JOÃO 1:29
Eis o
Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!
Uma
coisa que me chama a atenção na vida dos cristãos nominais ou quem sabe, dos
que desejam ser e não o são, é a capacidade de perdoar o próximo.
Aqui
não entro no mérito de tipos de pecado, mas no simples ato de se fechar ao atributo
essencial à SALVAÇÃO, à FÉ e ao BOM TESTEMUNHO.
Perdoar
nunca foi um conselho, uma sugestão ou ideia do cristianismo, mas uma ORDEM
direta vinda do SENHOR JESUS, que para expressar seu AMOR, pagou pelos pecados
dos seus eleitos.
Fica
fácil receber e não querer dar, não é mesmo?
Aprender
a PERDOAR é necessário, pois ao ser anunciado por João, uma de suas falas é que
ali estava o “CORDEIRO DE DEUS” – e para ser de DEUS, deveria ter suas
marcas: (a) amor incondicional, dada a incapacidade humana até mesmo para
amar a DEUS; (b) entrega a partir de uma negação de si mesmo, a ponto de
se entregar à morte na cruz; (c) capacidade de exalar seu bom perfume
sobre pecadores que mereciam o inferno e que agora são desafiados a serem
chamados de “cartas vivas” ou “bom
perfume”.
Como
disse, fica cômodo receber o PERDÃO e negá-lo 70 vezes sete, quando deveríamos dar
e pronto.
A
ORAÇÃO de JESUS usa uma partícula “ASSIM COMO” unida ao verbo “TEMOS”,
e do complemento “PERDOADO” – não só mente quem se chama de cristão e
não perdoa, mas se arrisca a não ser perdoado.