JOÃO 3:18
Quem nele crê não é julgado; o
que não crê já está julgado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de
Deus
As religiões e seitas surgem da necessidade humana
de preencher a alma, ainda que muitos aleguem buscar apenas o entendimento, a
explicação ou o sacio da curiosidade. O que muitos esquecem - ou se recusam a
admitir - é que, por termos sido criados à imagem e semelhança de Deus,
carregamos um vazio intrínseco que nos impele a buscar algo ou alguém,
independentemente de crermos ou não em nossa origem divina.
Os dicionários filosóficos e religiosos tornaram-se
mais espessos que os próprios Livros Sagrados. São repletos de explanações que jamais
alcançam a imensidão interior da Realidade ou da Verdade.
Após divagar por esses argumentos e atravessar
embates ateístas, religiosos e filosóficos, compreendi que não há o que
explicar. Aquietei-me em uma única certeza: eu creio, e basta. Não devo
justificativas da minha fé a nenhum "interrogador". Minha existência
e minha razão de viver orbitam um único centro: "Disse Jesus: EU SOU
O CAMINHO, E A VERDADE, E A VIDA; ninguém vem ao Pai, senão por mim"
(JO 14:6). "Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo" (MT 16:16). Assim
creio! Isto é o suficiente.
O mundo segue seu curso, o tempo é inexorável e nada
- nenhuma filosofia ou religiosidade - será capaz de explicar o inexplicável: o
VERBO SE FEZ CARNE E SALVAÇÃO.
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