Comerás, e te fartarás, e louvarás o Senhor, teu Deus,
pela boa terra que te deu.
Ao
percorrermos a história do povo de Deus nas Escrituras, somos confrontados com
a magnitude do cuidado divino. Em momento algum - mesmo nos desertos mais
áridos - percebemos qualquer descuido do Criador para com o Seu povo. É notável
observar que o distanciamento sempre partiu do lado humano, o que,
consequentemente, atraía a disciplina pedagógica de Deus.
Podemos
associar este verso à parábola do Filho
Pródigo. Assim como aquele jovem possuía a proteção do pai, um lar seguro,
sustento e amor, o povo de Israel desfrutava da provisão do Senhor. A parábola
ilustra perfeitamente a fidelidade do Pai que nunca desiste do filho. Essa
analogia nos ajuda a enxergar, tanto no passado quanto no presente, a face do Deus Provedor.
Nossa
maior bem-aventurança será sempre depositar confiança no Deus que tudo pode e
que opera em favor dos Seus. A Palavra afirma que, ainda que uma mãe pudesse
abandonar seu filho, Deus — o exemplo máximo de cuidado — jamais desamparará os
Seus.
Até
mesmo no momento mais denso da história, a Cruz, vemos a profundidade desse mistério. Quando
Cristo clama "Por que me
desamparaste?", Ele assume o nosso lugar no julgamento para que nós
jamais fôssemos desamparados. Ali, o sacrifício do Unigênito torna-se a prova
definitiva da fidelidade de Deus e do Seu amor redentor.
Portanto,
deixo este convite: Confie e
permaneça fiel.
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