LUCAS
14:13-14
Antes,
ao dares um banquete, convida os pobres, os aleijados, os coxos e os cegos; e
serás bem-aventurado, pelo fato de não terem eles com que recompensar-te; a tua
recompensa, receberás na ressurreição dos justos.
Viver
de aparências é a moda de hoje - e de sempre. Recordo-me da audácia das antigas
propagandas de cigarro, que vendiam pose, status, beleza e sedução, em total
contraste com as imagens atuais nas embalagens, mostrando os males do câncer.
Não foi apenas a ciência que evoluiu, mas a consciência das consequências de
uma vida pautada no consumo de ilusões.
Como
é belo o corpo humano refletido no espelho individual; no entanto,
insatisfeitas com a própria contemplação, muitas pessoas desejam vender a
imagem de quem se cuida ou cultiva o corpo perfeito.
O
texto bíblico aborda essa busca por validação externa e pelas recompensas
resultantes da encenação da bondade - um clamor velado que pede: “olhem para
mim e vejam como sou bom”. Para Deus, isso nada vale, embora satisfaça um mundo
vazio e passageiro.
As
boas obras e a generosidade devem seguir a premissa bíblica de que a mão
esquerda não saiba o que faz a direita. Viemos para representar a Cristo, e não
a nós mesmos. Precisamos renunciar à vaidade de selecionar pessoas influentes
para a nossa mesa. Vivamos em busca da verdadeira bem-aventurança e da
recompensa eterna que Jesus nos oferece.
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