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terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

SALMO 32:4

SALMO 32:4

Porque a tua mão pesava dia e noite sobre mim, e o meu vigor se tornou em sequidão de estio.

O ser humano tem flertado com o pecado a tal ponto de desprezar as suas consequências.

Desde o início, logo na criação, recebemos ordens de não andarmos próximos ou na prática do pecado, pois ele é destrutivo, e literalmente, traz a morte.

Nestas inserções em meio aos pecados, acabamos colhendo frutos que não imaginávamos, com perdas irreparáveis, danos em relacionamentos, enfermidades físicas e emocionais e os riscos no mundo espiritual.

Queremos acostumar com as justificativas confundindo-as com a JUSTIFICAÇÃO realizada por JESUS.

No entanto, vemos Davi sofrendo tanto, colhendo frutos de suas ações dolosas, tal qual citado acima.

E é triste, pois além de macular toda nossa alma, com tons escuros inapagáveis, mancha a nossa relação com nosso DEUS.

Tais flertes e práticas acabam nos dando esta sensação do Salmista, do peso da mão do SENHOR, numa falta de acalento, de um consolo em meio às dores, e mais do que isto, esta “sequidão de estio”, “a alma desolada”, sem conseguir consolar-se a si mesma, “angústia, cansaço e perda de vigor”, como aquelas “angústias do inferno”.

E o que fazer para ter a “restauração da alma”?

“Confessarei ao Senhor as minhas transgressões e tu perdoaste a iniquidade do meu pecado” (32:5).

Portanto, CONFESSE imediatamente, e deixe o mal.


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