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segunda-feira, 15 de junho de 2026

ISAÍAS 60:2

ISAÍAS 60:2

“Porque eis que as trevas cobrem a terra, e a escuridão, os povos; mas sobre ti aparece resplendente o Senhor, e a sua glória se vê sobre ti.”

É preocupante notar como, ainda que sob o domínio do Soberano Deus, as escolhas humanas pela escuridão têm ditado o tom dos nossos dias. Tudo nos move a pensar, urgentemente, na necessidade de um retorno ao Cristo Ressurreto, pois Ele mesmo se autodenominou a "Luz do Mundo", vocacionando os Seus a serem também luzeiros em meio às trevas.

O descaso com a Mente Criadora não é novo. Ele se manifesta claramente quando os homens, dizendo-se sábios, deixam a glória do Criador para adorar e exaltar a criatura. Recentemente, li um artigo científico que defendia o darwinismo na odontologia devido a certas alterações na formação dentária. Ao observar artigos assim e manifestações humanas como a parada LGBT, percebe-se a tamanha insensatez que invadiu a mente das pessoas. Elas parecem não se contentar com a própria conduta, avançando agressivamente contra o credo e a fé alheia.

Dando mais um salto nessa observação, espanta ver comentários de pastores e líderes que se dão à liberdade de apoiar tais movimentos de transição sexual — afirmando, como fez Kivitz, que "evoluímos". Confesso não saber onde isso vai parar, e pergunto-me se falar sobre o inferno ainda é uma opção considerada por eles. A verdade bíblica permanece: "Amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas obras eram más."

Seja por amizade, por parentesco ou pelo motivo que for, precisamos anunciar a Luz que veio ao mundo e se fez carne para salvar o pecador perdido. Nos Evangelhos, vemos narrativas que começam com "De novo, Jesus lhes falou", culminando no conhecido versículo: “Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas; pelo contrário, terá a luz da vida” (João 8:12).

É interessante notar que, do Antigo ao Novo Testamento, a erradicação das trevas é uma regra divina. Encerro trazendo o tom contundente de João, que escreveu:

E esta é a mensagem que dele ouvimos e vos anunciamos: que Deus é luz, e não há nele treva nenhuma. Se dissermos que temos comunhão com ele e andarmos em trevas, mentimos e não praticamos a verdade. Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo pecado” (1 João 1:5-7).

Da mesma forma, Paulo brada aos coríntios:

“Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque, que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas? E que concórdia há entre Cristo e Belial? Ou que parte tem o fiel com o infiel?” (2 Coríntios 6:14,15).

Pensemos com clareza sobre o destino de nossas almas. Em um processo natural, a morte física não deveria ser o maior temor, por ser o fim inevitável de todo ser humano. O que deve ser temido e urgentemente repensado por todos é o pós-morte: o próximo ato da existência, que se define crucialmente entre o Céu e o Inferno.

Carlos Puck

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