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TIMÓTEO 4:1-5
Conjuro-te,
perante Deus e Cristo Jesus, que há de julgar vivos e mortos, pela sua
manifestação e pelo seu reino: prega a palavra, insta, quer seja oportuno, quer
não, corrige, repreende, exorta com toda a longanimidade e doutrina.
Um servo bem
instruído não cai nas armadilhas dos falsos ensinos. Não por acaso, Paulo
orienta Timóteo a cuidar de si mesmo e da doutrina, lembrando a origem de seu
aprendizado e o alertando a se esquivar de maus ensinadores, que se infiltram
no meio do povo de Deus para iludir, mentir e conduzir à ruína.
Muitos pensam que o
desvio da Verdade não afeta a Igreja. Engano. O erro não apenas compromete a fé
individual, mas destrói a comunidade inteira contaminada pelo pecado.
A fonte da verdade
é uma só: “Toda a Escritura é divinamente inspirada e proveitosa para
ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça” (2Tm
3:16). O termo “toda” reforça a suficiência e a finalidade da Palavra. A razão
desse alerta é clara: “Haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina;
pelo contrário, cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias cobiças [...]
e se recusarão a dar ouvidos à verdade”. Paulo conclui: “Tu, porém, sê
sóbrio em tudo, suporta as aflições”.
Ou nos sujeitamos
integralmente à Palavra, ou cairemos no erro.
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