SALMO 57:8
Quero
acordar a alva
Deus
não tem pressa. Tem urgências.
Uma
e a maior delas é que o invoquemos enquanto há tempo.
As
urgências do Reino naturalmente vêm sobre nós, pois somos a imago dei que se
obscureceu com o pecado.
Não
devemos pensar num Deus que depende disso, mas que nós dependemos, e esta é a
nossa urgência, que ecoa na história de nossas vidas e é replicada na forma de
misericórdia renovada a cada manhã.
As
manhãs, naturalmente, deveriam ser despidas da pressa, das nossas urgências,
como diz o autor bíblico "em acordar a alva".
Não
percebemos, mas a distância diária entre nós e Deus se faz na forma que
conduzimos nossa vida de leitura da Palavra e na Oração.
E
este abuso aumenta na medida em que isto se torna rotina.
Por
isso a urgência de Deus bate em nosso pescoço, como que se afundássemos nesta
comunhão necessária, porém abandonada.
Só
descobrimos tudo isso quando nos deparamos com nossos vazios da alma, quando se
rompem os dias em provações, e assim, as tempestades tomam corpo, a ponto de
nos sentirmos perecendo.
Nosso
tempo se vai, se esvai, e assim tornamos nossas vidas cheias ou vazias, como as
lâmpadas das virgens – o tempo de mudanças é agora – e urgente.
Leiamos
a urgência divina como um atributo comunicado ao nosso coração, num chamado
para mudanças, e num preparo para nosso encontro com Jesus, que em breve
ocorrerá.
Vejamos
ainda que nossa atarefada vida pode estar denunciando se nossa prioridade é a
Eternidade ou esta vida passageira, onde somos peregrinos sem percebermos.
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