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domingo, 22 de março de 2026

SALMO 128:1

 

SALMO 128:1

Bem-aventurado aquele que teme ao Senhor e anda nos seus caminhos

Quando pensamos em Deus, logo pensamos em alguém abençoador, que nos leva sempre por caminhos floridos e coisas boas — algo que muitos acabam ensinando como um ponto de ilusão.

E DEUS NÃO É ASSIM?

Com toda a certeza é e sempre será.

Ao olharmos para a gênese de tudo, lemos que Ele fez todas as coisas com tanta qualidade e beleza que Ele mesmo declarou, em louvor à Sua obra: “E viu Deus tudo quanto tinha feito, e eis que era muito bom” (Gn 1:31).

Uma das coisas mais abençoadas foi que Ele entregou toda essa criação potencial ao homem para que este a guardasse, cuidasse e cultivasse. E tais obras maravilhosas culminaram na criação da mulher para lhe ser auxiliadora, considerando que todos os seres vivos possuíam seus pares.

Nesta proposta de cuidar e cultivar, seguindo o padrão da excelência divina, Deus apresenta aos homens os “Seus caminhos”, que são as trilhas de bênçãos e de onde extraímos a exortação: para andar no caminho divino e ser bem-aventurado, é necessário o TEMOR A DEUS, pois será este temor que nos conduzirá em reverente adoração e cuidado, conforme a Sua Palavra - eis a nossa referência: os padrões divinos.

CRISTO nos apresentará o “esplendor da Glória de Deus”, sendo alguém de referência do TEMOR ao PAI.

sábado, 21 de março de 2026

DEUTERONÔMIO 8:10

DEUTERONÔMIO 8:10

Comerás, e te fartarás, e louvarás o Senhor, teu Deus, pela boa terra que te deu.

Ao percorrermos a história do povo de Deus nas Escrituras, somos confrontados com a magnitude do cuidado divino. Em momento algum - mesmo nos desertos mais áridos - percebemos qualquer descuido do Criador para com o Seu povo. É notável observar que o distanciamento sempre partiu do lado humano, o que, consequentemente, atraía a disciplina pedagógica de Deus.

Podemos associar este verso à parábola do Filho Pródigo. Assim como aquele jovem possuía a proteção do pai, um lar seguro, sustento e amor, o povo de Israel desfrutava da provisão do Senhor. A parábola ilustra perfeitamente a fidelidade do Pai que nunca desiste do filho. Essa analogia nos ajuda a enxergar, tanto no passado quanto no presente, a face do Deus Provedor.

Nossa maior bem-aventurança será sempre depositar confiança no Deus que tudo pode e que opera em favor dos Seus. A Palavra afirma que, ainda que uma mãe pudesse abandonar seu filho, Deus — o exemplo máximo de cuidado — jamais desamparará os Seus.

Até mesmo no momento mais denso da história, a Cruz, vemos a profundidade desse mistério. Quando Cristo clama "Por que me desamparaste?", Ele assume o nosso lugar no julgamento para que nós jamais fôssemos desamparados. Ali, o sacrifício do Unigênito torna-se a prova definitiva da fidelidade de Deus e do Seu amor redentor.

Portanto, deixo este convite: Confie e permaneça fiel.


quinta-feira, 19 de março de 2026

Romanos 8:28-30 // Efésios 1:3-6

Romanos 8:28-30 e Efésios 1:3-6

Deus, o Senhor do Tempo e da Escolha

Deus conhece tudo e todos, desde antes da fundação das coisas visíveis e invisíveis. Seu conhecimento não advém do surgimento das criaturas; pelo contrário, as coisas surgem porque Ele, sendo Deus, já as conhecia. Esse pressuposto parte da natureza do Senhor: atemporal, eterno e imutável. Ele não está inserido no tempo, mas é o Senhor dele. Passado, presente e futuro fundem-se sob o Seu domínio. Ele é, como está escrito, o Senhor que transcende a criação, detentor de atributos exclusivos: onisciência, onipotência e onipresença. Nada nem ninguém partilha de tais atributos, pois tratam-se de seres criados e contingentes.


Para Aquele que assim É — e que define a Si mesmo como "EU SOU" — as religiões atribuem títulos cognitivos, frutos da limitação mental humana e da necessidade de nomear o que se vê e o que não se vê. Tolos tentam defini-Lo apenas como uma "energia superior" ou uma "força externa", negando-se a chamá-Lo de Deus para que, em sua soberba, não precisem submeter-se ou temer ao Seu Ser. No entanto, pouco importa a negação humana: Ele É, e não pode deixar de ser, pela Sua própria natureza existencial.


A Revelação nas Escrituras

Dentro desta realidade revelada nas Escrituras — o universo dos que creem no Deus Soberano, Criador de tudo, dos mundos angelicais e materiais, do macro ao microcosmo — torna-se inteligível o que Jesus, o Deus encarnado, afirmou: aqueles que o Pai Lhe deu ouvem a Sua voz e a reconhecem. Eles se aproximam de Cristo como ovelhas chamadas por seu Proprietário. Ele as adquiriu por direito de criação, mas as resgatou pelo preço de Sua própria vida, purificando-as para que pudessem achegar-se Àquele que se deu em sacrifício por Suas próprias criaturas.


Entende-se, portanto, que a salvação é um resgate. Só se resgata o que estava perdido. Ao voltarmos ao início, compreendemos que o Ser Atemporal e Soberano pode, em Sua eternidade, escolher para Si aqueles reservados para um chamado especial: a composição de um Reino eterno. Antes mesmo da concepção, esses seres já existiam na mente do Criador.


A Justiça do Oleiro

Para compreender a escolha de quem viverá com Ele, devemos olhar para as Escrituras. Deus, sendo Santo, comunicou a forma dessa escolha através de mentes e mãos humanas. Seja para a eternidade na Sua presença ou para a distância eterna, a escolha pertence a Quem criou — e ponto final.


Se compararmos a um agricultor que dispõe de seus rebanhos para suas finalidades, entendemos que o homem, incapaz de criar ex nihilo (do nada), exerce escolha sobre o que já existe. Por que, então, não entenderíamos que o Criador possui a prerrogativa superior de, antes da fundação do mundo, escolher para Si aqueles que conheceu, predestinou, chamou, justificou e glorificou?


Esta é a didática de Paulo aos Romanos (capítulo 8) e aos Efésios: "Deus nos escolheu nele, antes da criação do mundo... em amor nos predestinou para sermos adotados como filhos". É a voz de Cristo em João 15: "Não fostes vós que me escolhestes, mas eu vos escolhi". É a soberania descrita por Isaías: "Porventura dirá o barro ao que o formou: Que fazes?".


A Predestinação como Glória Divina

A "Predestinação" nada mais é do que a capacidade inerente a Deus de dar o destino que deseja àquilo que Ele mesmo criou. Quando a fé é despertada, o ser humano torna-se capaz de aceitar os termos dAquele que fez tudo para Sua exclusiva glória. Embora rejeitada por muitos, a predestinação está explícita na Bíblia para quem a lê sem tentar barganhar poderes humanos na redenção.


Deus sabe quem responderá ao Seu chamado porque Ele está fora do tempo. Que o Espírito Santo nos convença da verdade resumida em um único verso: Jesus é o Caminho, a Verdade e a Vida. Se há um Reino preparado para os eleitos, há também um lugar de separação — a ausência de Deus como consolo — para aqueles que rejeitaram Sua voz.


A voz divina ecoa em toda a criação, tornando o homem indesculpável, como descrevem os Salmos 19 e 139. Tudo culmina na doxologia paulina: "Porque dele, e por meio dele, e para ele são todas as coisas. A ele, pois, a glória eternamente. Amém!" (Romanos 11:36).

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Obs.: O homem é um agente livre (responsável por seus atos), mas não possui arbítrio livre (autonomia em relação a Deus e sua destinação eterna). Somos indesculpáveis porque escolhemos o pecado voluntariamente, mas somos salvos apenas porque Deus, em Sua soberania, decidiu mudar nossa vontade.

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Referências Bibliográficas Essenciais

Agostinho de Hipona: A Graça e o Livre-Arbítrio. (A base histórica para a distinção entre liberdade e autonomia).

João Calvino: As Institutas da Religião Cristã (Livro III, Capítulos 21-24). (A exposição clássica sobre a Eleição Eterna).

Martin Luther: Nascido Escravo (De Servo Arbitrio). (A resposta definitiva sobre a incapacidade da vontade humana sem a graça).

Jonathan Edwards: A Liberdade da Vontade. (A maior obra filosófico-teológica sobre como a nossa vontade é determinada pelos nossos desejos mais fortes).

R.C. Sproul: Eleitos de Deus. (Uma introdução moderna, clara e altamente exegética sobre a predestinação).


JOÃO 3:18

JOÃO 3:18

Quem nele crê não é julgado; o que não crê já está julgado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus

As religiões e seitas surgem da necessidade humana de preencher a alma, ainda que muitos aleguem buscar apenas o entendimento, a explicação ou o sacio da curiosidade. O que muitos esquecem - ou se recusam a admitir - é que, por termos sido criados à imagem e semelhança de Deus, carregamos um vazio intrínseco que nos impele a buscar algo ou alguém, independentemente de crermos ou não em nossa origem divina.

Os dicionários filosóficos e religiosos tornaram-se mais espessos que os próprios Livros Sagrados. São repletos de explanações que jamais alcançam a imensidão interior da Realidade ou da Verdade.

Após divagar por esses argumentos e atravessar embates ateístas, religiosos e filosóficos, compreendi que não há o que explicar. Aquietei-me em uma única certeza: eu creio, e basta. Não devo justificativas da minha fé a nenhum "interrogador". Minha existência e minha razão de viver orbitam um único centro: "Disse Jesus: EU SOU O CAMINHO, E A VERDADE, E A VIDA; ninguém vem ao Pai, senão por mim" (JO 14:6). "Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo" (MT 16:16). Assim creio! Isto é o suficiente.

O mundo segue seu curso, o tempo é inexorável e nada - nenhuma filosofia ou religiosidade - será capaz de explicar o inexplicável: o VERBO SE FEZ CARNE E SALVAÇÃO.


quarta-feira, 18 de março de 2026

ROMANOS 12:7-8

 

ROMANOS 12:7-8

Se o seu dom é servir, sirva; se é ensinar, ensine; se é dar ânimo, que assim faça; se é contribuir, que contribua generosamente; se é exercer liderança, que a exerça com zelo; se é mostrar misericórdia, que o faça com alegria.

Há muito se debate sobre o que é mais relevante dentro de uma comunidade. Uma das perguntas mais frequentes que ouvimos é: “Qual é o meu dom?”

Nesta questão, embora muitos saibam o que fazer, é fundamental que estejam subordinados a uma liderança que oriente os passos no exercício dos dons e serviços. Sem essa ordem, o ambiente corre o risco de se tornar um palco de disputas, divisões e favoritismos baseados em habilidades pessoais.

Nos versículos citados, vemos imperativos claros: “sirva, ensine, faça, contribua, exerça e aja com alegria”.

A chave para compreendermos essa coletânea de exortações é perceber que tudo culmina na alegria - o fazer por prazer e consciência. Afinal, "tudo deve ser feito com decência e ordem", pois servimos na Casa de Deus. É Ele quem concede as capacidades: “o mesmo Espírito realiza todas estas coisas, distribuindo-as a cada um, individualmente, como lhe apraz” (1 Co 12).

O dom é individual em sua concessão, mas coletivo em sua finalidade: “servi uns aos outros, cada um conforme o dom que recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus” (1 Pe 4:10-11). Como Paulo nos orienta, devemos nos “esforçar diligentemente para preservar a unidade do Espírito pelo vínculo da paz”.

domingo, 15 de março de 2026

1 TIMÓTEO 4:8

 

1 TIMÓTEO 4:8

Porque o exercício corporal para pouco aproveita, mas a piedade para tudo é proveitosa, tendo a promessa da vida presente e da que há de vir

Este versículo ressoa em meu coração como um tema extremamente atual. Vivemos em uma época em que pessoas de todas as idades priorizam a aparência e o culto ao espelho, celebrando com entusiasmo o tempo dedicado às academias. Expõem-se fotos e vídeos, alimentando, por vezes, a vaidade de seus corpos.

A medicina recomenda o cuidado com o corpo e do bem-estar. Paulo, em momento algum, afirmou que o exercício físico é inútil; ele apenas alertou seu amigo sobre algo muito mais profundo: a piedade.

O que é "Piedade"? Segundo o dicionário, “piedade define a devoção religiosa, o amor e a reverência a Deus. Significa também compaixão e misericórdia pelo sofrimento alheio” e pode ser compreendida como: Devoção – é o tempo a sós com Deus e sua prática; Compaixão - é o exercício da fé na comunhão, cuidando do próximo e participando da Igreja.

Observe a pressa que temos em cumprir os ritos nas academias e perceba que estamos tão focados nesta vida de aparências, que deixamos de lado o "tempo que sobra" para cuidarmos da nossa alma, da saúde espiritual.

Cuide-se sempre, mas redefina a gestão do seu tempo e mude, pois o final do verso fala do cuidado com a “promessa da vida presente e da que há de vir”, relacionando o REINO ETERNO.

sexta-feira, 13 de março de 2026

Mateus 16:15

 Mateus 16:15 – "E vós, quem dizeis que eu sou? Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo. Bem-aventurado és, porque não foi carne e sangue quem to revelou, mas meu Pai..."

A revelação de Deus nem sempre implica que o homem, ao ser alcançado por esse conhecimento, discernirá todas as coisas sob a mesma intenção divina. Por nossa condição humana, possuímos limitações inerentes à capacidade de assimilar verdades que se "discernem espiritualmente e não carnalmente" (1 Co 2:14).

Jesus declara que foi o Pai quem capacitou Pedro a proclamar: "Tu és o Cristo de Deus". No entanto, o mesmo Pedro, logo após esse vislumbre espiritual, torna-se autor de uma atitude impensada, como registra o texto: "Pedro, tomando-o de parte, começou a repreendê-lo" e imediatamente, aquele que recebeu a revelação do Pai — e que teria a primazia de ser o proclamador no Pentecostes — recebe uma das mais duras advertências do Mestre: "Para trás de mim, Satanás, que me serves de escândalo; porque não compreendes as coisas que são de Deus, mas as que são dos homens" (v. 23). Esse episódio ilustra a fragilidade do nosso limite, mesmo diante das coisas do Céu.

A Heresiologia traz clareza a essa questão ao expor como diversos grupos, ao tentarem explicar a natureza e a missão de Cristo apenas sob o prisma terreno, semearam enganos que exigiram o crivo dos Concílios sob a autoridade bíblica. Observamos isso em diversas correntes: Testemunhas de Jeová: Ao reduzirem Jesus à figura do arcanjo Miguel, negando sua natureza divina; Mórmons: Ao flertarem com o triteísmo, ensinando que o Pai, o Filho e o Espírito Santo são três deuses distintos em substância; Espíritas: Ao definirem Jesus meramente como um espírito de luz ou um médium divino; Coptas (Eutiquianismo/Monofisismo): Ao fundirem as naturezas de Cristo em uma única, absorvendo a humanidade na divindade; Católicos Romanos: Ao elevar Maria a uma condição de co-redenção que rivaliza com a exclusividade de Cristo; Islã: Ao tratarem Jesus como um profeta superior, mas negando sua divindade e ressurreição, aproximando-se do docetismo; Saduceus e Fariseus: Que, presos a uma interpretação política de Davi, rejeitaram o Messias por esperarem um reinado puramente terreno, ignorando tudo que JESUS realizou entre os homens.

A resposta de Pedro só será plenamente compreendida quando entendermos que a revelação que Deus deposita na mente humana deve refletir em nossas decisões contínuas. Confessar, viver e servir ao propósito real exige mais do que um lampejo de iluminação.

Como nos ensina o Credo Apostólico, não podemos nos alicerçar apenas em confissões momentâneas ou empolgações efêmeras. Devemos desenvolver, por meio da oração e do exame das Escrituras, a constância da fé. Essa confissão é obra do Espírito Santo em nós, revelando quem Ele é e, consequentemente, quem nós somos n’Ele.

(Pr Carlos Puck)

 

1 PEDRO 5:8

 

1 PEDRO 5:8

Sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar; resisti-lhe firmes na fé...

Ao observar uma ilustração de um ataque de um leão feroz a um macaco (em uma versão gerada por I.A.), impressionou-me a forma, a diferença de tamanho, a voracidade do predador e a vulnerabilidade da presa. Diante disso, veio-me a pergunta: o que é a fé?

Fé é depositar nossa confiança não em quem nos ataca, mas em QUEM nos protege, olhando firmemente para o AUTOR E CONSUMADOR DA FÉ. Mas como manter o olhar firme em meio a um ataque? Não surgiria a dúvida, como aconteceu com o servo ao andar sobre as águas agitadas?

Saber que o diabo nos quer devorar é um aviso primário aos servos e filhos de Deus, a fim de que, como Jesus - fundamentados na PALAVRA e no que ELE vivenciou ao ser tentado, com oração e jejum -, possamos dar brados de vitória contra este leão devorador.

Medo? Pavor? Talvez possam emergir em corações que olham mais para a situação do que para JESUS. No entanto, devemos vencer o medo pela fé que nos foi entregue, alimentando-nos devidamente pela constância na PALAVRA e não em nossa própria autossuficiência.

O diabo nunca brincou em serviço. Jamais. Mas o nosso GUARDA não dorme e dará ordens aos seus anjos a nosso respeito - contudo, a nossa fé é o sustento necessário até mesmo para discernirmos o agir dos anjos.

E agora?


 

GÊNESIS 40:23

 

GÊNESIS 40:23

O copeiro-chefe, todavia, não se lembrou de José, porém dele se esqueceu

Ao reler este texto, torno-me refém da verdade nele impressa. Sirvo a um Deus Soberano que tudo governa e me sustenta em Suas mãos, como um pai que espera o filho retornar de uma "viagem para a morte", a exemplo do filho pródigo.

Na vida, mesmo sob a tensão de pecados e erros, vi-me solitário em inúmeras ocasiões, sem poder confessar a outrem o que passava em minha alma.

José — o rejeitado, abandonado e torturado por seus irmãos devido à inveja — foi esquecido na prisão, mesmo após ter sido um abençoador.

Questionamos: o que José teria a ver com os dois oficiais rebeldes que foram lançados na mesma prisão? A resposta reside na primeira lição: o propósito.

Ali, José recebeu a tarefa de servir; o "sonhador" (Gn 37) exercitava sua resiliência na obscuridade.

Ao desvendar um sonho, José pede apenas que não se esqueçam do seu favor, mas o esquecimento humano prevalece.

Vem, então, a segunda lição: o tempo de ser lembrado. No momento em que Faraó sonha, o nome de José ressurge: "Estava ali conosco um jovem hebreu" (41:12).

Deus jamais esquece seus filhos ou faz algo sem uma finalidade. O tempo do homem é o esquecimento; o tempo de Deus é a providência. Apenas creia.

ISAÍAS 49:1

ISAÍAS 49:1

Ouvi-me, ilhas, e escutai vós, povos de longe: O Senhor me chamou desde o ventre, desde as entranhas de minha mãe fez menção do meu nome.

O pressuposto da ELEIÇÃO de um povo traz sobre nossos corações a PAZ que excede todo o entendimento.

JESUS cumpriu cabalmente a conclusão de todos os versos que Isaías trouxe à luz: “tu és meu servo; és Israel, aquele por quem hei de ser glorificado” (v.3)

Nenhuma de suas palavras passou em vão, e nos seus dias, viu a dor e a caminhada de seu povo, Israel.

Tanto obediência como desobediência se tornam obstinação do coração, pois tanto para um como para o outro, produzem consequências, pois votos e escolhas sempre estiveram diante dos olhos do povo de DEUS.

O chamado transcende os espaços do Oriente, abrindo as portas aos povos, nações e raças, que viriam a ser alvo deste chamado profético, que JESUS ordena em sua vocação terrena que seus servos deem continuidade à SALVAÇÃO das gentes, a começar a estes de Jerusalém.

Ventre é uma expressão que se liga à mulher que gera vida, um CHAMADO claro a Isaías, a Israel e ao SENHOR JESUS.

Isaías viu o alto e sublime TRONO e pôs-se de joelhos, indigno que se percebia de tamanha honra e presença.

Somos chamados ao mesmo estado, observarmos o SANTO DE ISRAEL nos chamando, nos conhecendo desde o ventre e assim, nos gestando para a VIDA ETERNA.

Dobre-se ao ouvir a VOZ de DEUS, pois ELE te amou.


ISAÍAS 49:16

 

ISAÍAS 49:16

Eis que nas palmas das minhas mãos eu te gravei; os teus muros estão continuamente diante de mim.

É impressionante os tratados de FIDELIDADE que DEUS usa para promover o chamado contínuo de seu povo, para conectar um povo, ainda que rebelde, à SUA ALIANÇA.

Não me canso de pensar num SENHOR soberano, que sob SUA VOZ trouxe águas de um dilúvio, exercendo o que chamamos de JUÍZO.

Lendo Paulo, em Romanos observamos que “os que de antemão conheceu, predestinou e a estes justificou, chamando para o PACTO já realizado em sua SOBERANA VONTADE, preparando um povo para o ESTADO ETERNO da sua GLÓRIA (RM 8).

Ao povo, dizia DEUS pelo profeta Isaías, numa voz de consolo também pessoal: “não me esqueci de você, ainda que uma mulher possa vir a esquecer do filho” (49:15).

Predestinados ao AMOR, ETERNO AMOR (JR 31:3), que expõe o próprio CRISTO à cruz, a fim de atestar em VERDADE suas PROMESSAS.

Não cremos num DEUS instável, que julga por acaso, conforme o coração humano – cremos no SENHOR dos senhores e no REI dos reis, DEUS-PESSOA que se mostra aos seus a fim de ser o primogênito nas crises mais sérias que possamos passar.

JESUS, em DEUS-PAI, se revela por vontade própria para buscar os seus, por quem entregou sua vida para gerar VIDA a quem a ELE se entregar; e a hora é esta!

ISAÍAS 49:15

 

ISAÍAS 49:15

Porventura pode uma mulher esquecer-se tanto de seu filho que cria, que não se compadeça dele, do filho do seu ventre? Mas ainda que ela se esquecesse dele, contudo eu não me esquecerei de ti.

Rompemos os limites do clamor de Sião, que se sentia desamparada pelo SENHOR e invadimos as outras nações, a fim de percebermos a ligação divina com o tempo e o chamado que ELE mesmo designou à CRIAÇÃO.

Isaías, sofredor, mensageiro, um profeta em seu tempo, proclamando certezas que consolavam seu coração, e o animavam a continuar na sua missão, mesmo vendo seu povo obstinado.

Sião clama: “Já me desamparou o Senhor, e o meu Senhor se esqueceu de mim” (v.14) – e DEUS lhe responde por boca do profeta, dando a ele e ao povo a ESPERANÇA de uma ação ligada à FIDELIDADE DIVINA à sua ALIANÇA.

O ministério de Isaías se funde ao ministério do MESSIAS, que viria sobre a Terra, e que era a solução para tudo e para todos, o SERVO SOFREDOR, de quem todos escondiam o rosto por não haver NELE formosura.

O chamado profético inclui tanto consolações como expressões de JUÍZO, o que dificulta muito o trabalho de um homem junto aos seus destinatários.

Ali estava alguém que entendeu que não buscava o status de ser um vocacionado, mas alguém que viria a gerar uma VOZ de ESPERANÇA, um chamado à PAZ, pois a figura mais básica de uma mãe é usada, a fim de estimular o povo e o profeta a buscarem os BRAÇOS de DEUS.

quinta-feira, 12 de março de 2026

GÊNESIS 1:1

 

GÊNESIS 1:1

No princípio, criou Deus os Céus e a Terra; A Terra estava sem forma e vazia

É bem possível que repetiremos este verso ao longo dos dias, pois uma ideia nos vem à mente: o caos.

Alguns teóricos, como Poincaré e Lorenz, afirmam que o caos é necessário - “dependência sensível das condições iniciais”. Eles revolucionaram o pensamento ao mostrar que a previsibilidade total é impossível. No entanto, quando falo de caos, creio e prego sobre a "ONISCIÊNCIA DIVINA" – tudo afeta tudo, desde o início.

Mesmo assim, aquele que criou, sustenta e mantém - fecunda o ontem e o amanhã - conhece os detalhes e exerce Sua soberania, abolindo o caos que, porventura, se instale sobre a Terra ou sobre a alma humana.

Os versos sobre a CRIAÇÃO demonstram claramente o controle soberano de tudo e a capacidade de gerar LUZ sobre as trevas e ORDEM sobre a desordem. Imagine o OLEIRO com sua massa informe, quem sabe ainda pó, voltando-se para sua atividade criacional e derramando gotas de seu orvalho até gerar a vida.

Houve um começo, havia o caos e as trevas, mas ali estava o ESPÍRITO DE DEUS, pairando e formatando o que viemos a chamar de UNIVERSO e VIDA.

Tendo já escrito e repetido esta VERDADE, vemos Deus se fazendo VERBO-CARNE. O Filho, em Sua missão de SALVAÇÃO, mudou o pecado (o caos total da Terra) em REDENÇÃO, e lembre-se que o ESPÍRITO SANTO ainda paira sobre tudo. CREIA! JESUS veio e virá – olhe o tempo

segunda-feira, 9 de março de 2026

1 JOÃO 4:8;16

1 JOÃO 4:8;16

...porque Deus é amor...aquele que permanece no amor, permanece em Deus, e Deus nele

Capacidade de amar: quem a terá?

Baseado na Epístola de João, descobrimos que DEUS é AMOR em essência, atributo que LHE é peculiar e que ELE resolveu derramar sobre os seres humanos.

Perguntaria: quem não deseja ser amado?

Outra pergunta: somos capazes de rejeitar o amor?

E amar é algo fácil? No que implica este ATRIBUTO?

É de suma importância compreendermos que o Amor, sendo um atributo de Deus, evidencia a nossa própria incapacidade. Seria um equívoco supor que tal virtude nos é inata, ou que nascemos possuindo essa essência em nós mesmos.

Após a humanidade ser afastada de seu Criador por rejeitá-Lo, a Providência divina revelou que a restauração dessa aliança exigiria mais do que palavras ou esforços humanos. Era necessário um sacrifício, pois nada que nossas mãos pudessem oferecer bastaria para QUEM é a própria essência do AMOR.

Tentamos negociar o amor com presentes, mas o que oferecer a Quem tudo criou? Apenas o nosso coração. Pois, embora enganoso e responsável por nos levar à desobediência, é neste mesmo coração que Deus insiste em habitar.

E nós conhecemos e cremos no amor que Deus tem por nós. Deus é amor, e aquele que permanece no amor permanece em Deus, e Deus, nele” (1 JO 4:16).


domingo, 8 de março de 2026

DEUTERONÔMIO 8:17

 

DEUTERONÔMIO 8:17

Não digas, pois, no teu coração: A minha força e o poder do meu braço me adquiriram estas riquezas

Ouvindo uma pregação neste dia, trouxe à memória algo importante que temos que guardar: não acharmos que somos responsáveis pelas coisas que ocorrem, que nossa força é que conquista, que nossos planos são perfeitos.

Sempre penso neste texto e tantos outros quando medito na Palavra, mantendo minha mente no lugar que deve estar, como disse o pregador: somos dependentes de DEUS em tudo e para tudo.

Versos saltam aos olhos e nos mostram a Verdade: “ELE te humilhou, e te deixou ter fome, e te sustentou com o maná, que tu não conhecias, nem teus pais o conheciam, para te dar a entender que não só de pão viverá o homem, mas de tudo o que procede da boca do Senhor viverá o homem” (8:3); “guarda-te não te esqueças do Senhor, teu Deus, não cumprindo os seus mandamentos, os seus juízos e os seus estatutos, que hoje te ordeno” (8:11); “antes, te lembrarás do Senhor, teu Deus, porque é ele o que te dá força para adquirires riquezas; para confirmar a sua aliança, que, sob juramento, prometeu a teus pais, como hoje se vê” (8:18).

Estes versos devem nos alertar que somos pó, e que nenhum segundo podemos acrescentar em nossa vida.

E DEPENDER de DEUS não é fraqueza, mas reconhecer a sua grandeza na manutenção de nossa vida.

Guarda-te não te esqueças do Senhor , teu Deus”.

sábado, 7 de março de 2026

SALMO 115:2

 

SALMO 115:2 (113 na bíblia romana)

Onde está o Deus deles?

O Salmo da pergunta e da resposta.

Você já se sentiu questionado sobre onde está Deus quando as coisas dão errado?

Um Salmo para entendermos que um dia alguém poderá nos fazer esta pergunta e a resposta será a mesma: "no céu está o nosso Deus e tudo faz como lhe agrada" (115:3)

Nem sempre afirmar tal Verdade é fácil, pois podemos estar passando por alguma luta, alguma perda e as pessoas poderão ter esta reação de nos questionar.

O que se aprende com este verso é que nosso DEUS é diferente de "coisas" feitas por mãos humanas e que não precisamos de tais objetos para o exercício da fé.

Apenas cremos e pronto: resolvido!

Enquanto a Palavra descreve os ídolos daqueles que questionam a nossa fé como "prata e ouro, obra das mãos de homens" (v. 4), nós escolhemos outro caminho: "nós, porém, bendiremos o Senhor, desde agora e para sempre" (v. 18).

Quem, afinal é o nosso DEUS?

A Palavra afirma que o deus daqueles que duvidam do Deus de Israel, o Único e Verdadeiro, é limitado à matéria: 'prata e ouro são os ídolos deles, obra das mãos de homens' (Sl 115:4). Em contraste, o nosso Deus é o Criador de todas as coisas.

Ele é o nosso amparo e escudo e a nossa resposta ao mundo não é o argumento, mas o louvor eterno.

sexta-feira, 6 de março de 2026

LUCAS 18:22

 

LUCAS 18:22

Uma coisa ainda te falta: vende tudo o que tens, dá-o aos pobres e terás um tesouro nos céus; depois, vem e segue-me.

O diálogo de Jesus em Lucas 18:22 vai além do dinheiro; trata-se de uma sondagem do coração.

Em meio a multidões que O buscavam por interesses variados - de curiosos a necessitados - o Mestre sempre devolvia a pergunta: onde está o seu tesouro?

É fácil desejar as bênçãos, mas é no ato de abrir mão que revelamos nossa identidade.

Os imperativos bíblicos de "deixar tudo" e "tomar a cruz" não são punições, mas testes de prioridade.

Eles expõem o que realmente governa nossa vida.

Frequentemente, a falta de paz no coração é o sintoma de uma alma presa a coisas que não poderá levar adiante.

A verdadeira liberdade surge quando estamos dispostos a trocar o status e os bens materiais pela obediência imediata.

No fim, a única posse que realmente preenche a alma é a presença do próprio Cristo.

Há uma urgência em sabermos quanto tempo queremos levar para tomar a DECISÃO pela VIDA ETERNA e o quanto isto custará para nós.

O tempo se esgota e é necessário que saibamos responder ao CHAMADO DIVINO, pois quando menos esperarmos, como ELE disse, “virá como ladrão da noite”.

O que apresentaremos?

ISAÍAS 49:13

 

ISAÍAS 49:13

Cantai, ó céus, alegra-te, ó terra, e vós, montes, rompei em cânticos, porque o Senhor consolou o seu povo e dos seus aflitos se compadece

Os capítulos 48 e 49 de Isaías formam um tratado denso sobre a Soberania Divina, a Teologia da Aliança e a Esperança Messiânica.

O imperativo "Cantai, ó céus" ressoa tanto na lírica dos Salmos quanto na adoração apocalíptica, unindo a criação na exaltação a Deus e ao Seu Filho.

Da convergência das nações à restauração dos eleitos, ecoa um chamado eterno sob o controle daquele que mensura as águas na concha da mão (40:12) e que declara: “a minha mão fundou a terra e a minha destra estendeu os céus; quando eu os chamo, eles se apresentam juntos” (48:13).

Ao proclamar “por amor de mim, por amor de mim, é que faço isto; porque como seria profanado o meu nome? A minha glória, não a dou a outrem” (IS 48:11), veremos um profeta solitário abrindo a boca a chamar a todos ao arrependimento e ao reconhecimento de Deus.

Deus prescinde de tudo, mas Sua graça escolhe nos aproximar DELE: “por amor do meu nome, retardarei a minha ira e por causa da minha honra me conterei para contigo, para que te não venha a exterminar” (IS 48:9) e “Eu, eu tenho falado; também já o chamei. Eu o trouxe...” (IS 48:15), unido ao verso 48:18 “ah! Se tivesses dado ouvidos aos meus mandamentos! Então, seria a tua paz como um rio”. PRESTE ATENÇÃO NA PALAVRA: LEIA-A!

quinta-feira, 5 de março de 2026

SALMO 25:12

SALMO 25:12 (11-14)

Ao homem que teme ao SENHOR, ele o instruirá no caminho que deve escolher

​Um dos maiores privilégios de ser escolhido por Deus é contar com a sua instrução direta.

Não é sobre regras frias, é sobre cuidado e por isso, tantas vezes Ele nos chama de “filho me”.

​Diferente das “imaginações férteis ou fábulas profanas” (1 Timóteo 4:7), ou “a astúcia que induz ao erro”, citada em Efésios 4:1 - que prometem muito e entregam estradas perdidas - Jesus é “O CAMINHO”.

A Palavra de Deus é a linha mestra que conduz a humanidade ao encontro do Verbo Encarnado, JESUS.

​Quando tememos ao Senhor, a verdadeira direção espiritual gera frutos concretos e eternos:

(a) Repouso para a alma, a verdadeira PAZ; (b) Descendência abençoada, um legado aos filhos; (c) A clareza do pacto e a intimidade com o Pai.

​Não há como receber direção se insistimos em nossas próprias vontades, pois a intimidade com Deus não é automática; ela é fruto de um coração que ouve.

JESUS disse: “as minhas ovelhas ouvem a minha voz; eu as conheço... Eu lhes dou a vida eterna; jamais perecerão, e ninguém as arrebatará da minha mão. Aquilo que meu Pai me deu é maior do que tudo; e da mão do Pai ninguém pode arrebatar. Eu e o Pai somos um.’ (João 10:25-30). ​

Com Jesus temos a plenitude. Sem Ele, o vazio. Somos chamados a trocar nossa independência pela dependência DELE.

terça-feira, 3 de março de 2026

JUÍZES 10:6

 JUÍZES 10:6

Tornaram os filhos de Israel a fazer o que era mau perante o Senhor

Lord I give my heart”... música que me veio ao início do dia.

E no meio deste louvor, refleti sobre o que é entregar o coração querer ter ainda o corpo e a carne ao meu próprio serviço e deleite.

Nesta meditação, surge a leitura sobre o tempo em que Deus levantou Jefté (juiz de Israel), um homem rejeitado por seus irmãos (Jz 11:2) e posteriormente convocado por quem o desprezou para ser seu líder. É interessante notar que, ali, Deus se revela como o responsável pela disciplina de Seu próprio povo.

Ele demonstra que Sua santidade e fidelidade à Aliança são acompanhadas por Sua justiça, ecoando as palavras de Davi: 'Pequei contra ti, somente contra ti... para que sejas justo quando falares e puro em teu julgamento' (Sl 51:4).

Ninguém foge do juízo de Deus. Mesmo perdoados, muitas vezes precisamos lidar com as consequências do pecado.

O exemplo de Israel nos mostra que a oração e o arrependimento trazem livramento, mesmo quando vêm após a disciplina divina.

A grande verdade é que podemos enfrentar o preço de nossos atos e, ainda assim, desfrutar da graça e da presença constante de Deus.

Como está teu coração e tua vontade hoje?

segunda-feira, 2 de março de 2026

ISAÍAS 40:6

ISAÍAS 40:6

Voz que diz: Clama; e alguém disse: Que hei de clamar? Toda carne é erva, e toda a sua beleza, como as flores do campo. 7 Seca-se a erva, e caem as flores, soprando nelas o hálito do Senhor. Na verdade, o povo é erva. 8 Seca-se a erva, e caem as flores, mas a palavra de nosso Deus subsiste eternamente.

Princípio 1 - é que há tempo determinado para todo propósito, considerando o que Salomão nos falará (EC 3:1): "tempo de matar, e tempo de curar; tempo de derrubar, e tempo de edificar" (EC 3:3); "tempo de guerra, e tempo de paz" (EC 3:8) - olhe para SUA fidelidade;

Princípio 2 - é a realidade de um DEUS que pode fazer tudo de novo, como as falas sobre um OLEIRO, sobre homens que DEUS o chama ao arrependimento (NE 1);

Princípio 3 - é quando DEUS se mostra ao seu povo e aponta para um renovo atemporal, que mostra o "NOVO e RICO CAMINHO" (HB 10:20), JESUS de Nazaré, num verso que será posto no Evangelho segundo João: "Voz do que clama no deserto: preparai o caminho do Senhor; endireitai no ermo vereda a nosso Deus" (IS 40:3 e 9);

Princípio 4 - sempre teremos alguém que Deus levantará para expor sua finalidade consoladora, mesmo diante dos traumas da sua disciplina (PV 3:12 / HB 12:6 / AP 3:19), pois o faz por amar e ser fiel à sua ALIANÇA: "consolai o meu povo" (IS 40:1) - DEUS é IMUTÁVEL!

Como pastor, apascentará o seu rebanho; entre os braços, recolherá os cordeirinhos... ele as guiará mansamente” (IS 40:11).