domingo, 29 de março de 2026

2 Timóteo 3:16-17

2 Timóteo 3:16-17

Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra

Em nossos dias, uma das palavras mais lucrativas — que atrai seguidores nas redes sociais e se torna o padrão de fala para milhares de pessoas — é o termo “influenciador”.

Esta é uma geração à beira do abismo, iludida por fontes equivocadas e, por que não dizer, diabólicas. A comunicação é algo inerente ao ser humano; desde o Éden, o homem recebe e envia mensagens. Isso começou entre Adão e Eva e o Senhor, que os criou para terem comunhão com o Divino.

Entretanto, desde lá, vemos Satanás envolvendo-se na distorção da Verdade com a intenção de enganar. Para o cristão, as Escrituras Sagradas são o sopro de Deus (theopneustos) para sua conduta em vida; a Verdade revestida de autoridade divina que ensina, liberta e conduz ao conhecimento do Criador.

Os versículos aplicam a finalidade da Palavra: “ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça”, com o objetivo de que “o homem de Deus seja capacitado e perfeitamente pronto para toda boa obra”. Os dias de Paulo continuam em voga e, infelizmente, muitos ouvidos ainda “sentem coceira contra a sã doutrina” (4:3). Diante disso, resta a questão: conseguiremos nos manter firmes na Verdade?


DEUTERONÔMIO 6:5

DEUTERONÔMIO 6:5

Amarás, pois, o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua força".

Este mandamento não é apenas uma regra antiga, mas a própria "assinatura" da encarnação do Verbo. Nele, o Antigo Testamento se cumpre integralmente, revelando a magnitude de Deus em carne: o Salvador e Sumo Sacerdote que ofereceu o sacrifício perfeito por aqueles que predestinou à imagem de Cristo.

Ao aproximar-se a Páscoa, celebramos múltiplas libertações: a saída da escravidão para a liberdade de culto, a vitória sobre a morte e o triunfo definitivo do Verbo Encarnado.

Embora o tempo avance, a essência permanece imutável: AMAR A DEUS.

Esta é a razão de Cristo ter vindo, morrido e ressuscitado - ensinar os filhos a amarem o Pai sobre todas as coisas.

Diante de um amor tão sacrificial, surge a pergunta inevitável: como temos gerenciado nosso tempo com o Deus-Amor?

Aquele que habita em seu alto e sublime trono nos convida à autonegação, esperando uma entrega sincera. A única "espera" de Deus é o nosso amor.

Ele continua a questionar, como fez a Pedro: "Tu me amas?".

Qual tem sido a sua resposta e quanto do seu tempo tem sido verdadeiramente dedicado a este Único e Verdadeiro Amor?