MATEUS 6:12
...e perdoa-nos...assim
como nós temos perdoado...
Como tratar a raiz
da amargura? Partindo desta pergunta, é útil meditarmos em algumas questões
importantes na Palavra.
Criamos muitos
conceitos. Muitos. Muitas expressões, com cara de desculpa. Etc. Mas uma só é a
razão de perdoarmos ou não: coração de pedra, que é a razão bíblica, por
exemplo, para o divórcio, segundo a bíblia.
Coração de pedra é
dura cerviz são expressões para nós apresentar a nós mesmos, sobre nossa
natureza.
No meio dos
conceitos, entra Jesus, de forma clara: "deixa sua glória, esvazia-se,
fica parecido com a gente, entrega-se à vergonha e humilhação, e chega até a
cruz" (filipenses 2), que é quando Paulo dirá "tenham o mesmo
sentimento que Cristo teve" - a isto chamamos de disposição para... Sem
disposição, Jesus jamais viria. E não é uma disposição natural, mas um produto
de quem se enche do Espírito, busca a vontade de Deus e sabe que é um filho
eleito. Disposição não deixa opções, mas convicções para se obedecer.
Some-se a isto, a
palavra ainda mais direta, quando se pergunta a Jesus: "se perdoar será
perdoado, se não, não será".
A graça dada é a
mesma que temos que praticar. Senão banalizamos esta ação do Céu e a vendemos
condicionadas às aparências - é fruta estragada.
E por isso Ele dirá
na oração: "não nos deixe cair em tentação", e neste ensino, usa
pronome que o inclui - "nos".
Se queremos andar
com e como Cristo, tratando de perdão, então deveremos passar por este caminho,
que nada mais é que um desenho tracejado que devemos preencher para cumprirmos
o nosso papel de filhos de Deus.
Nisto entenderemos
que esta ação da Graça em nós começa num encontro interior e íntimo, longe de
tudo e de todos, como disse Jesus: "tu, porém, quando orares, entra no teu
quarto e, fechada a porta, orarás a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que
vê em secreto, te recompensará" (6:6) - define galardão.
O resto é
hipocrisia e falso cristianismo (6:5).
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