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terça-feira, 1 de abril de 2025

Êxodo 3:6

ÊXODO 3:6

“DISSE MAIS: EU SOU O DEUS DE TEU PAI, O DEUS DE ABRAÃO, O DEUS DE ISAQUE E O DEUS DE JACÓ. MOISÉS ESCONDEU O ROSTO, PORQUE TEMEU OLHAR PARA DEUS”

AQUELE que chama, se responsabiliza pela execução do chamado.

O que precisamos é reconhecer a voz, confiar e seguir as suas ordens.

Moisés, servo do SENHOR, fora designado para uma obra especial: livrar o povo da escravidão, e dali, seguir para o sentido verdadeiro da Páscoa.

Era dia de trabalho comum, ele estava a apascentar os animais do sogro, junto ao Horebe, quando DEUS o chama e produz um fogo ardente, que não acabava, mostrando além de poder, a continuidade e a sua não extinção -  ele se aproxima por curiosidade, para ver o fenômeno (v.3).

Desta produção sobrenatural, Moisés ouve ao SENHOR: “do meio da sarça, o chamou e disse: Moisés! Moisés! Ele respondeu: Eis-me aqui!” (v.4) – ali estava iniciando um diálogo que mudaria toda a história dos hebreus.

Quando nos deparamos com os sinais, precisamos prestar atenção, posto que DEUS quer tratar com cada um de forma especial e particular, por isso devemos entender com quem tratamos: “tira as sandálias dos pés, porque o lugar em que estás é terra santa” (v.5) – lembro-me de Isaías claramente.

Ali estava “o Anjo do Senhor” (v.2) uma figura de CRISTO no Antigo Testamento, o “EU SOU o Deus de teu pai, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó” e repetirá logo depois no detalhamento da missão no verso 15, se identificando como DEUS, que é definitivamente o AGENTE de toda a LIBERTAÇÃO do seu povo.

DEUS respondeu ao “clamor dos filhos de Israel” que “chegou até ELE, e também viu a opressão com que os egípcios os estavam oprimindo” (v.9), no tempo e no propósito de DEUS, tal como fora o nascimento e morte de JESUS.

Sua saída foi programada com mais sinais de castigos sobre os opressores (v.20), das garantias de que “EU SOU O QUE SOU” (v.14) e “EU SEREI CONTIGO” (v.12).

Moisés teve suas questões depois do empolgado “eis-me aqui”, mas em tudo DEUS esteve com ele, pois o PLANO era DELE e se faria cumprir literalmente.

Então não olhe para suas limitações e nem para as “sarças” com curiosidade: SANTIFIQUE-SE e CONFIE, pois ELE é FIEL e irá com você, se ELE te chamou.

JESUS é nossa “PASSAGEM”, realizou no passado uma grande obra e nos seus dias, e quer realizar em nossos dias – apenas precisamos crer, observar e obedecer.


1 Coríntios 15:13-17

 

1 Coríntios 15:13-17

13 E, se não há ressurreição de mortos, então, Cristo não ressuscitou. 14 E, se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação, e vã, a vossa fé; 16 Porque, se os mortos não ressuscitam, também Cristo não ressuscitou. 17 E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados.

Podemos dizer como o salmista, ao lermos Paulo tratando da ressurreição: “quão doces são as tuas palavras ao meu paladar! Mais que o mel à minha boca” (Salmo 119:103).

Esta é a proposta de nosso SENHOR, sabermos do futuro glorioso que somente os eleitos de DEUS terão, gerando em nós esta mesma sensação, pois todo ensino, toda promessa, todo conhecimento da fé e esperança brotam em nossos corações da PALAVRA que DEUS nos enviou.

Não se trata de uma confissão positiva, ou de incentivos à vitória - é a PALAVRA de DEUS.

Se na BÍBLIA SAGRADA ampararmos todas as nossas certezas, provaremos que "quem fez a promessa é fiel" (Hebreus 10:23) e "AQUELE que começou boa obra em vós há de completá-la até ao DIA DE CRISTO JESUS" (Filipenses 1:6).

Para passar pela sua ressurreição que é a sua Vitória sobre a morte, JESUS, nosso SENHOR e SALVADOR esteve em ruas sendo exposto à humilhação verbal e tapas, xingamentos, espancamentos, testado pelos reis e sacerdotes hipócritas e ouvindo da boca do povo que tantos milagres presenciou "salve-se a sim mesmo" ou "crucifica-o".

Logo, para entendermos nossa ressurreição NELE, temos que saber que certamente passaremos "pelas aflições", que também é uma promessa feita aos seus filhos, por causa da fé em JESUS, e talvez, enfrentarmos a morte por ELE.

Paulo argumenta que se a ressurreição não ocorreu, fato será que nossa fé será vã e pesará sobre nós todos os nossos pecados, considerando que foi na morte do SENHOR que houve a nossa JUSTIFICAÇÃO.

Por isso devemos viver em função de algo superior e nos alimentarmos pela PALAVRA em cada ato da caminhada de CRISTO aqui, da manjedoura à cruz, trajetória em que viveu sob pressão, e de uma promessa de seu nascimento para a morte.

ELE sabia a que veio e nos legou o saber disso para edificação.

Paulo nos dirá que "éramos inimigos e por causa de JESUS agora somos reconciliados na morte de JESUS" (colossenses 1:21).

JESUS veio nos acolher na sua morte e ressurreição, e está à direita do PAI e REINA em intercessão pelos que creram em sua OBRA.

Não podemos perder de vista esta realidade, para não vivermos uma crença sem fundamento e nos perdermos no meio do conceito saduceu e de tantas ilusões: Maomé e Buda (exemplo) não ressuscitaram – nunca foram senhores da Terra, a fim de todos saberem que "ao nome de JESUS se dobre todo joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra, e toda língua confesse que JESUS CRISTO É O SENHOR, para a glória de Deus Pai" (Filipenses 2).

Se somos felizes é por termos fé verdadeira na VERDADE, crermos e vivermos esta promessa, em que Paulo afirma: "porque (JESUS) virá do céu um toque de trombeta, e todos os que já morreram, ressuscitarão com novos corpos que jamais morrerão, e todos nós seremos transformados" (1 Coríntios 15:52-53), e que o ENCONTRO no DIA marcado e seremos GLORIFICADOS pela LUZ de sua GLÓRIA.

A Páscoa é chegada e não precisamos nos iludir com celebrações vazias e não cristãs, mas poderemos nos unir em torno da CEIA DO SENHOR e da COMUNHÃO DO SEU POVO, reconhecendo os valores de CRISTO, sabendo que a Páscoa Judaica foi um marco na história dos judeus quando saíram o Egito, entendendo que hoje cremos que JESUS nos deixou tamanha e maior libertação para a vida no seu REINO ETERNO, que ELE mesmo nos preparou.

Creia numa Páscoa ou passagem para a VIDA e você será feliz.

quinta-feira, 27 de março de 2025

Apocalipse 2:4

 

Apocalipse 2:4

Tenho, porém, contra ti que abandonaste o teu primeiro amor

Lendo Cantares de Salomão, e vendo que o amor é algo sublime e tratado de modo profundo pelo autor, percebi este verso: "as muitas águas não poderiam apagar o amor" (CT 8:7) - lemos que nem o excesso das águas apagarão a chama do verdadeiro amor: "o amor é forte como a morte" (CT 8:6) – e da força que ele tem.

Mas então, qual a razão pela qual João revela que é possível abandonar o amor?

(a) "Conheço as tuas obras, tanto o teu labor como a tua perseverança" (AP 2:2) – sabe a regra para a SALVAÇÃO? Não se prender apenas nas boas obras, mas no que as motiva. JESUS mostrará isto com clareza quando diz que tudo que fazia era para que o PAI fosse conhecido e glorificado (João 14:13, 14; João 17; João 11:4).

(b) "Suportaste provas por causa do meu nome, e não te deixaste esmorecer" ((AP 2:3) – nossas ações até mesmo de persistência podem nos revelar que somos enganados pelas nossas emoções, pelos nossos entendimentos – a palavra é de elogio, mas como uma pessoa que tem esta qualidade pode afastar-se de DEUS, com títulos de “perseverante”? Simples: de novo, em ações que se motivam erradamente. Vejamos quantas pessoas estão atoladas no lodo das boas obras e na perseverança em igrejas, mas sequer conseguem amar ao SENHOR ou conhecê-lo? E isto se torna maior ainda quando lemos JESUS dizer que o “AMOR se esfriaria” (MT 24).

Estranho alguém que ao mesmo que persevera, abandona.

Abandonar” tem o significado de um “marido que se divorcia da esposa, deixando-a de lado, negligenciando seu compromisso”.

Assim DEUS mostrará seu AMOR e seu JUÍZO: "lembra-te", "arrepende-te" e "volta" - e termina “senão” - "venho", "moverei" e "ouça" – quem tem AMOR maior que este?

Então não o negligencie, não abra mão e não se confunda: CRESÇA!

Cântico dos Cânticos 8:7

Cântico dos Cânticos 8:7 (Cantares de Salomão)

As muitas águas não poderiam apagar o amor, nem os rios, afogá-lo

Este livro pode ser chamado de "o poema dos poemas", o melhor da poesia entre todas as poesias e nos mostrará a relação de un amor lindo entre um casal.

E devemos levar ao pé da letra, sem as viagens interpretativas espiritualizadas: trata-se sim de uma declaração de AMOR.

As escolas alexandrinas tandem a trazer uma leitura de CRISTO e a IGREJA, pois há uma oportunidade de associar o AMOR do NOIVO e a NOIVA, até usando os eacritos de Paulo sobre MARIDO e ESPOSA.

Mas precisamos aprender que DEUS criou homem e mulher e deixou para estes um legado de paixão, amor, do mais profundo exercício de "fogo que nunca se apaga".

Podemos, e não é errado, analisar o texto de forma figurativa, uma alegoria ao amor... mas a beleza aqui é literal e nos ensina como ppdemos aprender sobre um amor profundo entre um homem e uma mulher, que se desejam, que se buscam, e que se entregam totalmente um ao outro.

E disso meditaremos em torno do assunto "casamento".

Temos assistido muitos ataques sobre o casamento e isto tem levado à desistência da aliança, ao abandono de nosso cônjuge e certamente os respingos vêm sobre todos.

O abandono do padrão bíblico tem provocado desejos lacivos, tem feito homens e mulheres desejarem algo que DEUS não deixou como lícito, como prazer fora do casamento, prazer em coisas ilícitas como a prostituição e o homossexualismo e por que não dizer, a pornografia.

Interessante que ao deixaremo casamento pensam ter vitória ao se livrarem de alguém que por tanto tempo esteve ao lado, como se fossem prisioneiros do outro e se esquecem que foi uma escolha pessoal e mais, atestado por um voto feito diante do povo, DEUS e leis civis.

Aprendemos na BÍBLIA que o matrimônio é “digno de honra”, e que a maior arma que temos para dar suporte ao relacionamento é o PERDÃO alicerçado na VERDADE, na CONFISSÃO SINCERA e na MUDANÇA genuína, posto que toda mágoa ou ferida é combustível para sempre estarmos trazendo à memória a dor - são os tais fantasmas que assombram que sofreu com a traição.

Jamais venceremos o mal com nossas boas intenções, força ou emoções, e por isso devemos nos DEFENDER com a fé no sangue purificador de JESUS CRISTO.

O ápice do amor pregado na PALAVRA, em Cantares, nos levará por caminhos que muitas vezes abrimos mão, por acharmos atos e palavras de amor e generosidade com o outro desnecessários - abrimos mão seja o motivo wue for, de alimentarmos nossos desejos e sentimentos pelo outro na mente, na alma e no corpo.

Pensemos:

(a)  "Conjuro-vos, ó filhas de Jerusalém, que não acordeis, nem desperteis o amor, até que este o queira" – tudo tem seu tempo e não basta esperar, tem que saber que de fato é a hora e a pessoa a quem nos entregaremos e formaremos uma só carne. As precipitações também matam os sonhos e projetos de vida, quando levadas sob a luz da ilusão.

(b) "Põe-me como selo sobre o teu coração, como selo sobre o teu braço, porque o amor é forte como a morte, e duro como a sepultura, o ciúme; as suas brasas são brasas de fogo, são veementes labaredas" – o ampr é leve, mas uma vez despertado, resta o cuidado com a seriedade que trará em sua bagagem. Algo que pode alastrar-se rápido, algo que pode trazer traumas como a morte e a inevitabilidade. Morrer é para todos assim como amar e ser amado. E devemos estabelecer uma aliança de confiabilidade profunda, pois ninguém trai ou abandona a si mesmo. Morte, brasa, sepultura e ciúme. Veja estes detalhes quando abrimos mão da valiosa capacidade de se entregar a alguém. 

(c)  "Ainda que alguém desse todos os bens da sua casa pelo amor, seria de todo desprezado" – uma voz semelhante à de Paulo, mas com viés do amor conjugal aqui. A expressão máxima do desejo, da paixão, do propósito de DEUS para o ser humano. Nada apaga um casamento alicerçado na PALAVRA, num fogo aceso pelo ESPÍRITO. O segredo é entender que "se DEUS uniu, não separe o homem".


Veremos que o fogo, a paixão e a intencionalidade devem compor nossa relação conjugal, sustentado pelos dois lados, não somente um.


Lute por fidelidade, por alimentar todas as áreas da relação, não deixe águas penetrarem o leito, nunca se precipite em decisões de romper, mesmo que tenha havido algo que fira profundamente e mais, ainda que biblicamente possamos justificaro divórcio pelo adultério - pois nosso coração não deve ser duro a ponto de não poder perdoar.


Nisto aprendo com JESUS sem alegorias e invenções: ELE nos perdoou de uma natureza caída, morta em delitos e pecados e quando resolvemos não perdoar, mostramos que nada ELE foi capaz de nos ensinar em sua morte.


E como ELE, relacionamentos são capazes de ressuscitar.


Se assim agirmos, nada apagará o fogo que fora gerado pelo AMOR.


Alimente seu casamento urgente e não desista dele. 


(Pastor Carlos Puck)


Quando preferimos as cebolas do que a libertação do SENHOR

Contam-nos alguns escritores que, à época da libertação da escravidão, muitos daqueles, senão a maioria, não sabiam o que fazer com suas vidas, considerando terem passado a maior parte destas sob um regime de dependência e dor, sob a força do trabalho pesado e ganho condicionado.

Muitos se recusavam à LIBERDADE conquistada e ficavam perdidos, pois eram, pela força da nova lei, obrigados a deixar as senzalas.

Quando da saída do Egito, bem antes das leis mais modernas de LIBERTAÇÃO, os hebreus reclamavam de seu líder, alegando saudades da terra opressora, das "regalias das cebolas" e acusavam quem os levou para a libertação do regime opressor de "oferecer a morte no deserto".

A grande marca que veio sobre a humanidade foi a de  JESUS vindo à Terra, em forma de homem-servo, para nos LIBERTAR das cadeias infernais do pecado e nos oferecer a VIDA.

No entanto, não só mataram o LIBERTADOR, como preferiram permanecer nas amarras e dependências do pecado, da carne e do inferno.

Se levarmos em conta que JESUS pagou pelos pecados de quem o próprio DEUS lhe deu como ovelhas de seu pastoreio, entenderemos a razão pela qual grande parte da humanidade se acomoda numa vida perdida e distante de CRISTO.

Se notarmos que tal cadeia é proposta sob a voz do diabo, numa tentativa de persuadir a todos quanto ao que ditou a Eva, num sopro contrário ao sopro da vida, veremos que desde as mais longínquas eras, a escravidão acaba se tornando a opção por dependência do agrado e do conforto em audição de tudo o que engana as sensações humanas.

Ao olharmos para a história, veremos que mesmo a falsa sensação de LIBERTAÇÃO que levamos para nós, acaba sendo confundido com ideias libertárias, tecendo conceitos de não dependência, insubmissão, de mulheres descartando homens como cabeças (proposta bíblica para nós) e homens invertendo seus papeis em todas as áreas, inclusive se inflamando com outros de igual gênero.

As ideias mundanas de LIBERDADE são na verdade crateras abertas na queda de satanás e seus anjos, de buracos infinitos que conduzem ao inferno.

Quando olhamos para JESUS, e ELE se pondo como "CAMINHO, VERDADE E VIDA", única PORTA de saída da dependência e escravidão do pecado, e PORTA única de acesso a DEUS, acabamos sujeitando a nossa escolha à natureza pecaminosa ao invés da natureza santa doada pela PALAVRA de DEUS.

Em suma, quando percebemos que os escravos antigos preferiram as senzalas por não se sentirem aptos à vida livre e sadia, veremos hoje uma humanidade que se perdeu e não se deu conta, e agora ama suas senzalas, as desejam profundamente e assim rejeitam a SALVAÇÃO que o CRIADOR trouxe.

Devemos ter em mente que o "castigo que nos traz a paz vem do SENHOR JESUS" e que por ELE e somente por ELE teremos o livramento do pior dos castigos quando o DIA DO SENHOR chegar.

Não se trata de uma lei que pode ser revogada - somos chamados à LIBERTAÇÃO.

Por isso, arrependa-se, converta-se, deixe os apegos ao pecado, lute contra sua natureza caída, submeta-se a DEUS obedecendo-o, ame a PALAVRA divina, receba JESUS como SENHOR e SALVADOR pessoal e deleite-se na LIBERDADE que o ESPÍRITO SANTO nos trouxe, quando nos convenceu do pecado, da justiça e do juízo.

sábado, 22 de março de 2025

Romanos 8:35

Romanos 8:35

Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada?

Somos piores que a morte ou quem sabe o inferno!

Será?

Com certeza sim, pois lemos a BÍBLIA e a lançamos em nossos jogos de conveniência.

Ah! Almejamos o Céu e queremos tomá-lo à força, a fórceps, à negação...

Somos contra o inferno, porém agimos como os seus moradores.

Que coisa!

A quem pensamos enganar?

Paulo nos ensina algo que JESUS já ensinou: "nenhuma condenação existe para quem está em JESUS" - e pergunto: por que tantas pedras em nossas mãos?

Quem gostava de pedras eram os fariseus, pois não compreendiam a GRAÇA e o AMOR DIVINOS.

E nós precisamos ir além desta JUSTIÇA que eles tanto gostavam de exercer, mas que não era composta por MISERICÓRDIA.

Mude neste dia, neste tempo, agora!

Somos um CORPO e precisamos agir unidos contra a impiedade, contra os presságios de má conduta.

Aja em favor da LUZ e da VIDA, senão eu e você seremos mais agentes do mal do que do BEM.

Leia o número de evidências contidos no versículo, daquilo que não tem poder para nos separar do AMOR de DEUS e tome-os para você, e os dê a quem precisa.

AJA. REAJA. MUDE. LOGO.

Genesis 3:1

Genesis 3:1

Mas...

Ao lermos a PALAVRA DE DEUS, seja em que livro for, seremos remetidos aos dias da criação.

DEUS cria a LUZ e faz dela uma das BOAS COISAS que ELE mesmo se satisfaz.

Põe termos nas regiões e separa águas, planta um JARDIM, cria o ser humano, envolve-o no seu papel de cuidado sobre a natureza, levanta outras criações para que o homem criado nomine cada um conforme lhe venha a capacidade de discernir as espécies.

 

### O NOME DISSO É CONFIANÇA COMUNICADA.

NO entanto, sabendo que a VOZ DA RAZÃO sempre será do SENHOR, ou obedecemos e nos tornamos aquilo que ELE quer, ou pagaremos pelas nossas escolhas.

 

E é muito simples: DEUS quer perpetuar sua BÊNÇÃO sobre a criação, tanto que nos versos de Genesis veremos a solução em CRISTO, muito tempo depois.

### E O NOME QUE ELE DARÁ A ESTA PERPETUIDADE SERÁ ALIANÇA.

 

Porém o que desejo chamar a atenção é para este "mas", pois esta foi a complexa diferença, que mudará toda a história da humanidade - O TAL LIVRE ARBÍTRIO - sim, ao homem antes da queda.

 

Se a humanidade está marcada com "a.C. e d.C." também pode ser vista como antes e depois do "mas", pois nesta partícula está contida a "serpente" que nada mais é que "satanás", o enganador, que inclusive trará e está trazendo sobre a humanidade inúmeros outros "mas"... seja em forma de ideologias, sistemas, pessoas - ali no JARDIM foi em forma de "serpente" e com uma "árvore", com filosofias e novos conhecimentos de algo que DEUS determinara não poderem compor a mente do ser humano.

 

Um ser "irracional" (serpente) a quem o homem deveria dominar (CRISTO DOMINOU), a uma auxiliadora a quem o homem deveria zelar, à natureza que ele deveria cuidar (e danificou com sua má gestão) ...

 

Era tudo tranquilo, iluminado para que as trevas fossem dissipadas; e o ser humano fez reinar as trevas sobre a Terra, as trevas do pecado, que noutro tempo, virá formar-se em torno do VERBO ENCARNADO (JESUS); e ainda que tenha tentado calar o VERBO DIVINO, nunca prevaleceram, pela PROMESSA e ALIANÇA feita ao casal de um descendente.

 

Hoje, ou lidamos com o "mas" ou prevaricaremos, e teremos com a nossa dura cerviz, o castigo que mereceremos ao nos deixar dominar pelo espírito do anticristo, que nada mais é que dizer não às PERFEITAS ORDENS DE DEUS.

 

E de nada adiantará culpar, jogar a culpa, ou querer fazer justiça, pois tudo DEUS sonda e conhece, e fará de acordo com seus santos pensamentos.

 

O jogo de culpas e fugas de Adão e Eva nada mais foram do que não reconhecer o erro, assumi-lo diante de DEUS e confessá-lo em arrependimento, sem que precisasse DEUS numa viração de dia, chamá-los.

DEUS bem sabia onde estavam e o que fizeram – logo seria tolo tentar se esconder do CRIADOR.

Continuar apontando nossos erros para os outros jamais será tido como um papel de quem NASCEU DE NOVO, pois a base do novo nascimento é o PERDÃO de DEUS, nosso aprendizado sobre o PERDÃO e a nossa capacidade de abençoar o próximo perdoando.

Diferente de Adão, procuremos intimidade com o SENHOR e liberemos PERDÃO ao nosso próximo, para que com esta ação de AMOR, possa ele também adentrar o REINO DE DEUS que habita em nós.

 

quarta-feira, 19 de março de 2025

Salmo 51:3

Salmo 51:3

O meu pecado está sempre diante de mim

E esta reflexão nos faz pensar em:

(a) por que somos tão teimosos a ponto de observar que fazemos o mal, por menor que seja, e rogamos a DEUS justiça implacável contra aqueles que nos ofendem e pecam em suas vidas?

(b) por que temos que clamar por perdão por nossas falhas e quando o recebemos, ficamos como aquele credor incompassivo, que não se move em favor de quem lhe devia e que fora perdoado?

(c) por que pensamos em milagres em nosso favor, mas queremos que os outros se explodam sem a mínima misericórdia e até mesmo praguejamos contra, quando o vemos padecer desejando ainda mais o seu mal?

São questões que devem ser vistas com olhos de quem foi amado por DEUS, que recebeu o CHAMADO GRACIOSO, e que, como é o tema de nossa lição dominical, acertarmos nossos passos para não "jogarmos nossa vida fora" (obra de John Piper).

O pedido do Salmista a DEUS é por um coração puro, que tem como uma das qualidades a compaixão, e acredite, não há pureza em corações amargos e cheios de rancor, assim como em águas escuras onde a lama é tamanha que não se vê o fundo do rio.

Veja que interessante e coincidente por Fiódor Dostoiévski: "Somos todos culpados perante todos, e por tudo, diante de todos, e perante nós mesmos" e ainda completará dizendo "Deus não consiste na força, mas na verdade" (Diálogos de Fiódor Mikhailovitch Dostoiévski, em "Os Irmãos Karamázov").

"Contra ti, somente contra ti, pequei e fiz o que era mau aos teus olhos" conecta facilmente com "cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova dentro de mim um espírito inabalável", a entender que o maior ofendido pelo mais simples pecado que cometemos é o SENHOR, aquele que com misericórdia nos atraiu.

Seria tão bom se olhássemos para o nosso próximo com o olhar que CRISTO nos olhou ali da cruz, em profunda dor, recorrendo ao PAI pelo PERDÃO.

Como sermos compassivos e amáveis quando nos ofendem?

O que faremos daqui para frente, se já sabemos e desobedecermos?

Pastor Carlos Puck

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Diálogos de Fiódor Mikhailovitch Dostoiévski, em "Os Irmãos Karamázov"

— Amai-vos uns aos outros, meus padres — ensinava o stáriets (segundo as recordações de Aliócha). — Amai ò povo cristão. Não somos mais santos do que os leigos, por ter vindo encerrar-nos dentro destas paredes; pelo contrário, todos aqueles que estão aqui têm reconhecido, pelo simples fato de sua presença, ser piores do que os leigos e do que todo mundo... E quanto mais o religioso viver em seu retiro, tanto mais deverá ter consciência disso. De outro modo não valeria a pena vir para cá.

Quando compreender que não somente é pior que todos os leigos, mas culpado de tudo para com todos, de todos os pecados coletivos e individuais, então somente o fim de nossa união será atingido. Porque, sabei, meus irmãos, que cada um de nós é certamente culpado aqui na terra de tudo para com todos, não somente pela falta coletiva da humanidade, mas de cada um individualmente, por todos os outros na terra inteira. (p.170-171)

Ao reconhecer a responsabilidade de todos perante tudo o que acontece, evocamos nossa humanidade comum.

Como diz, por fim, o personagem de Dostoiévski: “quando os homens compreenderem essa ideia chegará para eles o Reino dos Céus não mais em sonho, e sim em realidade.”

Somos todos culpados perante todos, e por tudo, diante de todos, e perante nós mesmos Dostoiévski

Por toda parte, em nossos dias, o espírito humano começa ridiculamente a perder de vista que a verdadeira garantia do indivíduo consiste não no seu esforço pessoal isolado, mas na solidariedade. Mas este isolamento terrível terá certamente fim e todos compreenderão ao mesmo tempo quanto sua separação mútua era contrária à natureza. Tal será a tendência da época, e causará espanto o ter-se demorado tanto tempo nas trevas, sem ver a luz. Então aparecerá no céu o sinal do Filho do Homem...

 


segunda-feira, 17 de março de 2025

Miqueias 7:1

Miqueias 7:1

Ai de mim!

Eis um brado de dor, preocupação, tristeza e aflição do profeta.

Em contato com a VOZ DIVINA, e que terá que repassar literalmente aos seus semelhantes, assim se expressou no início do capítulo 7.

Este Profeta vive exatamente a sensação que temos ao lê-lo, ampliando em nossa leitura às exortações do Novo Testamento sobre a grande volta do SENHOR JESUS.

Ai! Que DIA será aquele! (Assim me expresso hoje)

(a) o povo se distanciou do SENHOR e o abandonou por outros deuses, pelo esfriamento, pela religiosidade oca - "Pereceu da terra o piedoso, e não há entre os homens um que seja reto; todos espreitam para derramarem sangue; cada um caça a seu irmão com rede" - não há, como dito em Mateus 24, AMOR a DEUS;

(b) a incrível sensação de esterilidade, de uma vida rota, como um sepulcro formoso por fora e morto por dentro - "estou como quando são colhidas as frutas do verão, como os rabiscos da vindima: não há cacho de uvas para chupa" - alma infrutífera, sem finalidade, com repercussão na voz do EVANGELHO que dirá sobre a árvore sem frutos que seja lançada ao fogo, "a terra será posta em desolação, por causa dos seus moradores, por causa do fruto das suas obras";

(c) um profeta a quem é apresentada a vinda de um SALVADOR – “e tu, Belém Efrata, posto que pequena entre os milhares de Judá, de ti me sairá o que governará em Israel, e cujas saídas são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade” - letra esta não morta, mas cumprida literalmente;

(d) homem chamado para uma missão, mas que vê, na VOZ DO SENHOR, a realidade de um SER RESTAURADOR - "sofrerei a ira do Senhor, porque pequei contra ele, até que julgue a minha causa e execute o meu direito; ele me tirará para a luz, e eu verei a sua justiça";

(e) e das mais profundas questões de um povo que afronta o povo de DEUS dizendo "onde está o Senhor, teu Deus?", ao êxito da esperança NELE "quem, ó Deus, é semelhante a ti, que perdoas a iniquidade e te esqueces da transgressão do restante da tua herança? O Senhor não retém a sua ira para sempre, porque tem prazer na misericórdia", "tornará a ter compaixão de nós; pisará aos pés as nossas iniquidades e lançará todos os nossos pecados nas profundezas do mar", "EU lhe mostrarei maravilhas, como nos dias da tua saída da terra do Egito" – memórias da dor curada.

Somos um povo privilegiado, e digo assim se eleitos formos (“porquanto aos que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu FILHO” - Romanos 8:29-31), que mesmo na disciplina e no castigo, podemos alimentar a ESPERANÇA, pelo AMOR que ELE nos dedica e ainda na expressão do PERDÃO que vem pela obra de JESUS, o FILHO.

Se me perguntarem um dia "onde está o Senhor, teu Deus?", direi com toda certeza: está posto na cruz onde meu SALVADOR levou todas as minha iniquidades e me adestrou com sua FIDELIDADE e me fez filho.

"Eu, porém, olharei para o Senhor e esperarei no Deus da minha salvação; o meu Deus me ouvirá" (7:7).


Pai Nosso?

[46]


Pai Nosso?

Neste dia, quando te encontro,

Pergunto-me quem és tu,

Seja para mim

Ou para estes tantos à volta.


Certifico-me nas respostas 

Que brotam tão espontâneas

De tantos e de meus lábios. 


Num instante, entro em tua presença,

Não em busca de respostas,

Mas para apenas ouvir-te

Numa outra questão:

Quem sou para ti?


Orei, e tantos oraram,

Tão poucos conseguiram 

Enfrentar a VERDADE:


Tu és Padrão a ser seguido,

Alguém digno de ser imitado,

Não como rezas repetidas,

Mas como íntimo ser.


Alguém que se faz carne

E habita na Terra,

Com GRAÇA e VERDADE

Repleto de toda a GLÓRIA,

Toda a expressão do PAI

A quem amas,

E por quem és amado.


Pois a grande pergunta ecoa

Como entre as mais escuras

E vivas cavernas,

Ouvindo minha própria voz:


Se te conheço

É por que antes de tudo 

Fui conhecido.


E neste conhecimento,

Eterno e perfeito,

Me perguntei de novo: quem és?


Pão nosso de cada dia,

Perdão que perdoa,

Amor que infinito ama,

Pastor que dá sua vida.


E pensei sobre mim:

Ainda ousas,

Ser mortal e pó que és

A te atreveres nesta pergunta?


E te ouvi em expressa

E profundo ORAÇÃO,

No cantinho de minha alma,

Pois ali te revelaste,

Muito mais que SALVADOR e SENHOR... 


E na solidão da noite,

E como esperava,

Me dizia o SENHOR:


Para ser no CÉU

Tudo que desejas,

Sejas antes de tudo na Terra.

Não caias na tentação

De não perdoar,

De não se dar,

De te esqueceres

De ser Pão,

Alimento ao outro,

De ser Amor

E finalmente

O agente do perdão.


Disseste-me:

Faze tu assim

E saberás quem SOU.


E completava AQUELE

Que, entre os arbustos,

Não cessava de falar 

Que descalço eu deveria estar

Que SANTO era o lugar.


E que para ver a tua GLÓRIA

Como ser pecador

Deveria me limpar

Com a Água da Vida,

Tirar tudo aquilo

Que a sandália da desonra macula, 

Pois SANTO és.


Que tudo que me tenta a viver

Uma camada mentirosa

De religiosidade

E trava minha vida de ser

Tudo que queres.


E, como imitador,

Devo ser o servo obediente,

Mesmo que me custe a vida,

E me destitua de toda vaidade,

Para que eu diminua 

E tua presença apareça.


Definida a resposta

O alheio e eu,

Devolvida a razão,

Compreendido foi que,

Ao chegarmos em junto a ti, 

Perdoado fomos para perdoar,

Amados fomos para amar,

Supridos fomos suprir.


E se não, 

Anátemas seremos,

Pois em vão estaremos 

Tomando teu SANTO NOME.


Hoje peço-te perdão

Pela demora de ser

O ser que tu queres que eu seja.


E uma vez tendo aprendido

Com teu padrão e vida

Ser definitivo perdão

A todo o que me ofende,

Dando minha outra face

Sem sentir a dor

E tirando a dor de quem,

Talvez sem saber ou sabendo,

Me feriu até a morte.


Agora posso orar,

Humilde e sem arrogância,

A ORAÇÃO tão simples

A mesma, que longe de reza,

Faz-se única e íntima revelação

De mim mesmo ao PAI,

Deste pecador perdoado

Ao PAI que não esconde o rosto

De quem a ti imita, JESUS.


Agora sigo para o Céu,

Em ORAÇÃO,

Limpo de mãos 

E puro de coração,

Com a alegria da SALVAÇÃO,

Com meu espírito voluntário

Levando a salvação para tantos.


Agora sei o sentido do

Viver é CRISTO

Morrer pelo próximo é lucro

E poder dizer, 

Sem enganos ou máscaras:

Em nome de JESUS,

Amém.