Pesquisar este blog

sábado, 8 de agosto de 2026

1 JOÃO 3:18

1 JOÃO 3:18

Filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas de fato e de verdade

Somos seres carentes por natureza. Ao estudarmos a Palavra, vemos inúmeras manifestações desse sentimento, especialmente voltadas para pessoas que buscam a Deus em suas lutas, solidão e necessidades, mas raramente encontram reciprocidade.

Com o passar dos tempos, percebemos — cumprindo-se a profecia de Jesus de que o “amor de muitos se esfriaria” (Mt 24:12) — que precisamos labutar na manutenção, na perseverança e na obediência do amar. Amar não é tarefa simples, pois há um abismo entre os seres humanos, que muitas vezes exigem retorno por sua dedicação. No entanto, somos confrontados por Cristo, que nos desafia a amar o próximo como a nós mesmos.

Entre as demandas do “amor ao próximo” (Mt 22:39), surge a pergunta no tempo de Jesus: “Quem é o meu próximo?” (Lc 10:25-37). A resposta, dada na Parábola do Bom Samaritano, vai muito além da religiosidade aparente ou de sacrifícios vazios.

Muitas vezes, tentamos identificar um cristão por costumes, vestimentas ou linguagem. Contudo, Jesus é claro: a marca que identifica um discípulo não é o que ele fala, mas como ele ama. O amor é a identidade que nos torna visíveis ao mundo.

Esse abismo é criado pela dureza de nossos corações. Quando olhamos para Jesus, que se doou por inteiro até a morte, compreendemos o princípio da “negação de nós mesmos” (Lc 9:23). Não precisamos temer o amor sacrificial, mesmo que ele exija dor e o exercício diário do perdão, pois toda a lei se cumpre nesta única palavra: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Gl 5:14).


Nenhum comentário:

Postar um comentário