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quarta-feira, 9 de setembro de 2026

MATEUS 6:12

 

MATEUS 6:12

...e perdoa-nos...assim como nós temos perdoado...

Como tratar a raiz da amargura? Partindo desta pergunta, é útil meditarmos em algumas questões importantes na Palavra.

Criamos muitos conceitos. Muitos. Muitas expressões, com cara de desculpa. Etc. Mas uma só é a razão de perdoarmos ou não: coração de pedra, que é a razão bíblica, por exemplo, para o divórcio, segundo a bíblia.

Coração de pedra é dura cerviz são expressões para nós apresentar a nós mesmos, sobre nossa natureza.

No meio dos conceitos, entra Jesus, de forma clara: "deixa sua glória, esvazia-se, fica parecido com a gente, entrega-se à vergonha e humilhação, e chega até a cruz" (filipenses 2), que é quando Paulo dirá "tenham o mesmo sentimento que Cristo teve" - a isto chamamos de disposição para... Sem disposição, Jesus jamais viria. E não é uma disposição natural, mas um produto de quem se enche do Espírito, busca a vontade de Deus e sabe que é um filho eleito. Disposição não deixa opções, mas convicções para se obedecer.

Some-se a isto, a palavra ainda mais direta, quando se pergunta a Jesus: "se perdoar será perdoado, se não, não será".

A graça dada é a mesma que temos que praticar. Senão banalizamos esta ação do Céu e a vendemos condicionadas às aparências - é fruta estragada.

E por isso Ele dirá na oração: "não nos deixe cair em tentação", e neste ensino, usa pronome que o inclui - "nos".

Se queremos andar com e como Cristo, tratando de perdão, então deveremos passar por este caminho, que nada mais é que um desenho tracejado que devemos preencher para cumprirmos o nosso papel de filhos de Deus.

Nisto entenderemos que esta ação da Graça em nós começa num encontro interior e íntimo, longe de tudo e de todos, como disse Jesus: "tu, porém, quando orares, entra no teu quarto e, fechada a porta, orarás a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará" (6:6) - define galardão.

O resto é hipocrisia e falso cristianismo (6:5).

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