ECLESIASTES 1:7
Todos os rios correm para o mar, e o mar não se enche; ao lugar para onde correm os rios, para lá tornam eles a correr.
A vida como é um ciclo de vai e volta, sob a ótica de Salomão, da maneira quase frustrante, se levarmos em conta um sentimento que permeava sua alma sobre o tempo e as questões gerais: “vaidade de vaidades, diz o Pregador; vaidade de vaidades, tudo é vaidade” (EC 1:2).
E sua mente não parava: (a) “geração vai e geração vem”, parecia uma tentativa de mostrar que além da vaidade, as gerações mudavam e tudo permanecia assim; (b) “o vento vai para o sul e faz o seu giro para o norte; volve-se, e revolve-se e retorna aos seus circuitos”, e qual o sentido da vida, senão perceber um Criador e a sua Sabedoria em inflamar toda a criação e assim, quem sabe, gerar sentido ao viver; (c) “todas as coisas são canseiras tais, que ninguém as pode exprimir”, num buscar infindo de alguém que tudo tinha, inclusive a sabedoria que veio do DEUS - como não cansar desta rotina de ver e ouvir? (d) “nada há, pois, novo debaixo do sol... Vê, isto é novo? Não! Já foi nos séculos que foram antes de nós” e como extrair prazer nestas rotinas de ver os dias e noites...
Para Salomão que tinha tudo e gentes ao seu redor, o cair no esquecimento se torna real: “já não há lembrança das coisas que precederam; e das coisas posteriores também não haverá memória”.
Atrás de que temos corrido, como este servo trata?
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