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domingo, 5 de abril de 2026

2 PEDRO 3:13

 2 PEDRO 3:13

Esperamos novos céus e nova terra, onde habita a justiça.

Ao lermos as SANTAS LETRAS, talvez estejamos nos esquecendo de relacionarmos os avisos todos que DEUS mandou em todas as gerações, por boca dos iluminados homens que ELE escolheu para deixar o TESTEMUNHO escrito aos povos.

Vamos ver: (a)quem há de permanecer no seu santo lugar?” (SL 24:3-4); (b)a minha alma anseia por ti, ó Deus” (SL 42:1); (c) eu encontrei os teus altares ... Rei meu e Deus meu” (SL 84:3); (d)a minha alma tem sede de ti; meu corpo te almeja, como terra árida, exausta, sem água” (SL 63:1).

A resposta do Novo Testamento à poética dos SALMOS vem assim: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim” (JO 14:6), na pessoa e testemunho do próprio CRISTO. JESUS impõe uma condição singular para nesta vida podermos herdar a NOVA VIDA no seu SANGUE: “e digo-vos que todo aquele que me confessar diante dos homens, também o Filho do Homem o confessará diante dos anjos de Deus. Mas quem me negar diante dos homens será negado diante dos anjos de Deus” (LC 12:8-9). E nisto leremos: "havendo Deus, outrora, falado, muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, nestes últimos dias, nos falou pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas, pelo qual também fez o universo" (HB 1:1-2).

Está na hora de prestarmos mais atenção aos sinais.

sábado, 4 de abril de 2026

2 Pedro 3:4

 2 Pedro 3:4

Onde está a promessa da sua vinda? Porque, desde que os pais dormiram, todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação.

Em tom de alerta, Pedro registra que, já no primeiro século, surgiam zombadores duvidando da volta do Senhor à Terra, submetendo a fé a um alto preço de humilhação.

Pedro afirma querer "despertar com lembranças a vossa mente esclarecida", trazendo à memória as vozes proféticas e apostólicas. Seu objetivo era estabelecer a consciência de que, independentemente da zombaria, a VERDADE permanece inalterada: CRISTO se manifestará pela segunda vez.

Para isso, ele utiliza uma dura exortação:

"No qual os céus passarão com estrepitoso estrondo, e os elementos se desfarão abrasados; também a terra e as obras que nela existem serão atingidas."

Precisamos crer e ponto final. Pedro não estava brincando ou tentando apenas assustar as pessoas; ele estava alertando que, embora o Senhor parecesse ausente naqueles dias, o JUÍZO ocorreria. Esta mensagem deve ser a base de todos os púlpitos em nossas igrejas.

"Não retarda o Senhor a sua promessa, como alguns a julgam demorada; pelo contrário, ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento."

Essa paciência divina ecoa o que Jesus ensinou e que está registrado em Mateus 24:14: "E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo como testemunho a todas as nações; então, virá o fim". Jesus ama os Seus e, por isso, continua falando hoje.

A cada batida do relógio, mais perto está o DIA DO SENHOR.

sexta-feira, 3 de abril de 2026

MATEUS 6:9-13

MATEUS 6:9-13

... assim como ...

Este trecho bíblico é uma das partes mais desafiadoras da Palavra de Deus. Se a mensagem cristã fosse uma canção, este versículo seria o seu refrão. Ali, junto aos seus discípulos, JESUS não entoava uma melodia, mas ensinava a essência da ORAÇÃO. Não era uma reza vazia ou repetitiva, mas uma ordem estabelecendo um novo PADRÃO DE VIDA.

O grande desafio do nosso CRISTO foi ensinar e, posteriormente, vivenciar o próprio ensino. No alto da cruz, despido de erudição, mas revestido de uma dor profunda, ELE clamou: "Pai, perdoa-os!". Eis a VERDADE.

Alguém que compreendeu perfeitamente essa ordem foi Estêvão. Sob o impacto das pedras, ele fixou o olhar no Céu e rogou PERDÃO para os seus opressores. Lendo os testemunhos da "Voz dos Mártires" - fonte de edificação para quem ama a expansão do Reino -, encontrei a história de uma médica no Afeganistão. Após ter a casa atacada e ver marido e filhos mortos, ela foi consolada pela comunidade e, num ato heroico de fé, escolheu permanecer servindo entre os afegãos. Muitos abandonariam a obra, lamentando as perdas sob o peso do martírio, mas ela resistiu.

Disse um anônimo: “Não acho que a igreja não tenha um chamado. Temos uma falta de resposta. Precisamos responder!”. DEUS nos perdoa porque é AMOR. AME. Use o sacrifício da cruz para lembrar que o PERDÃO é a maior evidência do Reino em nós. PERDOE ASSIM COMO!

JOÃO 16:33

JOÃO 16:33

Tenho-vos dito isso, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo; eu venci o mundo.


​O sofrimento nesta vida é passageiro, tanto quanto somos peregrinos. A vida se vai como a erva do campo: de forma rápida e sem despedidas. Ensina-nos a Palavra de Deus que tudo realmente tem um fim — se não nesta etapa, em nosso estado de glória, no encontro com Jesus.

​Sua vinda foi para nos apresentar uma forma de vida cujos dias breves foram de muita opressão, do nascimento ao seu ocaso; mas nada poderia afetar aquilo que seria transformado para a Eternidade junto ao Pai. Em Suas palavras, Jesus deixou claro que seríamos consolados, guardados e mantidos pela promessa de um Encontro, quando toda dor e lágrima cessariam.

​Fiel é o que fez a promessa; por isso diz: "Não se turbe o vosso coração", pois Ele venceu e, com Ele, venceremos. Este é o poder do "Está consumado".

​A mesa que servimos dia a dia retrata a Esperança de que os "sofrimentos do tempo presente não podem se comparar à glória que em nós haverá de ser revelada". Apenas creia, tome consciência da Verdade e viva para a glória do Cordeiro — Aquele que foi achado digno de abrir o livro, bem como de nos marcar com Seu sangue de vitória, para que entremos em nosso descanso.

​Confie!

APOCALIPSE 11:15

APOCALIPSE 11:15 proclama o momento em que o sétimo anjo toca a sua trombeta e grandes vozes no céu anunciam: "Os reinos do mundo vieram a ser de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará para todo o sempre". Esta é a consumação da vitória sobre a cruz maldita, que não segurou o Servo do Senhor, e sobre o sepulcro, que jamais o reteve.

​Eis que é ressuscitado o Filho de Deus, a quem o Pai entregou as chaves da morte. Seus aguilhões não o puderam vencer. Morte, inferno, principados e potestades — sejam espirituais ou físicos — estão todos submetidos ao Trino Deus, cujo domínio é pelos séculos dos séculos. Ele é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo, anulando toda condenação para os que estão em Cristo Jesus.

​Iludam-se aqueles que pensam que Jesus, em sua dor, ficará silencioso ao soar da trombeta. Eis que vem sem demora Aquele perante quem se dobrará todo joelho e toda língua confessará que Ele é o Senhor. Todos os reinos estão submissos ao grande Deus e ao seu Cristo. Porque Ele vive e sentou-se à direita do Pai, de onde surgirão os braços de vitória e as vozes finais para separar ovelhas e cabritos.

​Adoremos ao que vem, pois prometeu voltar para nos buscar. A Casa do Pai, com suas eternas moradas, aguarda os que confessaram Jesus diante dos homens. Chegou a hora da união perfeita com Aquele que deu a vida por Si mesmo. Maranata! Vem, Senhor Jesus.

APOCALIPSE 5:12

APOCALIPSE 5:12

"E diziam com grande voz: Digno é o Cordeiro, que foi morto, de receber o poder, e riquezas, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e ações de graças."

​As vozes no Céu não são vozes vazias de lamentação. Tornam-se vozes de EXALTAÇÃO por AQUELE que venceu a morte e sentou-se à direita de seu PAI, em cujo trono se estabelece a ALIANÇA do senhorio de PAI e FILHO sobre todos os reinos deste mundo: "O sétimo anjo tocou a trombeta, e houve no céu grandes vozes, dizendo: O reino do mundo se tornou de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará pelos séculos dos séculos" (Ap 11:15).

AQUELE que está assentado no TRONO passa as chaves e o LIVRO para o CORDEIRO, e as palavras trazem significado àquele instante — ocorrido, ocorrendo e a ocorrer:

  • (a) A dignidade de quem fora estabelecido sobre tudo e todos, recebendo a mais profunda adoração de todos os entes criados e vivos;
  • (b) Poder, pois do TRONO emana a grande explosão de quem venceu e tudo pode pisar e esmagar, uma vez que o caráter da subordinação lhe fora passado às mãos;
  • (c) Riquezas que não podem ser corrompidas, que nem a traça nem a ferrugem podem destruir, possuindo caráter eterno, como ELE é;
  • (d) Sabedoria, que tanto é ensinada aos homens e cujo princípio é o temor ao CRIADOR — elemento que nem Salomão recebeu em tal plenitude, pois a dele era limitada, enquanto a do CORDEIRO é perfeita por ser ELE a expressão exata do PAI;
  • (e) Força, pelo seu punho soberano em exercer juízo, mesmo tendo as marcas de um sofrimento que se torna passado pela GLÓRIA recebida ao ser elevado aos Céus; punho que regerá com cetro de governo e amor;
  • (f) Somam-se honra, glória e ações de graças, pois tais atributos o próprio PAI Lhe reservara, compartilhando com Seu FILHO os cânticos da mais profunda adoração entoados por anciãos, anjos e todo ser criado.

​Já não se trata mais de PROCLAMAÇÃO, mas de SOBERANIA compartilhada, atributo de quem é o REI dos reis e o SENHOR dos senhores. Eis o REINO em que habitaremos com JESUS, que passou do ventre humano para o TRONO divino.

​Esta é a VERDADE que liberta; a VERDADE à qual tantos não querem se render, mas que um DIA confessarão, e diante da qual todos os joelhos se dobrarão: no Céu, na Terra e debaixo dela. Vir para CRISTO é reconhecer fatos que estão evidentes na PALAVRA.

​Preparemos nossos corações.


quinta-feira, 2 de abril de 2026

MATEUS 26:29,30

MATEUS 26:29,30

E digo-vos que, desta hora em diante, não beberei deste fruto da videira, até aquele dia em que o hei de beber, novo, convosco no reino de meu Pai. E, tendo cantado um hino, saíram para o Monte das Oliveiras.


Era o momento do preparo final. Em encontros especiais, cercamo-nos de amigos íntimos; todavia, à mesa do Senhor, estavam os homens a quem Ele confiaria a salvação e a expansão do Reino. Sob a promessa de Sua presença constante até a consumação dos séculos, os "continuadores" dividiam o pão. Entre eles, porém, sentava-se o traidor.

Jesus, ciente dessa presença dolorosa, mas necessária para o cumprimento do plano redentor, já havia advertido: "Não escolhi eu os doze? Todavia, um de vós é um diabo" (João 6:70). Mesmo diante da traição, a doçura da Palavra se fez presente. Ao partir o pão e oferecer o cálice, Cristo estabeleceu a Nova Aliança, derramando Seu sangue em favor de muitos.

O pão e o vinho não são apenas símbolos de memória e anúncio da morte; eles evocam também o juízo sobre aqueles que participam da Mesa sem a devida compreensão ou entrega. O sacrifício que gera vida para uns, expõe a distância espiritual de outros.

Diante do banquete da graça, a pergunta permanece ecoando: Somos os continuadores da obra ou apenas ocupamos o lugar de Judas à mesa?

Prestemos a devida atenção nos PADRÕES do REINO e dignamente nos assentemos junto à MESA DO SENHOR.

quarta-feira, 1 de abril de 2026

1 CORÍNTIOS 13:3

 

1 CORÍNTIOS 13:3

"se não tiver amor, nada disso me aproveitará"

Mas como começa a história desse amor? Ela começa em Deus. Na Criação, embora a palavra não seja explícita, contemplamos o buscar de Deus ao homem. Mesmo após a humanidade lançar-se na escuridão de suas escolhas, vivenciando as trevas mais profundas da existência, o Criador não a abandonou.

O homem, que jamais provara o mal, escolheu obedecer a quem lhe cegou; contudo, o Senhor providenciou vestes que dignificassem seu NOME.

Como prova desse amor, Deus faz emergir o PROTOEVANGELHO, a promessa redentora que culminaria na explicação exata de João 3:16.

Mediante essa ALIANÇA, compreendemos o ser de Deus. Ele se define como "EU SOU" e, mais tarde, aprendemos que "DEUS É AMOR". Portanto, é impossível conhecer o Pai e o Filho sem o AMOR, pois ELES são a expressão máxima desse atributo.

Sem amor, não podemos nos chamar Igreja. Ela é a comunidade dos salvos que, pela fé, são amados por Deus. Não há como ser Igreja apenas por costumes; sem amor, ela não existe. Como comunidade eleita, ela reflete na Terra a imagem do DEUS-AMOR, que pelo FILHO se entregou para torná-la apta à eternidade. Por Cristo, a porta da VIDA se abre aos que o recebem pelo poder do ESPÍRITO SANTO.

O AMOR gera a VIDA. Se não houver AMOR, DEUS não habita no homem, a igreja torna-se apenas um invólucro social e JESUS, infelizmente, passa a ser apenas um personagem a mais na história.

SALMO 73:25

 SALMO 73:25

Quem mais tenho eu no céu? Não há outro em quem eu me compraza na Terra.


Dos dramas e oscilações emocionais de Asafe, retiramos tantas lições preciosas e mais do lições, o exemplo de um homem que diante de DEUS, viu seus pensamentos e sentimentos desvanecerem, mas que de imediato, levando o tempo necessário, pode reagir pensando na única razão de existir: DEUS.

Se olharmos as tempestades, se olharmos os tantos problemas que enfrentamos, passaremos a focar na coisa errada e nos esqueceremos do essencial à FÉ.

Asafe não era um homem solitário, abandonado, tão sofrido quanto Jó, mas teve seu momento emocional que o afundaria nas mais profundas águas e dali dependeria daquela mão que SALVA, como foi com Pedro ao ser tomado pelas mãos de JESUS.

Mostra-nos o texto quem de fato somos nós, quando focamos nas coisas deste mundo passageiro.

Não em vão, Paulo exorta os Colossenses (3) a “pensarem nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra”, a fim de que entendam quão voláteis são nossos dias e coração - devemos saber onde e em quem colocamos nossa confiança!

Asafe, mesmo diante dos seus devaneios, afirmou ter somente a DEUS, pois dizia: “Tu me guias com o teu conselho e depois me recebes na glória”, pois “Deus é a fortaleza do meu coração”.

Não faça do SENHOR o teu último recurso...


terça-feira, 31 de março de 2026

SALMO 73:11

 

SALMO 73:11

Como sabe Deus? Acaso, há conhecimento no Altíssimo?

Asafe, ao compor seu pensamento, sua lamentação acerca da prosperidade dos ímpios, gera em seu coração frases que censuraríamos duramente, como esta que inicia a meditação de hoje.

Para explicar sua crise, ele argumenta que os ímpios trilham caminhos que parecem distantes dos olhos do SENHOR.

Mas ele não para por aí; ao dizer “eis que são estes os ímpios”, o que ele trata, em suma, é o sentimento de que o SENHOR parece não se importar com ele, enquanto concede aos perversos uma porção maior de bênçãos: “pois de contínuo sou afligido e, cada manhã, castigado”.

Contemplar a trajetória de Jesus — que permitiu o triunfo temporário de Seus inimigos para chegar à cruz — nos recorda que a realidade é moldada pelo propósito divino, pois Ele é soberano sobre todo o existencial.

No entanto vemos Asafe, de um salto emocional começar a buscar a razão de sua fé, afinal ele era um dos homens dos serviços religiosos de Davi: “entrei no santuário de DEUS”, “atinei com o fim deles”, “ficam de súbito assolados, totalmente aniquilados de terror”, “e as entranhas se me comoveram, eu estava embrutecido e ignorante; era como um irracional à tua presença”“todavia, estou sempre contigo, tu me seguras pela minha mão direita; Tu me guias com o teu conselho e depois me recebes na glória”.

E qual a nossa leitura em semelhante situação?