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segunda-feira, 20 de julho de 2026

Romanos 12:1

Romanos 12:1

"Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus..."


Deus fez, por nós, o sacrifício perfeito: seu Filho.

O que requer de seus filhos? "Que apresentemos o nosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o nosso culto racional. E não nos conformemos com este século, mas transformemo-nos pela renovação da nossa mente" (Romanos 12:1-2).

Ao nos depararmos com os exemplos antigos dos sacrifícios, vemos que a morte era imperativa em todos eles, e nisto veremos a morte do Cordeiro, num imperativo que transforma morte em vida.

Tais imperativos precisam ser lidos e compreendidos à luz da inspiração das Sagradas Escrituras.

E, se assim cremos, temeremos a Deus, ofereceremos o nosso melhor a Ele, o amaremos "de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua força" (Deuteronômio 6:4-5) e, numa versão neotestamentária, "amarás, pois, ao Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e de toda a tua força" (Marcos 12:30).

Se considerarmos a instrução apostólica na Carta aos Hebreus (capítulo 1, versículos 1 a 3), onde lemos: "no passado, Deus falou muitas vezes e de várias maneiras aos nossos antepassados por meio dos profetas, mas nestes últimos dias nos falou por meio do Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas e por meio de quem fez o universo. O Filho é o resplendor da glória de Deus, a expressão exata do seu ser, e sustenta todas as coisas por sua palavra poderosa. Depois de ter realizado a purificação dos pecados, ele se assentou à direita da Majestade nas alturas", resgataremos da inspiração a fonte que iluminará toda a nossa existência.  

E é nesta perspectiva que poderemos vivenciar a profundidade das figuras antigas apontando para a efetivação de tudo em Cristo, o que fez Dele o único e suficiente Mediador, Salvador e Senhor.

Nosso culto tem que expressar toda esta intensidade do que Deus mesmo fez para nos redimir, nos salvar do "império das trevas" (Colossenses 1:13-20), quando "estávamos mortos em nossos delitos e pecados" (Efésios 2:1), e assim podermos dar passos que honrassem o Criador.

É chegado o tempo, a oportunidade de buscarmos, invocarmos e ouvirmos em obediência a chamada do céu para a vida eterna, assim como nos lembra a palavra: "aquele que crê no Filho tem a vida eterna; mas aquele que não crê no Filho não verá a vida, mas a ira de Deus sobre ele permanece" (João 3:36).

Eis o tempo. Eis o Senhor. Eis a hora exata. (Hebreus 3:7-19//Isaías 55)

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