arrependimento e ao reconhecimento de Deus.

Deus prescinde de tudo, mas Sua graça escolhe nos aproximar DELE: “por amor do meu nome, retardarei a minha ira e por causa da minha honra me conterei para contigo, para que te não venha a exterminar” (IS 48:9) e “Eu, eu tenho falado; também já o chamei. Eu o trouxe...” (IS 48:15), unido ao verso 48:18 “ah! Se tivesses dado ouvidos aos meus mandamentos! Então, seria a tua paz como um rio”. PRESTE ATENÇÃO NA PALAVRA: LEIA-A!