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sexta-feira, 5 de junho de 2026

CANTARES 8:5-7

 *Cânticos 2:7*

esposa

Conjuro-vos, ó filhas de Jerusalém, pelas gazelas e cervas do campo, que não acordeis, nem 

desperteis o amor, até que este o queira.

*Cânticos 2:8*

esposa

Ouço a voz do meu amado...

*Cânticos 2:10* 

esposo

Levanta-te, querida minha, formosa minha, e vem.

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*Cânticos 8:5-7*

coro

⁵ Quem é esta que sobe 

⁷ As muitas águas não poderiam apagar o amor, nem os rios, afogá-lo (arrastá-lo)...

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*Cânticos 2:8*

Ouço a voz do meu amado...

*Cânticos 6:3-5*

Eu sou do meu amado e o meu amado é meu.


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A verdade sobre o amor, que as muitas águas não apagam e nem as correntezas o afogam, passa pela submissão ao Senhor, que deixou o exemplo de como amar da forma certa. E qual seria?

*(a)* O sacrifício de si mesmo, o negar-se quando queremos crescer e diminuir o outro, quando desejamos nossa vontade viva e a vontade do outro em segundo plano; *(b)* O submeter-se ao NOIVO, cabeça da noiva, o CRISTO que se entrega pela igreja, para torná-la perfeita, sem mácula, para que, uma vez submissa a ELE, possa NELE produzir algo com VIDA, e uma vida que de fato nada pode apagar; *(c)* em meio a tantas vontades, a tantos desejos, a tantas ilusões estéticas que remontam cerimônias, o que vem depois, cotidiana convivência, seja mais forte que a morte da relação, renascendo todos os dias e inundando de comunicação e perdão, disposição de compromisso e consciência de ver Deus fazer o querer e o realizar.

Subir o monte estético é fácil, encher o álbum de fotos lindas é perfeito, mas descer para a vida comum e real é o que importa. Pois este hora passará e restará o resto, o resto de uma vida juntos.

Depois do mútuo sim, começa uma nova vida do "uma só carne", onde todos os passados devem morrer.

Se CRISTO não estiver junto, até as águas secarão.

CANTARES 6:3-5

 CÂNTICOS DOS CÂNTICOS 6:3-5

Eu sou do meu amado e o meu amado é meu


O texto de Cantares trata do amor entre dois seres profundamente apaixonados, exalando a pureza e a doçura desse sentimento. Embora muitos o interpretem de forma alegórica - relacionando-o a Deus e Israel ou a Cristo e a Igreja -, o foco central deve ser o que ele de fato é: a celebração entre um homem e uma mulher. Em versos límpidos, o livro mostra que Deus criou os corpos humanos não apenas para serem funcionais, mas estéticos, moldados para o pleno e mútuo prazer.


Refletindo sobre a riqueza do verso “eu sou do meu amado e o meu amado é meu”, sobressai a beleza do pertencimento, que supera as maiores poesias românticas da história. Na sociedade atual, disputas por empoderamento têm, muitas vezes, empobrecido essa preciosa sensação de ser de alguém.


Trazendo essa dinâmica para o campo espiritual, é maravilhoso pertencer a Jesus e a Deus. Que não percamos a essência desse amor capaz de nos fazer viver dentro de alguém e para alguém. Ao olhar para os cravos no meu SENHOR, senti a beleza de meu CRISTO se esvair em sangue, por AMOR.


Afinal, a entrega mútua - seja no plano humano, seja no divino - não anula a vida do outro, mas a completa; pelo contrário, confere-lhe sentido pleno, transformando o ato de pertencer em uma das mais profundas e libertadoras experiências da existência.


carlos puck