1 CRÔNICAS 29:9
O povo se alegrou com
tudo o que se fez voluntariamente; porque de coração íntegro deram eles
liberalmente ao Senhor; também o rei Davi se alegrou com grande júbilo
Vamos lembrar de
alguns versos de apoio para destacar a beleza do que é “voluntariamente”:
"Não me
repulses da tua presença, nem me retires o teu Santo Espírito. Restitui-me a
alegria da tua salvação e sustenta-me com um espírito voluntário. Então,
ensinarei aos transgressores os teus caminhos..." (Salmo 51:11-13)
Vamos correlacionar
os itens:
(a) A alegria da
comunidade que cercava Davi cria uma conexão com o Salmo 51, quando ele pede
para que Deus o sustente com um espírito voluntário. Tal sentimento liga-se à
presença de Deus sobre a vida do rei, à salvação que Deus lhe comunicara -
apesar da loucura do pecado - e à transmissão dessa graça ao seu povo, o que
gera a segunda força do verso.
(b) Esta gira em
torno da contemplação e da execução comunitária, deixando de lado as mazelas
davídicas e enxergando no rei a lição do que é ser voluntário, dando do que é
seu e não do que pertence ao alheio. O rei torna-se um exemplo a ser imitado e,
mais do que isso, um líder pronto a ensinar a todos o que é ser doador.
Aprendemos com
Jesus, o Filho de Deus - também conhecido como Filho de Davi -, que Ele
voluntariamente se deu à morte pelos seus escolhidos, um reflexo que repercutiu
na comunidade cristã do primeiro século na pessoa de Barnabé.
Portanto, a grande
lição nunca será o quanto se dá, mas o que nos motiva a dar, sem esperar
receber. O ato de dar deve nos gerar alegria, como diz Paulo: "Deus ama
quem dá com alegria" (2 Coríntios 9:7).
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