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sexta-feira, 3 de abril de 2026

MATEUS 6:9-13

MATEUS 6:9-13

... assim como ...

Este trecho bíblico é uma das partes mais desafiadoras da Palavra de Deus. Se a mensagem cristã fosse uma canção, este versículo seria o seu refrão. Ali, junto aos seus discípulos, JESUS não entoava uma melodia, mas ensinava a essência da ORAÇÃO. Não era uma reza vazia ou repetitiva, mas uma ordem estabelecendo um novo PADRÃO DE VIDA.

O grande desafio do nosso CRISTO foi ensinar e, posteriormente, vivenciar o próprio ensino. No alto da cruz, despido de erudição, mas revestido de uma dor profunda, ELE clamou: "Pai, perdoa-os!". Eis a VERDADE.

Alguém que compreendeu perfeitamente essa ordem foi Estêvão. Sob o impacto das pedras, ele fixou o olhar no Céu e rogou PERDÃO para os seus opressores. Lendo os testemunhos da "Voz dos Mártires" - fonte de edificação para quem ama a expansão do Reino -, encontrei a história de uma médica no Afeganistão. Após ter a casa atacada e ver marido e filhos mortos, ela foi consolada pela comunidade e, num ato heroico de fé, escolheu permanecer servindo entre os afegãos. Muitos abandonariam a obra, lamentando as perdas sob o peso do martírio, mas ela resistiu.

Disse um anônimo: “Não acho que a igreja não tenha um chamado. Temos uma falta de resposta. Precisamos responder!”. DEUS nos perdoa porque é AMOR. AME. Use o sacrifício da cruz para lembrar que o PERDÃO é a maior evidência do Reino em nós. PERDOE ASSIM COMO!

JOÃO 16:33

JOÃO 16:33

Tenho-vos dito isso, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo; eu venci o mundo.


​O sofrimento nesta vida é passageiro, tanto quanto somos peregrinos. A vida se vai como a erva do campo: de forma rápida e sem despedidas. Ensina-nos a Palavra de Deus que tudo realmente tem um fim — se não nesta etapa, em nosso estado de glória, no encontro com Jesus.

​Sua vinda foi para nos apresentar uma forma de vida cujos dias breves foram de muita opressão, do nascimento ao seu ocaso; mas nada poderia afetar aquilo que seria transformado para a Eternidade junto ao Pai. Em Suas palavras, Jesus deixou claro que seríamos consolados, guardados e mantidos pela promessa de um Encontro, quando toda dor e lágrima cessariam.

​Fiel é o que fez a promessa; por isso diz: "Não se turbe o vosso coração", pois Ele venceu e, com Ele, venceremos. Este é o poder do "Está consumado".

​A mesa que servimos dia a dia retrata a Esperança de que os "sofrimentos do tempo presente não podem se comparar à glória que em nós haverá de ser revelada". Apenas creia, tome consciência da Verdade e viva para a glória do Cordeiro — Aquele que foi achado digno de abrir o livro, bem como de nos marcar com Seu sangue de vitória, para que entremos em nosso descanso.

​Confie!

APOCALIPSE 11:15

APOCALIPSE 11:15 proclama o momento em que o sétimo anjo toca a sua trombeta e grandes vozes no céu anunciam: "Os reinos do mundo vieram a ser de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará para todo o sempre". Esta é a consumação da vitória sobre a cruz maldita, que não segurou o Servo do Senhor, e sobre o sepulcro, que jamais o reteve.

​Eis que é ressuscitado o Filho de Deus, a quem o Pai entregou as chaves da morte. Seus aguilhões não o puderam vencer. Morte, inferno, principados e potestades — sejam espirituais ou físicos — estão todos submetidos ao Trino Deus, cujo domínio é pelos séculos dos séculos. Ele é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo, anulando toda condenação para os que estão em Cristo Jesus.

​Iludam-se aqueles que pensam que Jesus, em sua dor, ficará silencioso ao soar da trombeta. Eis que vem sem demora Aquele perante quem se dobrará todo joelho e toda língua confessará que Ele é o Senhor. Todos os reinos estão submissos ao grande Deus e ao seu Cristo. Porque Ele vive e sentou-se à direita do Pai, de onde surgirão os braços de vitória e as vozes finais para separar ovelhas e cabritos.

​Adoremos ao que vem, pois prometeu voltar para nos buscar. A Casa do Pai, com suas eternas moradas, aguarda os que confessaram Jesus diante dos homens. Chegou a hora da união perfeita com Aquele que deu a vida por Si mesmo. Maranata! Vem, Senhor Jesus.

APOCALIPSE 5:12

APOCALIPSE 5:12

"E diziam com grande voz: Digno é o Cordeiro, que foi morto, de receber o poder, e riquezas, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e ações de graças."

​As vozes no Céu não são vozes vazias de lamentação. Tornam-se vozes de EXALTAÇÃO por AQUELE que venceu a morte e sentou-se à direita de seu PAI, em cujo trono se estabelece a ALIANÇA do senhorio de PAI e FILHO sobre todos os reinos deste mundo: "O sétimo anjo tocou a trombeta, e houve no céu grandes vozes, dizendo: O reino do mundo se tornou de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará pelos séculos dos séculos" (Ap 11:15).

AQUELE que está assentado no TRONO passa as chaves e o LIVRO para o CORDEIRO, e as palavras trazem significado àquele instante — ocorrido, ocorrendo e a ocorrer:

  • (a) A dignidade de quem fora estabelecido sobre tudo e todos, recebendo a mais profunda adoração de todos os entes criados e vivos;
  • (b) Poder, pois do TRONO emana a grande explosão de quem venceu e tudo pode pisar e esmagar, uma vez que o caráter da subordinação lhe fora passado às mãos;
  • (c) Riquezas que não podem ser corrompidas, que nem a traça nem a ferrugem podem destruir, possuindo caráter eterno, como ELE é;
  • (d) Sabedoria, que tanto é ensinada aos homens e cujo princípio é o temor ao CRIADOR — elemento que nem Salomão recebeu em tal plenitude, pois a dele era limitada, enquanto a do CORDEIRO é perfeita por ser ELE a expressão exata do PAI;
  • (e) Força, pelo seu punho soberano em exercer juízo, mesmo tendo as marcas de um sofrimento que se torna passado pela GLÓRIA recebida ao ser elevado aos Céus; punho que regerá com cetro de governo e amor;
  • (f) Somam-se honra, glória e ações de graças, pois tais atributos o próprio PAI Lhe reservara, compartilhando com Seu FILHO os cânticos da mais profunda adoração entoados por anciãos, anjos e todo ser criado.

​Já não se trata mais de PROCLAMAÇÃO, mas de SOBERANIA compartilhada, atributo de quem é o REI dos reis e o SENHOR dos senhores. Eis o REINO em que habitaremos com JESUS, que passou do ventre humano para o TRONO divino.

​Esta é a VERDADE que liberta; a VERDADE à qual tantos não querem se render, mas que um DIA confessarão, e diante da qual todos os joelhos se dobrarão: no Céu, na Terra e debaixo dela. Vir para CRISTO é reconhecer fatos que estão evidentes na PALAVRA.

​Preparemos nossos corações.


quinta-feira, 2 de abril de 2026

MATEUS 26:29,30

MATEUS 26:29,30

E digo-vos que, desta hora em diante, não beberei deste fruto da videira, até aquele dia em que o hei de beber, novo, convosco no reino de meu Pai. E, tendo cantado um hino, saíram para o Monte das Oliveiras.


Era o momento do preparo final. Em encontros especiais, cercamo-nos de amigos íntimos; todavia, à mesa do Senhor, estavam os homens a quem Ele confiaria a salvação e a expansão do Reino. Sob a promessa de Sua presença constante até a consumação dos séculos, os "continuadores" dividiam o pão. Entre eles, porém, sentava-se o traidor.

Jesus, ciente dessa presença dolorosa, mas necessária para o cumprimento do plano redentor, já havia advertido: "Não escolhi eu os doze? Todavia, um de vós é um diabo" (João 6:70). Mesmo diante da traição, a doçura da Palavra se fez presente. Ao partir o pão e oferecer o cálice, Cristo estabeleceu a Nova Aliança, derramando Seu sangue em favor de muitos.

O pão e o vinho não são apenas símbolos de memória e anúncio da morte; eles evocam também o juízo sobre aqueles que participam da Mesa sem a devida compreensão ou entrega. O sacrifício que gera vida para uns, expõe a distância espiritual de outros.

Diante do banquete da graça, a pergunta permanece ecoando: Somos os continuadores da obra ou apenas ocupamos o lugar de Judas à mesa?

Prestemos a devida atenção nos PADRÕES do REINO e dignamente nos assentemos junto à MESA DO SENHOR.

quarta-feira, 1 de abril de 2026

1 CORÍNTIOS 13:3

 

1 CORÍNTIOS 13:3

"se não tiver amor, nada disso me aproveitará"

Mas como começa a história desse amor? Ela começa em Deus. Na Criação, embora a palavra não seja explícita, contemplamos o buscar de Deus ao homem. Mesmo após a humanidade lançar-se na escuridão de suas escolhas, vivenciando as trevas mais profundas da existência, o Criador não a abandonou.

O homem, que jamais provara o mal, escolheu obedecer a quem lhe cegou; contudo, o Senhor providenciou vestes que dignificassem seu NOME.

Como prova desse amor, Deus faz emergir o PROTOEVANGELHO, a promessa redentora que culminaria na explicação exata de João 3:16.

Mediante essa ALIANÇA, compreendemos o ser de Deus. Ele se define como "EU SOU" e, mais tarde, aprendemos que "DEUS É AMOR". Portanto, é impossível conhecer o Pai e o Filho sem o AMOR, pois ELES são a expressão máxima desse atributo.

Sem amor, não podemos nos chamar Igreja. Ela é a comunidade dos salvos que, pela fé, são amados por Deus. Não há como ser Igreja apenas por costumes; sem amor, ela não existe. Como comunidade eleita, ela reflete na Terra a imagem do DEUS-AMOR, que pelo FILHO se entregou para torná-la apta à eternidade. Por Cristo, a porta da VIDA se abre aos que o recebem pelo poder do ESPÍRITO SANTO.

O AMOR gera a VIDA. Se não houver AMOR, DEUS não habita no homem, a igreja torna-se apenas um invólucro social e JESUS, infelizmente, passa a ser apenas um personagem a mais na história.

SALMO 73:25

 SALMO 73:25

Quem mais tenho eu no céu? Não há outro em quem eu me compraza na Terra.


Dos dramas e oscilações emocionais de Asafe, retiramos tantas lições preciosas e mais do lições, o exemplo de um homem que diante de DEUS, viu seus pensamentos e sentimentos desvanecerem, mas que de imediato, levando o tempo necessário, pode reagir pensando na única razão de existir: DEUS.

Se olharmos as tempestades, se olharmos os tantos problemas que enfrentamos, passaremos a focar na coisa errada e nos esqueceremos do essencial à FÉ.

Asafe não era um homem solitário, abandonado, tão sofrido quanto Jó, mas teve seu momento emocional que o afundaria nas mais profundas águas e dali dependeria daquela mão que SALVA, como foi com Pedro ao ser tomado pelas mãos de JESUS.

Mostra-nos o texto quem de fato somos nós, quando focamos nas coisas deste mundo passageiro.

Não em vão, Paulo exorta os Colossenses (3) a “pensarem nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra”, a fim de que entendam quão voláteis são nossos dias e coração - devemos saber onde e em quem colocamos nossa confiança!

Asafe, mesmo diante dos seus devaneios, afirmou ter somente a DEUS, pois dizia: “Tu me guias com o teu conselho e depois me recebes na glória”, pois “Deus é a fortaleza do meu coração”.

Não faça do SENHOR o teu último recurso...