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domingo, 2 de agosto de 2026

GÁLATAS 5:24,25

GÁLATAS 5:24,25

E os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e concupiscências. Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito

O ser humano é bem complicado mesmo. Gosta de legalismos infindos. Tem a liberdade dada por Jesus, mas abre mão dela para buscar o jugo da Lei. E, neste contexto, Paulo vem exortar os gálatas... e os chama de “insensatos” (3:1), lhes pergunta “se foi pela Lei que receberam o Espírito ou por Cristo e sua Palavra” (3:2) e completa dizendo que “Aquele, pois, que vos concede o Espírito e que opera milagres entre vós, porventura, o faz pelas obras da lei ou pela pregação da fé?” (3:5).

Onde reside a insensatez? Tendo sido salvos pela Graça, cuja justiça vem de Cristo, agora querem se justificar pela Lei, os famosos judaizantes penetrando no Corpo e instigando os crentes a buscarem viver sob as obras da carne/Lei - Igrejas estão voltando a Moisés.

Mostra-nos: “…Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, para resgatar os que estavam sob a lei…” (4:4b, 5a), “…porque vós sois filhos, enviou Deus ao nosso coração o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai!” (4:6b). Teimamos em “…sendo conhecidos por Deus, como estais voltando, outra vez, aos rudimentos…” (4:9). O que buscamos, afinal de contas?

Se Cristo é o tabernáculo entre nós, o sacerdote e o sacrifício, o que mais precisamos? Tornamos a sua presença aqui inutilizada, pois ficamos brincando de tocar chofares, colocar arcas como amuletos, falar e desejar festejar as festas judaicas que apontavam para Cristo. Estudar. Aprender é uma coisa, mas trazer tais rudimentos é o que Paulo chamará de insensatez. A Lei deve apontar para o pecado, e nos conduzir ao Senhor Jesus. Nada mais. Então, como os Gálatas, cessemos de retornos inúteis e nos lancemos no que é útil para nossa fé.

Paulo ensina sobre os frutos do Espírito (5:22), e traduza: “mas, se sois guiados pelo Espírito, não estais sob a lei” (5:18) e “se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito” (5:25).

Gostamos deste legalismo por ser a vida de aparência, mas em nada poderá competir com a Graça, favor imerecido, que projeta todo mérito a Jesus.