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quarta-feira, 16 de outubro de 2024

Salmo 75:1

Toda obra de DEUS deve ser anunciada, a fim de que conheçam o SEU NOME.

Salmo 75:1 “Graças te rendemos, ó Deus; graças te rendemos, e invocamos o teu nome, e declaramos as tuas maravilhas.”


Quando percebemos o que DEUS requer dos seus, a todos quanto ELE mesmo elege, justifica, chama e glorificará, temos que tomar decisões compatíveis com o REINO que nos está reservado na ETERNIDADE.

Daí, pela PALAVRA, podemos aprender:

(a) Render graças a QUEM muito deu, a quem de fato se entregou, a um DEUS que nos conhece e nos retira de uma vida perdida para a sua maravilhosa LUZ -  e isto implica numa vida de total entrega;

(b) Quando DEUS nos alcança passamos a chamar para nós, para bem perto de nós, a fim de que esta invocação reflita toda a sua obra de Salvação – e isto vem do  verso “buscar enquanto se pode achar e invocar enquanto está perto” (Isaías 55:6);

(c) Toda estas ações, vindas da presença de DEUS e de sua SALVAÇÃO, nos deixará com uma missão: declarar tudo o que ELE nos fez, testemunhar com nossas vidas a VIDA que nos deu.

Não podemos ignorar a poesia de Asafe, pois em meio a tantas situações vivenciadas pelos salmistas, sempre deixaram claro que contar as maravilhas era sua missão, pois DEUS se tornaria conhecido pelas suas ações em meio ao seu povo.

Tudo o que DEUS realiza tem um propósito: tornar seu NOME conhecido entre os povos.

Por isso usemos este verso como motivação.


terça-feira, 15 de outubro de 2024

1517

1517

O princípio exposto em Apocalipse, por João nos dá entendimento da necessidade da REFORMA nos tempos passados: "Tenho, porém, contra ti..." (Apocalipse 2:4-7) e “Dei-lhe tempo para que se arrependesse; ela, todavia, não quer arrepender-se...” (Apocalipse 2:21).

Quando homens chamados e vocacionados para uma obra específica de renovação da igreja, em pontos que ela havia abandonado, e que a tranformara num “covil de salteadores”, colocaram-se mais do que “rebeldes sem causa”, mas como homens interessados na pureza da doutrina.

Os antecedentes e precursores lutaram, doando suas próprias vidas, contra um clero viciado, e que agora se misturava com toda sorte de impurezas.

Seguem algumas delas:

v  380 d.C. – Oração pelos mortos

v  535 d.C. – Instituição das procissões

v  538 d.C. – Celebração da missa de costa para o povo

v  757 d.C. – Adoração de imagens

v  884 d.C. – Canonização de santos

v  885 d.C. – Adoração da “Virgem Maria”

v  1022 d.C. – Legalização da penitência por dinheiro

v  1215 d.C. – Adoção da confissão auricular

v  1470 d.C. – Invento do rosário

A Reforma mexeu diretamente com o sistema instalado dentro da “igreja” e dos reinados e o remédio contra esta decadência intitucional.

v  Sola Fide - Somente a Fé

v  Sola Scriptura - somente a Escritura

v  Solus Christus - somente Cristo

v  Sola Gratia - somente a Graça

v  Soli Deo Gloria - Glória somente a Deus

Estes pontos de tornaram fundamentais para que a igreja buscasse mais pureza e hoje precisamos manter tais verdades, pois a doença que afetara a “igreja” tem retornado em suas práticas levianas.

Ser reformado não é um título, mas a cura para quem deseja servir a DEUS e amar a sua PALAVRA em meio a este tempo de doutrinas emergentes.

(Pr. Carlos Puck)

Poesia nova

Eis que na cruz aprova DEUS

A morte de seu FILHO

Para nos atrair para ELE

Nos dando o perdão e amor

Que tínhamos perdido.


Ah, que AMOR e que obra

Fez em nossa alma,

Renovando a esperança

E semeando a VIDA ETERNA,

Abrindo caminho

Em CRISTO para estarmos

Para sempre com ELE.


Que força teve o brado na cruz

As dores dos cravos

E sua solidão.


Mas não ficou preso, morto

E ressuscitou,

Mostrando a todos

Que nada nos separa do nosso DEUS.


Que bela obra feita em nós

Quando, agora, podemos a DEUS

Chamar de PAI.


Somos amigos e eleitos de DEUS

Salvos pela GRAÇA,

Mergulhados na VERDADE

E vivendo pela fé,

Jamais com nossa força

Mas pelo PODER DE DEUS.


Ah, ESPÍRITO SANTO,

Como é doce tua voz

Quando nos chama

Para sabermos que somos

Filhos de DEUS.


Bendito CORDEIRO SANTO

Que agora é a razão da VIDA

A nossa GRAÇA imerecida

Que nos leva à glorificação.


Eis que vem sem demora

SENHOR de nossas vidas

E assim te esperamos,

Felizes, cantando MARANATA,

Ora vem JESUS.

segunda-feira, 14 de outubro de 2024

Hebreus 9:27

A morte e o peso na consciência: uma questão de agir na hora certa.


Hebreus 9:27 “Da mesma forma, como o homem está destinado a morrer uma só vez...”


Carregamos fardos pesados por não sabermos conviver ou viver bem entre vivos.

Dias de luto deveriam ser dias em que as pessoas se despedem sem culpa de não ter feito tudo enquanto se tinha à mão o fazer o bem.

E do que se trata?


(a) a paranoia se mostra como síndrome de quem poderia abraçar mais, amar mais, se doar mais e acabou negligenciando;

(b) a loucura invade a alma que, olhando um cadáver, percebe que tudo que vier a falar não terá significado algum para quem partiu, posto que queremos dar vida onde a vida não mais existe;

(c) o caos toma conta dos sentimentos humanos pela má gestão entre vivos, na esperança de criar falas a quem nem ouvidos dará. 


Precisamos entender que DEUS nos presenteou com uma só vida aqui - para quem crê na Bíblia.

A vida eterna não será ambiente de resgates relacionais frustrados ou malcuidados, nem tampouco de memórias do “que bom te ver aqui”.

Logo, precisamos entender a importância do que é amar profundamente aqui, para que na morte não lamentemos o que poderíamos ter feito a mais.

Lembremos que mortos não sentem abraços, lágrimas ou elogios – ele não te recebe mesmo.

Faça isto hoje a quem está vivo, afinal, este fardo não precisa compor os dias dos vivos.

Saudade - Clarice Lispector

Saudade

Sinto saudades de tudo que marcou a minha vida.

Quando vejo retratos, quando sinto cheiros, quando escuto uma voz, quando me lembro do passado, eu sinto saudades. 

Sinto saudades de amigos que nunca mais vi, de pessoas com quem não mais falei ou cruzei.

Sinto saudades dos que foram e de quem não me despedi direito.

Daqueles que não tiveram como me dizer adeus.

Sinto saudades das coisas que vivi e das que deixei passar, sem curtir na totalidade.

Quantas vezes tenho vontade de encontrar não sei o que…

Não sei onde.

Para resgatar alguma coisa que nem sei o que é e nem onde perdi."

Clarice Lispector

sábado, 12 de outubro de 2024

Mais dois poemas - estes em inglês, de tradução do meu amigo BENÉ e do meu tio DOUGLAS (in memoriam)

 Dois poemas... um recente e outro bem mais antigo, afinal fiz 60... 

As traduções para o inglês estão nominadas, mas as letra é de minha autoria.


Tradução por Ebenezer Paz

Lord

There is a long way

Through which my feet

Wounded or not 

Have passed.


I could ask the reasons

For the cursed pages 

To be read again 

As if deja vu.


I don’t wish for full pages

Big letters 

Nor marks on the wall.


I don’t even appeal to the heavens

To give me answers,

All in all, it’s only me.


And yet in a trace of a garden

I notice (understand) that loneliness hurts me, 

As it did to Your son, 

It (loneliness) makes me sick.


And as a son 

I end up imitating

Tears

Anguish

And an escape.


I just want to know 

What use it all has

Whether it makes sense

To me or anyone else,

For on this road I am

I no longer know what to do.


Therefore 

In my loneliness, I say:

I am tired.

That former meaningless life I had 

Before you

Knocks on my door.

Though seemingly futile,

It seems useful

In this time of pain.


The Cathedral shines

With strength

And an atmosphere of closure.

And finally 

The clock 

Can beat midnight.Tradução por Ebenezer Paz


Lord

There is a long way

Through which my feet

Wounded or not 

Have passed.



I could ask the reasons

For the cursed pages 

To be read again 

As if deja vu.


I don’t wish for full pages

Big letters 

Nor marks on the wall.


I don’t even appeal to the heavens

To give me answers,

All in all, it’s only me.


And yet in a trace of a garden

I notice (understand) that loneliness hurts me, 

As it did to Your son, 

It (loneliness) makes me sick.


And as a son 

I end up imitating

Tears

Anguish

And an escape.


I just want to know 

What use it all has

Whether it makes sense

To me or anyone else,

For on this road I am

I no longer know what to do.


Therefore 

In my loneliness, I say:

I am tired.

That former meaningless life I had 

Before you

Knocks on my door.

Though seemingly futile,

It seems useful

In this time of pain.


The Cathedral shines

With strength

And an atmosphere of closure.

And finally 

The clock 

Can beat midnight.


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Tradução Douglas Ferreira


To be a poet

I open my copybooks and

What I see?

Just White, emptypages.

Where are those letters,

Where have they gone?


Those words, they don’t exist anymore

Where have the drafts of life gone?

Has anybody scrapped them

Or was they erased by the time?


Those were the words

Wich meant the only sense of life: LOVE.

Those were leaves that could fly away

With just a simple breeze.


Those are papers that together

Should make another “I”.


From just a few letters,

Words have been born...

From just a few words

The blow up of ideas and poesy

And in those ideas and poesies

“I”.


I turned into letters,

Drawings

And paintings.

Then in a heart

And then

In a feeling.


sexta-feira, 11 de outubro de 2024

Poemas

 PESSOA

Poema escrito em 1985, exposto na Feira do Poeta, em Curitiba.


Humano ou Ser,

Que pensa, que sente,

Que vai ou fica,

Onde está?


Lá,

Próximo ao nós,

Pronto a unir

Ser e Humano.


Porquanto ande,

Fale e às vezes pense,

Está inteiro,

Sempre no convés do sentir.


Sentir, andar,

Ouvir o falar,

Olhar o viver

E tornar em amor o ato SER HUMANO.


[OUTRO]


COMPLEMENTO DO VERBO

Poema escrito em 1987, em Minas Gerais, musicado por Mary Lynn Darden, em sua partitura.


O vento me traz à volta

Dos redores da consciência.

De manhã corre na veia o sangue

Vertido dos olhos


Calmo e meio acordado

Fico carente do afago da noite de estrelas

Do toque final

Que leva ao léu do amor.


Vertentes vivas em dor,

Gritos alheios

Que não se escuta


Abstrato tratamento de Deus,

Mistério do mundo de Deus.

Só, com vocês, ouço a oração:


Com as lágrimas eu me calo.

quarta-feira, 9 de outubro de 2024

Lucas 18:11-13

SOBRE O SERMOS PERFECCIONISTAS E AO MESMO TEMPO REPULSIVOS

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Lucas 18:11-13 “O fariseu, posto em pé, orava de si para si mesmo, desta forma: Ó Deus, graças te dou porque não sou como os demais homens, roubadores, injustos e adúlteros, nem ainda como este publicano; jejuo duas vezes por semana e dou o dízimo de tudo quanto ganho. O publicano, estando em pé, longe, não ousava nem ainda levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: Ó Deus, sê propício a mim, pecador!”

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(I)

O que fazer quando queremos ter a razão e pecamos por isso, sendo soberbos?

 

Certa vez, exatamente nos dias em que estudei num Instituto Bíblico de minha igreja, fui até a sala de meu diretor e perguntei-lhe: o senhor conviveu comigo nesta escola e antes de ir embora para casa, gostaria que me aconselhasse acerca de como sou.

Simples a resposta dele e amorosa: disse-me que eu era perfeccionista e que iria cuidar da igreja de CRISTO, composta de pecadores, como eu e que isto poderia trazer frustração em meu ministério, pois jamais qualquer ser humano poderia ser perfeito ou do jeito que eu iria exigir que fosse.

Aprendi muito com aquilo, e ainda que lutando com esta verdade sobre mim até hoje, após cerca de 37 anos depois, não deixo de buscar quebrar meu ser, observando que:

 

(a) todo perfeccionista nunca assume que é, e se torna um destruidor de vidas, de relacionamentos e acaba por pagar um preço de solidão, isolamento, e a fuga das pessoas que poderiam ter prazer em estar junto dele;

(b) de fato toda pessoa que fica a cobrar dos outros, se torna chata, pesada, e frustrada, pois nunca as pessoas desejarão estar com ela;

(c) seria simples se livrar deste mal, mas para isto temos que olhar no espelho e assumir se queremos ou não ser pessoas agradáveis ou cheias de manias.

 

Sempre dá tempo de mudar e confesso que mudei muito, mas tenho que me policiar todos os dias.

Leva tempo, dói intimamente, mas sei que preciso das pessoas perto e não longe – por isso luto muito.

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(II)

Mais vale olhar num espelho e ver o quanto sou imperfeito do que impor-me...

O que vale a pena mesmo diante da vaidade do “perfeccionismo”?

A primeira coisa é que famílias e casamentos estão sendo destruídos por conta desta ENFERMIDADE da alma, que se debate entre a vaidade de não querer mudar por se achar “certo” e a soberba “ que trará a ruína”.

Nossa perfeição está na pessoa de JESUS e jamais dependerá de nossa forma de ser.

O que temos que levar em conta é:

 

(a) vale a pena perder pessoas que amamos ou queremos bem por conta de nossas manias infantis ou adoecidas?

(b) vale a pena ser teimoso a ponto de sacrificar nossas relações, sabendo que as pessoas têm suas opiniões e formas de ser e que não depende de a gente exigir que se enquadrem ao nosso modo?

(c) vale a pena ver nossos arredores se desfazendo somente por querermos mandar ou gritar, ou expressar nossa personalidade que pode, de alguma forma estar machucada?

 

As avaliações são muitas e em todas as áreas.

O que não devemos é ocultar esta realidade de nós mesmos, fingindo ou fugindo ao invés de resolver.

Já pensou que aquela pessoa que você quer mudar é alguém que poderia somar em tua cura?

Ou quem sabe, observar que somos até gente boa, mas no fundo nem nosso melhor amigo suporta.

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(III)

Certamente somos expulsos sem perceber, e pode ser tarde para voltar.

 

Gostaria de encerrar com o pensamento que cerca estes versos:

 

(a) Percebamos que quem fica de pé um fariseu acostumado aos primeiros lugares, a orações em público, mas que não tem humildade de perceber o outro, de levar em conta a fala daquele que está posto em seu lado – “orava para si mesmo”;

(b) Afirmava com veemência a QUEM sonda os corações e os conhece profundamente, mais do ele mesmo – “não sou como estes outros homens”;

(c) Saciava-se com suas obras, com sua falsa piedade, com sua conduta que de nada servia;

(d) Numa vida como deste fariseu, pouco importava para DEUS se dava o dízimo de tudo, de jejuava – estava possesso de si mesmo – o que se torna mais difícil de expulsar do que aos demônios;

(e) Aprende-se com o publicano algo essencial – não pensar nada de si mesmo, além do que convém - "Porque, pela graça que me foi dada, digo a cada um dentre vós que não pense de si mesmo além do que convém; antes, pense com moderação, segundo a medida da fé que Deus repartiu a cada um" (Romanos 12:3) – somos pecadores.

 

Fica a lição: talvez estejamos sendo pesados aos outros quando deveríamos ser leves: "(JESUS) não julgou como usurpação o ser igual a Deus; antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo" (Filipenses 2: 6-7) – quer continuar a ter razão?

 

 


Um poema, apenas isso ou tudo isso

Não ouso tomar de tuas mãos

Toda carga que levaste em teus ombros.

Não suportaria jamais

Andar um tanto sem cair por terra

E ali gritar por socorro.

 

Meus versos trafegam entre a alma e o corpo

Andando em velocidade lenta

Mas com sensações aceleradas.

 

Não ouso compor o que minha alma

Não perscruta.

Não ouso ser o que não sou

Sem medo de ser o que sou.

 

Fui feito filho, quem sabe servo,

Aparente pródigo que volta ao lar

E reconhece sua substância

E confessa seu pecado, à porta,

Sempre acreditando na compaixão.

 

Ouso apenas pedir-te perdão,

Fui, sou e serei

O pó citado por Jó,

O conhecedor de linhas

Que sondas entrelinhas

E silencia toda angústia

Apenas reparando as brechas deixadas,

As marcas de uma vida.

 

Ouso sem ousar,

Na simplicidade de quem deseja entrar

E de repente pode ficar,

Um mero observador de fatos

Da história de muitas gentes

E de muitas vozes.

 

Ouso encerrar, quem sabe,

Um último ensaio,

Último passo

E último desejo:

De amar e ser amado

E viver sendo assim.

 

Defino-me em ousar sem ousado,

Abraçar para ser abraçado

E no encontro de tudo, de todos,

Das letras e do ser

Apenas ser o que precisei ser.

 

Outra vez,

Vivo, sigo vivendo,

E vivido, posso VIVER ou morrer.


Provérbios 22:6

Provérbios 22:6 “Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele.”

Educar um filho não é das tarefas mais simples e ser casado também.

Levando em conta que nossa sociedade tem se tornado promíscua em seu caráter, complica-se mais ainda a questão de EDUCAR nossos filhos.

Considerando a proposta no verso, veremos que:

(a) educar ganha a força dos antigos sacrifícios que eram oferecidos ao SENHOR, ou seja, requer de fato entrega total da parte de quem educa;

(b) educar significa mais do que entulhar crianças em igrejas e escolas: é dar-lhes palavras/atenção que construam o caráter de JESUS nos seus corações, e sabendo que foi DEUS quem as criou para herança entregue aos pais;

(c) educar traz o que DEUS manda, não apenas sugere: “nosso Deus, é o único SENHOR. Amarás, pois, o SENHOR, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua força. Estas palavras que, hoje, te ordeno estarão no teu coração; tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te, e ao levantar-te” (Deuteronômio 6:4-9).

Vemos pais que mal servem de exemplo e destroem o caráter dos filhos, maltratam, maldizem são violentos, mal exemplo para seu lar, seja por ações ou palavras, mostrando-se maus exemplos, ferindo os corações quando deveria apenas habitar o AMOR.

Antes que seja tarde, abrace sua família, pois o diabo não brinca em serviço - seus ataques são vis.

E para tal ataque temos as “Efésios 6:10-19 - A Armadura de Deus”, além das ordens expressas do nosso SENHOR, que passam pelos ensinos de Paulo e seguem como ordens no Antigo Testamento sobre nossos filhos.

E precisamos aprender de vez: o que nossos filhos ou cônjuges veem em nós, serão reflexos da tal “permanência no CAMINHO da SALVAÇÃO”.

Temos orado ao SENHOR para que traga nossos filhos para a CASA DELE de volta, mas o que nossos filhos têm visto em nossas próprias casas e vidas, quando apenas recebem incentivo ao sucesso estudantil e profissional?

E não é por força nem por violência que ganharemos suas almas para DEUS, mas pelo SANTO ESPÍRITO, que habita onde há vidas que lhe pertencem.

Reflitamos sobre o que temos dado a eles como ensino e testemunho.

Que a GRAÇA IRRESISTÍVEL e a ALEGRIA DA SALVAÇÃO alcancem a todos.

Pr. Carlos Puck