ATOS
12:7
Eis,
porém, que sobreveio um anjo do Senhor, e uma luz iluminou a prisão; e, tocando
ele o lado de Pedro, o despertou, dizendo: Levanta-te depressa! Então, as
cadeias caíram-lhe das mãos.
O Salmo 91 diz que
o Senhor daria ordem aos anjos a nosso respeito, e vemos dois momentos
singulares em que o serviço angelical funciona com presteza: “apareceu-lhe um
anjo do céu que o confortava” (Lc 22:43) e este em que Pedro é liberto de suas
algemas. Há mais intervenções, mas destaco estas para evidenciar que Deus não
deixa de socorrer o seu povo.
Para isso, sinais e
prodígios compõem este universo espiritual, a fim de mostrar que precisamos
confiar no “socorro bem presente na angústia”.
Negarmos essa ação
prometida por Deus ainda no Antigo Testamento é dar as costas a um grande
benefício da parte Dele. Expresso meu interesse neste assunto sobretudo para
tratar da Providência.
Tiago havia sido
morto à espada. Pedro dormia entre dois soldados, acorrentado com duas cadeias,
e sentinelas à porta guardavam o cárcere. Ele declarou: “agora sei,
verdadeiramente, que o Senhor enviou o seu anjo”.
Os anjos atuam como
ministros e instrumentos de Deus, e a glória do socorro pertence unicamente ao
Senhor. Não se trata de supervalorizar os anjos, mas de crer que Deus é capaz
de nos socorrer e nos deixar sob cuidados especiais. Creiamos firmes no cuidado
divino.