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segunda-feira, 14 de setembro de 2026

DEUTERONÔMIO 31:7

DEUTERONÔMIO 31:7 

Chamou Moisés a Josué e lhe disse na presença de todo o Israel: Sê forte e corajoso; porque, com este povo, entrarás na terra que o SENHOR, sob juramento, prometeu dar a teus pais; e tu os farás herdá-la

Este é um capítulo que poderia ser um marco na vida de Moisés, de Josué e dos sacerdotes.

Trata da memória da Aliança, de uma prescrição divina sob mandamento e de um estímulo claro aos sucessores de Moisés.

Mas, quando Moisés fala a Josué sobre ser forte e corajoso, não se trata apenas de um discurso motivacional contra os inimigos e as nações a serem conquistadas.

Lendo todo o capítulo, veremos que Deus, em sua onisciência, diz que o povo o abandonaria, que seguiria outros deuses e que teria o rosto de Deus virado contra si por esta razão.

Deus fala da "dura cerviz", mesmo reunindo toda a congregação de Israel para ouvir a Lei, e esse mesmo público ouve que seu comportamento será reprovado: "deixará e anulará a Aliança" (v. 16), vindo em seguida o anúncio que deveria gerar tremor e temor: "Nesse dia, a minha ira se acenderá contra ele; desampará-lo-ei e dele esconderei o rosto, para que seja devorado; e tantos males e angústias o alcançarão" (v. 17).

Isso nos prova que a ação soberana do Senhor age de forma justa e reta.

Ele poderia inibir o povo deste mal, mas agiu como fez com Adão, apontando o caminho e entregando-o ao exercício de sua vontade pessoal.

Paulo ratificará em Romanos que "Deus entrega o homem a uma disposição mental" reprovável, sob a qual se manifesta a sua ira.

Chamamos isso de "zelo". Deveríamos temer seguir o nosso próprio coração, mas é nesta sala de aula que entenderemos a necessidade da "justificação pela fé em Cristo", pois continuamos a desobedecer a cada dia.

E o recurso vem da voz de Jesus, que ensina que "haverá mais tolerância para com Sodoma e Gomorra no dia do juízo do que para com aquela geração" má e corrupta.

Deus nos quer inteiramente para Ele, amando-o "com toda a alma, força e entendimento".

Que tenhamos zelo pela presença do Senhor, o mesmo que estava à porta da tenda da congregação e que hoje está à porta do nosso coração. Não devemos abrir mão do sacrifício de Cristo, desprezando-o e trocando uma vida santa por uma vida de pecados.

Que Deus tenha misericórdia de todos nós.

Josué termina seu livro com uma afirmação que explica tudo: "Eu e minha casa serviremos ao Senhor".

Eis uma escolha. Qual será a nossa?