*Deuteronômio 6:5a*
“Amarás, pois, o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todas as tuas forças.”
Amar a Deus deveria ser um ato espontâneo de entrega de quem reconhece ter sido amado primeiro.
Afinal, desde o Éden, Deus demonstrou sua graça ao vestir o homem e apontar para Jesus como o único instrumento de perfeita justificação.
Contudo, o amor ao Senhor é apresentado como um mandamento.
Trata-se de uma ordem necessária para vivermos de modo a agradá-lo e glorificar o seu Santo Nome.
Em Deuteronômio 6, Deus instrui seu povo a guardar seus estatutos e a transmiti-los às futuras gerações.
Esse amor deve englobar tudo o que sentimos, vivemos e possuímos, mesmo quando nossa natureza inclinada ao pecado tenta resistir a essa ordem.
Essa mensagem reflete diretamente os dias atuais.
Vivemos em uma época em que muitos rejeitam a devoção ao Criador para se entregarem ao egocentrismo. A sociedade moderna constrói sua própria religiosidade, voltada para a satisfação pessoal e distante do Deus Vivo.
Por isso, o Senhor ordena: “e as escreverás nos umbrais de tua casa, e nas tuas portas” (v. 9). Nossos lares precisam carregar a marca daquele que nos amou.
Não vale a pena seguir o curso de uma humanidade superficial.
É tempo de nós e nossas famílias amarmos a Deus sobre todas as coisas, reconhecendo que tudo o que somos e temos vem dele e a ele pertence.
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