ISAÍAS 49:13
Cantai, ó céus, alegra-te, ó
terra, e vós, montes, rompei em cânticos, porque o Senhor consolou o seu povo e
dos seus aflitos se compadece
Os capítulos 48 e 49 de Isaías formam um tratado
denso sobre a Soberania Divina, a Teologia da Aliança e a Esperança Messiânica.
O imperativo "Cantai, ó céus" ressoa tanto
na lírica dos Salmos quanto na adoração apocalíptica, unindo a criação na
exaltação a Deus e ao Seu Filho.
Da convergência das nações à restauração dos
eleitos, ecoa um chamado eterno sob o controle daquele que mensura as águas na
concha da mão (40:12) e que declara: “a minha mão fundou a terra e a minha
destra estendeu os céus; quando eu os chamo, eles se apresentam juntos”
(48:13).
Ao proclamar “por amor de mim, por amor de mim, é
que faço isto; porque como seria profanado o meu nome? A minha glória, não a
dou a outrem” (IS 48:11), veremos um profeta solitário abrindo a boca a
chamar a todos ao arrependimento e ao reconhecimento de Deus.
Deus prescinde de tudo, mas Sua graça escolhe nos
aproximar DELE: “por amor do meu nome, retardarei a minha ira e por causa da
minha honra me conterei para contigo, para que te não venha a exterminar”
(IS 48:9) e “Eu, eu tenho falado; também já o chamei. Eu o trouxe...”
(IS 48:15), unido ao verso 48:18 “ah! Se tivesses dado ouvidos aos meus
mandamentos! Então, seria a tua paz como um rio”. PRESTE ATENÇÃO NA
PALAVRA: LEIA-A!
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