"Tu te tornas eternamente responsável pelo que cativas", uma frase famosa para tantos que leram a obra de Antoine de Saint-Exupéry, o Pequeno Príncipe.
Não por acaso, sofremos num mundo obstinado ao não compromisso, a vertente de não responsabilidade, lançando tantos à masmorra da solidão e da busca de outrem.
Abrir mão do tornar-se cativo pelo amor é a rota de fuga para a infelicidade.
Eternamente é forte e somente CRISTO pode cumprir esta realidade.
Mas o mesmo CRISTO do amor deixou-nos a missão de sermos reconhecidos pelo amor, que se origina Nele mesmo.
O autor desta obra conseguiu deixar uma mensagem valorosa, de um diferencial de quem somos para o outro e de quem este outro deve ser para nós, num zilhão de "gentes" ao nosso redor.
A prisão ou cativeiro do amor é algo maravilhoso, de interdependência, de comunhão e profundo cuidado, que nos remete muito aos primeiros cristãos convertidos.
Não há espaço para o abandono, para causar a dor - e abre espaço para um dos fundamentos da eternidade, o perdão.
O cativeiro do amor exige responsabilidade. Então que tenhamos cuidado de quem cativamos e por quem fomos cativados.
Isto sugere um laço de aliança, ato que Deus derramou sobre seus filhos, para que em Cristo tivessem a segurança que seu amor é eterno e com qualidades inefáveis.
Tornar-se responsável, colocar a "flor" numa redoma e mesmo quando partirmos, saberemos da missão cumprida.
O adeus existe e machuca, mas as marcas do "cativar", no universo da memória gerarão a satisfação do amar e ser amado.
Portanto perca o medo e se permita cativar e ser cativado.
[07:13, 19/06/2026] Carlos Puck - Novo Número: O Cativeiro do Amor
"Tu te tornas eternamente responsável pelo que cativas." Essa frase marcante de O Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry, ecoa como um lembrete urgente. Hoje, sofremos em um mundo obstinado pelo descompromisso e pela irresponsabilidade, o que lança muitos na masmorra da solidão. Abrir mão de cativar pelo amor tornou-se uma rota de fuga para a infelicidade.
A palavra "eternamente" é forte, e plenamente só Cristo pode cumprir essa realidade. Contudo, Ele nos deixou a missão de sermos reconhecidos pelo amor que Dele se origina. O autor da obra capturou um valor precioso: o diferencial de quem somos para o outro numa multidão ao redor.
Esse "cativeiro" do amor é maravilhoso. Trata-se de interdependência, comunhão e profundo cuidado, remetendo-nos aos primeiros cristãos. Nele, não há espaço para o abandono ou para causar dor; abre-se, sim, espaço para o perdão, fundamento da eternidade.
O laço do amor exige responsabilidade. Devemos zelar por quem cativamos e por quem nos cativou. Isso evoca uma aliança, reflexo do amor inefável que Deus derramou sobre Seus filhos em Cristo. Tornar-se responsável é proteger nossa "flor" em uma redoma para que, na hora da partida, reste a certeza da missão cumprida. O adeus machuca, mas as marcas do afeto gerarão a satisfação de amar e ser amado. Perca o medo: se permita cativar e ser cativado.
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