MATEUS
26:29,30
E digo-vos que, desta hora em diante, não beberei deste fruto da videira, até aquele dia em que o hei de beber, novo, convosco no reino de meu Pai. E, tendo cantado um hino, saíram para o Monte das Oliveiras.
Era o momento do preparo final. Em encontros especiais, cercamo-nos de amigos íntimos; todavia, à mesa do Senhor, estavam os homens a quem Ele confiaria a salvação e a expansão do Reino. Sob a promessa de Sua presença constante até a consumação dos séculos, os "continuadores" dividiam o pão. Entre eles, porém, sentava-se o traidor.
Jesus, ciente dessa presença dolorosa, mas necessária para o cumprimento do plano redentor, já havia advertido: "Não escolhi eu os doze? Todavia, um de vós é um diabo" (João 6:70). Mesmo diante da traição, a doçura da Palavra se fez presente. Ao partir o pão e oferecer o cálice, Cristo estabeleceu a Nova Aliança, derramando Seu sangue em favor de muitos.
O pão e o vinho não são apenas símbolos de memória e anúncio da morte; eles evocam também o juízo sobre aqueles que participam da Mesa sem a devida compreensão ou entrega. O sacrifício que gera vida para uns, expõe a distância espiritual de outros.
Diante do banquete da graça, a pergunta permanece ecoando: Somos os continuadores da obra ou apenas ocupamos o lugar de Judas à mesa?
Prestemos a devida atenção nos PADRÕES do REINO e dignamente nos assentemos junto à MESA DO SENHOR.