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domingo, 23 de agosto de 2026

ISAÍAS 48:21

ISAÍAS 48:21

Não padeceram sede, quando ele os levava pelos desertos; fez-lhes correr água da rocha; fendeu a pedra, e as águas correram

Lendo a Palavra, encontramos diversas citações sobre a provisão de Deus. Experimentar tais provisões nos alegra, nos fortalece e nos ajuda a perseverar.

O deserto, na trajetória do povo de Deus, representava o fim da escravidão pesada no Egito - curiosamente, o mesmo local para onde o Senhor os levara inicialmente para livrá-los de uma grande fome. Logo, o deserto não era uma punição, mas um instrumento de livramento.

Podemos nos perguntar: se Deus podia fazer brotar água no deserto, por que não os livrou da fome ainda em sua própria terra? Sendo onisciente, por que permitiu o sofrimento sob as pressões de Faraó?

A resposta ecoa na Palavra: Isaías: "Quem guiou o Espírito do Senhor, ou, como seu conselheiro, o ensinou?" Jó: "Bem sei que tudo podes, e nenhum dos teus planos pode ser frustrado." Paulo: "Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis os seus caminhos!"

Caminhar pelos desertos da vida certamente envolve cansaço e dor. Contudo, é exatamente nesse cenário árido que o Senhor se manifesta de forma sobrenatural, revelando sua glória. Portanto, escolha não murmurar; decida crer. Deus continua guiando seus filhos e fazendo brotar mananciais no meio das terras secas.


1 CORÍNTIOS 15:19

1 CORÍNTIOS 15:19

Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens.

A fé cristã possui elementos motivadores profundos. Ao falar sobre a ressurreição, o apóstolo Paulo aponta para uma esperança que deve gerar perseverança diante das provações e dos ataques daqueles que rejeitam a verdade.

Paulo conecta a promessa da vida após a morte à nossa motivação diária, tornando este o eixo central de seu ensino. Naquela época, crer na ressurreição era um enorme desafio cultural, enfrentando a oposição de seitas e descrentes. Por isso, ele exorta: “venho lembrar-vos o evangelho que vos anunciei”, convidando os irmãos a firmarem o pensamento nessa Verdade Absoluta, independentemente das circunstâncias. Isso se conecta diretamente à sequência do texto: “Cristo morreu pelos nossos pecados... e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras”. É justamente por causa dessa realidade que ele afirma ser a nossa esperança limitada a esta vida sinônimo de total infelicidade. A tese central aponta a realidade da fé em seus dias: "como, pois, afirmam alguns dentre vós que não há ressurreição de mortos?".

Passados os séculos, nós também precisamos nos reafirmar e estimular a crer firmemente em nosso Senhor ressurreto, que está assentado à direita do Pai e cuja volta aguardamos com expectativa. Que esta seja sempre a base e a razão da nossa fé e esperança inabaláveis.