Salmo 94
20 Poderá um trono corrupto estar em aliança contigo? um trono que faz injustiças em nome da lei?
21 Eles planejam contra a vida dos justos e condenam os inocentes à morte.
22 Mas o Senhor é a minha torre segura; o meu Deus é a rocha em que encontro refúgio.
23 Deus fará cair sobre eles os seus crimes, e os destruirá por causa dos seus pecados; o Senhor, o nosso Deus, os destruirá!
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Do Manifesto Comunista, foca no impacto prático e teórico das ideias de Karl Marx e Friedrich Engels:
1. Abolição da Propriedade Privada
2. A Noção de Luta de Classes e Divisão Social
3. O Totalitarismo Estatal e o Autoritarismo
4. Coletivismo contra o Individualismo
5. Ataque às Instituições Tradicionais (Família e Religião)
Vi muitas ideias e lendo sobre o assunto, percebo ainda mais isto se concretizar no Brasil.
E pessoas inaptas votando nesta filosofia do inferno.
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• As Institutas da Religião Cristã (Livro 4, Capítulo 20, Seção 25): Calvino argumenta que os governantes maus ou injustos são levantados por Deus para punir a maldade e a corrupção do povo. Ele afirma que um rei iníquo ou tirano é a expressão da ira de Deus sobre a terra.
• Comentários Bíblicos (como em passagens de Isaías, Oséias e Romanos 13): O reformador reforça que as autoridades constituídas — mesmo as más — operam sob a soberania de Deus, servindo muitas vezes como "açoites" ou instrumentos de correção divina diante dos pecados de uma sociedade.
No Livro 4, Capítulo 20, Seção 25 ("Sobre o Governo Civil"), Calvino discute como Deus levanta governantes bons ou maus: ele afirma que os governantes justos são uma bênção, mas que aqueles que governam injustamente e com incompetência são levantados por Deus para punir a maldade do povo, e que um rei ímpio é expressão da ira de Deus sobre a terra.
• As Institutas da Religião Cristã (ou Institution de la Religion Chrétienne).
• Livro: IV (Quarto Livro).
• Capítulo: XX ("Do Governo Civil").
• Seções: Aproximadamente entre os itens 24 e 31, onde ele discute a providência de Deus sobre os reis maus e a obediência ou resistência a eles.
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24. ESSES MAGISTRADOS, PORÉM, QUE DESLUSTRAM OU DESVIRTUAM SEU OFÍCIO, CEDENDO A MÚLTIPLOS DESVIOS, DEIXAM DE MERECER O RESPEITO E ACATAMENTO DE MUITOS QUE A POSIÇÃO LHES CONFERE E como até aqui temos descrito o magistrado tal como deve ser, que verdadeiramente corresponda a seu título, isto é, um pai da pátria e, como diz o poeta, pastor do povo, guardião da paz, defensor da justiça, vindicador da inocência, com toda razão será tido por aquele a quem não se aprove tal governo. Mas, como de ordinário acontece que a maioria dos príncipes anda bem longe do verdadeiro caminho; e, como este é o exemplo de quase todas as eras, que uns dentre os príncipes, sem preocupar-se por nada de seu dever, se espojam em seus prazeres e deleites, outros, dominados pela avareza, põem à venda todas as leis, privilégios, direitos, juízos; outros saqueiam ao povo pobre, que, depois, esbanjam em insanas liberalidades; Outros, pilhando os lares, “violando matronas e, matando inocentes, cometem meros assaltos; esses, porém, não é fácil ser reconhecidos por príncipes, a cujo mando, até onde é possível, se lhes deve obedecer sem questionar. Porque, quando em meio de tantos vícios, tão enormes e alheios, não só ao ofício de governante, mas inclusive a todo senso de humanidade, não se vê nos superiores prova alguma da imagem de Deus que deve resplandecer em todo governante, nem qualquer rastro de um ministro do Senhor, que foi posto para louvor dos bons e castigo dos maus, não reconhecem nele àquele superior cuja autoridade e dignidade a Escritura nos recomenda. E certamente, sempre esteve não menos arraigado no coração dos homens o sentimento de aborrecimento e ódio aos tiranos, que o de amor aos reis justos, que cumprem com seu dever.
31. AO CIDADÃO COMUM NÃO ASSISTE O DIREITO DE ATENTAR CONTRA A MAJESTADE DOS REIS. OS MAGISTRADOS, PORÉM, QUE SÃO CONSTITUÍDOS PARA A DEFESA DOS DIREITOS DO POVO, PODEM E DEVEM RESISTIR AOS ABUSOS DOS SOBERANOS Mas, de qualquer modo que sejam julgados os próprios feitos dos homens, no entanto o Senhor executava igualmente sua obra através deles, quebrantando e subvertendo os cetros sanguinários de reis insolentes cujos governos não se pode tolerar. Ouçam os príncipes e tremam. Entrementes, porém, cabe-nos com o máximo empenho precaver-nos que não desprezemos nem violemos aquela plena autoridade da veneranda majestade dos magistrados, a qual Deus sancionou com os mais poderosos editos, ainda que ela resida em soberanos os mais indignos, e que, quanto está em si, a poluem por sua iniqüidade. Porque ainda que a correção e o castigo do mando desordenado seja vingança que Deus para si toma, nem por isso devemos julgar pessoalmente que nos foi conferida, a quem nenhum outro mandamento foi dado que o de obedecer e de suportar. Estou sempre falando de pessoas individualmente. Mas, se agora alguns são constituídos magistrados do povo para moderar-se a prepotência dos reis, como eram outrora os éforos que foram contrapostos aos reis lacedemônios; ou os tribunos da plebe aos cônsules romanos; ou os demarcas ao senado dos atenienses; e, como estão as coisas agora, talvez também de qualquer poder que em cada reino exercem as três ordens representativas quando realizam suas assembléias gerais; a tal ponto não os proíbo de, em função de seu ofício, resistir ao estuante desbragamento dos reis que, se se façam coniventes aos reis a oprimirem e assolarem violentamente ao populacho humilde. Eu afirmaria que tão nefária perfídia não carece de sua dissimulação, visto que estão a trair fraudulentamente a liberdade do povo, da qual devem saber que foram postos por guardiães pela ordenação de Deus.
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Liderança Corrupta
• Provérbios 28:2: "Quando há corrupção num país, os seus líderes mudam constantemente, mas a ordem se mantém com um líder sábio e sensato".
• Miquéias 3:1-3: O profeta denuncia os chefes de Jacó e governantes de Israel que odeiam o bem e amam o mal, arrancando a pele do povo e os ossos.
• Êxodo 23:8: "Não aceite suborno, pois o suborno cega os que têm vistas claras e torce as palavras dos justos".
• Salmos 94:20: "Poderia um trono corrupto associar-se a ti? Um trono que faz da injustiça uma lei?"
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