Romanos 8:1 Agora, pois, já nenhuma condenação há para os
que estão em Cristo Jesus.
Quando olho para a obra consumada de CRISTO, em todo
seu alcance, não minimizo os enlaces do diabo, as mazelas e falência de minha
carne, a destruição que o pecado traz em sua bagagem.
Não tento imaginar nem por brincadeira que “não sei o preço que foi pago na cruz”, ficar cantando
canções vazias que indicam um caminho sem respostas deixados pelas marcas no
Calvário - eu sei bem o preço e sinto sua dor!
Penso sempre nas dores e humilhação do Natal de
JESUS, vindo em forma humana, sendo DEUS, sendo de natureza pura e santa.
Reflito que o FILHO DE DEUS, “subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação
o ser igual a Deus”, mas em sua simplicidade “fez-se servo, tornando-se em semelhança de homens; e,
reconhecido em figura humana” e “a si
mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz”
–remetido pelo PAI ao ventre humano, deixa para trás seu estado de GLÓRIA – um
ventre, uma manjedoura, uma cruz, uma sepultura e a ressurreição e sua posterior
GLORIFICAÇÃO (FL 2).
Em tudo isso, e diante disso, porém, olho para a
obra prima de Paulo, a carta aos Romanos, e mergulho de cabeça, pois nada disfarça
o PODER DA GRAÇA, o que ela representa de fato para minha existência.
DEUS nunca esteve morto, pois sempre foi DEUS.
ELE cumpriu um rito para mostrar o que realmente era
o pecado, que o homem, ao preferir a voz de satanás, colocou em seu coração a
morte, que foi totalmente lançada sobre nosso CRISTO Amado, num nascimento e
morte que trazem nova razão para viver.
Paulo é nobre ao escrever, dando de dedo no pecado e
no diabo, na morte: NENHUMA CONDENAÇÃO HÁ, POIS É CRISTO QUEM MORREU e
RESSUSCITOU – Isto é o natal de CRISTO – VIDA.
Nenhum comentário:
Postar um comentário