Pesquisar este blog

segunda-feira, 1 de junho de 2026

HEBREUS 12:1-2

HEBREUS 12:1-2 (I)

Portanto, também nós, visto que temos a rodear-nos tão grande nuvem de testemunhas, desembaraçando-nos de todo peso e do pecado que tenazmente nos assedia, corramos, com perseverança, a carreira que nos está proposta, olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus, o qual, em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, está assentado à destra do trono de Deus.

Não podemos ignorar que, entre tantos servos do Senhor que pisaram na Terra deixando esta “nuvem de testemunhas”, Jesus é quem deve ser olhado com cuidado. Considerando que qualquer um que viesse a se pronunciar sobre algo tratando-se de fé teria que fixar seus olhos diretamente neste Autor e Consumador — que antes de tudo existia e que se fez carne —, Ele abre um núcleo celular para onde apontam as maiores crenças que existiram ou existirão.

Fixar os olhares em um Deus que se põe entre pecadores, de quem emergirão as tantas testemunhas.

Muito mais que um simples homem, mas totalmente homem e Deus, estava ali, sendo pregado na cruz, alguém que decidiu se revestir de mortalidade para ser um igual com suas testemunhas, para que soubessem o assunto central de sua obra de salvação.

Jesus de Nazaré, o Deus completo e total que, sabendo seu caminho e sendo o Caminho, ressuscita para acabar com o mistério do pós-morte. E assim nos tornou.


HEBREUS 12:1-2 (II)

Portanto, também nós, visto que temos a rodear-nos tão grande nuvem de testemunhas, desembaraçando-nos de todo peso e do pecado que tenazmente nos assedia, corramos, com perseverança, a carreira que nos está proposta, olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus, o qual, em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, está assentado à destra do trono de Deus.

E nesta tentativa de apresentar o que todos já sabem, ateus e crentes: nada do que veio a existir assim teria sido se para Ele não fosse feito. João, em seu Evangelho, dirá esta verdade, calando o senso comum que quer que se prove algo. Diante de tantos olhares, ocorre um fato que impõe à história a realidade de um Reino Eterno que está posto sobre todos os reinos; um Rei soberano que governa tantos reis quantos tenham sido plantados. E, quem sabe, pela fé, acertando a frase de que “entre deuses, jamais haverá um que seja Deus como Cristo o foi”, para atestar sua unidade com o Pai, que o remeteu à Terra, “agradando-se em moê-lo” com objetivos claros de transtornar o caminho dos homens e suas mentes profanas e descrentes.

A carreira que está proposta no começo da era cristã em palavras vem ecoar o que Paulo dirá que “completou”. E, nesta visão, perseverar, porque desistir não é opção para quem foi chamado para seu eterno propósito: a salvação da alma humana.


HEBREUS 12:1-2 (III)

Portanto, também nós, visto que temos a rodear-nos tão grande nuvem de testemunhas, desembaraçando-nos de todo peso e do pecado que tenazmente nos assedia, corramos, com perseverança, a carreira que nos está proposta, olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus, o qual, em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, está assentado à destra do trono de Deus.

E neste cruzamento entre a ignomínia e a pureza da fé estão tantos que morreram destemidos pelo seu Nome. Olhar, portanto, para o Autor e Consumador da fé é entender as definições do Senhor sobre si mesmo quando diz em Apocalipse ser “o Alfa e o Ômega”, o “Princípio e o Fim”, e, pelo mesmo João, o “Verbo que se fez carne”.

Paulo ousa falar sobre temas dos quais diz: “grande é este mistério”. Consideremos isso não como uma rota de fuga explicativa, mas como algo sobre o qual ele mesmo dirá: “quem pode ser conselheiro do Senhor, ou quem pode conhecer a mente de Deus?”.

Eis os traços das tantas doxologias que emergem da Palavra e criam em nós um alicerce cuja visão é do Senhor, que nos impele a crer e perseverar.

O que pensar, então, desta proposta de que tratamos? Uma vida cheia de garantias e que não se perverte pela incredulidade de tantos ou até mesmo pela dor de uma perseguição. Eis o Cristo.


HEBREUS 12:1-2 (IV)

Portanto, também nós, visto que temos a rodear-nos tão grande nuvem de testemunhas, desembaraçando-nos de todo peso e do pecado que tenazmente nos assedia, corramos, com perseverança, a carreira que nos está proposta, olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus, o qual, em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, está assentado à destra do trono de Deus.

Desta sequência de meditações transformadas em sermão, cuidando da verdade absoluta que pode vir a transformar vidas pela força da cruz — onde sangue e carne moram na memória de tantos que vieram à luz —, muitos, não vivendo em trevas e nem as aceitando, tiveram suas vidas assentadas a uma mesa “em memória Dele”, a fim de que, por todo o tempo, participemos da alegria que Ele deixou para nos dar o gozo de uma vida que ninguém pode roubar.

“Tetelestai” conecta-se bem com a ideia de Consumador da fé, “o fim ao qual todas as coisas se relacionam, o propósito”. “Quando, pois, Jesus tomou o vinagre, disse: Está consumado! E, inclinando a cabeça, rendeu o espírito” (João 19:30).

Se Ele suportou a cruz por nós, então “se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me” (Marcos 8:34), e isto conclui a história aos hebreus. E, se queremos nos assentar nas regiões celestiais, então vivamos nesta “nuvem de testemunhas”.